Na véspera do prazo final, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), anunciou que o governo deverá adiar até março de 2024 a entrada em vigor plena da nova lei de licitações. A prorrogação da lei é demanda da Confederação Nacional de Municípios (CNM), que segundo o presidente, nesse período os gestores poderão se “acomodar” à nova lei e não ter prejuízos. Sancionada em 2021, a lei de licitações estabeleceu um prazo de transição de dois anos. Entre as justificativas para o adiamento está o risco de “apagão” para as novas licitações, pois boa parte das prefeituras e até mesmo alguns estados não se preparam para a mudança da legislação. (Estadão)
