Em novo estudo realizado em parceria com a GO Associados, a entidade faz uma análise dos investimentos realizados por cada ente federativo, frente às metas estabelecidas no novo marco legal do saneamento (atendimento de 99% da população com água tratada e 90% com coleta e tratamento dos esgotos até 2033). O estudo utiliza como base os dados de investimento e atendimento de água e esgoto do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), metas de investimento do Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) e diagnóstico realizado pela ABCON-KPMG em 2019, que prevê investimentos na ordem de R$ 520 bilhões até 2033 para atender as metas de universalização. De forma resumida, o estudo aponta que:
– 3 Unidades da Federação (São Paulo, Paraná e DF) já estão com serviços próximos da universalização e tem patamar semelhante ao previsto no estudo da ABCON;
– 7 Unidades da Federação (Pernambuco, Roraima, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Sergipe) têm média histórica de investimentos relevantes, embora abaixo do previsto para universalização. Destas, três entes federativos estão com estudos ou projetos de parcerias em andamento para maior mobilização de investimentos (Espírito Santo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul).
– 17 Unidades da Federação têm média histórica de investimentos muito abaixo do previsto para universalização dos serviços. Destas, somente cinco estão com estudos ou projetos de parceria em andamento para maior mobilização de investimentos (Rio Grande do Sul, Acre, Ceará, Piauí e Amapá).
