marcado para esta quinta-feira (02), o leilão de saneamento básico do Amapá deverá atrair forte disputa. Além de alguns operadores tradicionais, grupos que ainda não atuam no setor estão se preparando para a concorrência, segundo analistas do mercado. Os interessados devem entregar suas ofertas nesta segunda-feira (30), na sede da B3, em São Paulo.
A nova concessão inclui os serviços de água e esgoto em 16 cidades, que representam 90% da população do Estado. O contrato terá 35 anos e prevê R$ 3 bilhões de investimentos. O critério de escolha do vencedor do leilão será híbrido. Os interessados poderão propor um desconto na tarifa de, no máximo, 20%. Depois, passa a valer o maior valor da outorga, cujo montante mínimo é de R$ 50 milhões. Porém, a expectativa é que o valor fique bem acima disso.
O grande desafio do projeto é a universalização dos serviços no Estado, que hoje vive uma situação precária. A meta é que dentro de onze anos haja a expansão do atendimento de água dos atuais 38% para 99% da população. A coleta de esgoto, que hoje chega a apenas 7%, deverá subir para 90% em até 18 anos. (Valor)
