Os aditivos contratuais ultrapassam R$ 1 bilhão e servem como medida de reequilíbrio econômico-financeiro em decorrência dos atrasos na construção da Linha 4 – Amarela. O processo estava sendo intermediado por uma Câmara de Arbitragem desde 2017 e havia sido suspenso em dezembro do ano passado, a pedido dos dois lados. O pagamento destas indenizações está previsto no contrato assinado em novembro de 2006, que tem prazo de vigência de 32 anos (com prorrogação máxima até 35 anos). O documento previa compensações em caso de atraso na implantação das estações e de outras ações do estado como o seccionamento de linhas de ônibus da EMTU, a fim de evitar concorrência com a Linha 4. O cronograma inicial previa a conclusão de todo o empreendimento em 2012 – a Fase II do projeto ainda não foi finalizada, faltando a Estação Vila Sônia, com previsão de entrega em dezembro deste ano. (Metrô CPTM)
