O Governador de Minas Gerais, Romeu Zema (NOVO), afirmou que o estado não vai pagar, pela terceira vez consecutiva, o 13º do funcionalismo público em dia. O plano é pagar R$ 2 mil a todos os servidores, sem previsão de quando o restante será quitado. Para que os valores sejam pagos integralmente, de acordo com Zema, será necessário uma injeção de recursos no orçamento estadual (o orçamento para 2021 prevê déficit de R$ 11 bilhões). Zema afirmou que estes recursos poderão ser injetados através da privatização da Cemig (que necessita de autorização da ALMG) ou através da indenização da Vale pela tragédia de Brumadinho – o governo pede R$ 54 bilhões em danos morais coletivos, enquanto a Vale ofereceu R$ 21 bilhões.
