A ABDIB realizou, no dia 18 de novembro, uma reunião on-line para atualizar seus associados sobre a participação da entidade na COP30 e os avanços das discussões em Belém.
Venilton Tadini, presidente-executivo da ABDIB, destacou o trabalho estruturado desenvolvido ao longo dos últimos meses — com quatro eixos temáticos e um documento técnico robusto — reforçando o papel da entidade em levar propostas concretas para infraestrutura sustentável, transição energética e cidades mais resilientes.
A advogada Maria João Rolim, integrante do Conselho de Administração da ABDIB, compartilhou sua intensa agenda na COP30, com participação em mais de dez painéis. Ela ressaltou como a infraestrutura tem sido tratada como base para metas climáticas e desenvolvimento, e relatou a ampla circulação do material produzido pela ABDIB entre autoridades brasileiras e internacionais.
O recém-nomeado subsecretário do Ministério da Fazenda, Thiago Barral, abordou temas centrais da COP, como mercados regulados de carbono, segurança jurídica para a transição energética e os desafios de implementar a nova agenda legal aprovada no último ano. Enfatizou ainda as discussões sobre política industrial, financiamento climático e a construção do “mapa do caminho” para reduzir gradualmente o uso de combustíveis fósseis.
Henrique Paiva, diretor de sustentabilidade da Siemens Energy, trouxe a visão empresarial global. Ele destacou o consenso de que o planeta caminha para superar 1,5°C e a necessidade urgente de avançar em adaptação e infraestrutura. Comentou também a importância de Belém receber a Conferência, permitindo que delegações internacionais vivenciassem a realidade da Amazônia e seus desafios de desenvolvimento.
Ana Paula Hauffe, gerente de Relações Institucionais da WEG, apresentou os diversos painéis e iniciativas conduzidos pela empresa durante a COP, incluindo debates sobre descarbonização, armazenamento de energia, fornecedores sustentáveis e saneamento. Destacou ainda projetos realizados em parceria com comunidades amazônicas, reforçando o impacto social e ambiental das ações.
Ao final, reforçou-se o legado positivo da COP30, tanto para a agenda climática quanto para a infraestrutura brasileira, com oportunidades de atuação conjunta entre governo, setor privado e sociedade civil.
A reunião está disponível na íntegra pelo link abaixo.

