A defasagem atual nos preços dos combustíveis nas refinarias da Petrobras, se mantida a curto e médio prazos, pode baixar ainda mais a remuneração aos acionistas. A projeção se justifica, segundo especialistas, uma vez que preços da gasolina e do diesel represados levariam a uma geração de caixa inferior àquela que poderia ser obtida com cotações que seguissem um maior alinhamento ao mercado internacional. Na sexta-feira (28), a petroleira anunciou uma nova política de dividendos, com percentuais de pagamento menores aos investidores da estatal.
