Uma das 15 empresas autorizadas a atuar no transporte interestadual de passageiros no breve período de abertura que resultou em mais concorrência entre 2019 e 2021, a Primar está frustrada com o novo marco regulatório do setor, cuja minuta final será objeto de audiência pública na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) na próxima terça-feira (1). — Havia uma grande expectativa com a abertura de mercado que achávamos que iria acontecer. Estamos há 10 anos esperando isso. Não podemos conviver com um setor engessado. Até o setor aéreo é livre — diz Marcelo Nunes, CEO da Primar e presidente da Abrafrec, associação de afretadores colaborativos, que reúne novos entrantes como Buser. — Sem concorrência e os preços das passagens nunca vão cair.
