O investidor Nelson Tanure aposta que a Light vai gerar ganhos elevados para seus acionistas, apesar de os investidores em títulos de dívida vislumbrarem uma perda de cerca de metade de seus recursos. Em qualquer outro país, essa operação não faria muito sentido: geralmente as ações de empresas que se reorganizam em processo de recuperação judicial perdem valor e os credores assumem o controle. Mas peculiaridades na lei brasileira de recuperação judicial significam que a posição na Light pode ser lucrativa – uma cartilha que ele já usou com sucesso antes.
