Notícias do Dia – 16/07/2026

Uso de energia em casa pode subir 3% ao ano até 2035 O consumo de energia elétrica por habitante nas residências do Brasil pode crescer até 3% ao ano, de...

Uso de energia em casa pode subir 3% ao ano até 2035

O consumo de energia elétrica por habitante nas residências do Brasil pode crescer até 3% ao ano, de acordo com o Plano Decenal de Expansão de Energia 2035 (PDE 2035), elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O PDE 2035, que considera o período entre 2026 e 2035, foi aprovado pelo Ministério de Minas e Energia (MME) no começo do mês. As residências são a maior classe do país em número de consumidores. A EPE projeta que em 2035, a base de consumidores chegará a um total de 91 milhões de unidades, alta anual de 0,9%. 

Valor Econômico

 

Um mês após privatização, Copasa ganha 33% na bolsa

Ao completar um mês após a privatização, a Companhia de Saneamento de Minas Gerais (Copasa) é negociada na bolsa com um ganho de dois dígitos em relação ao preço da oferta que foi ao mercado na metade junho. As ações da empresa fecharam ontem cotadas a R$ 65,36, 33,3% acima dos R$ 49,03 que a Equatorial desembolsou por cada papel vendido pelo Estado de Minas. E, para analistas que acompanham o setor de saneamento, há espaço para mais valorização, mesmo com as ações tendo mais que dobrado de preço nos últimos 12 meses.

Valor Econômico

 

Trump classifica como ‘decisão terrível’ a moratória de Nova York para data centers

O presidente Donald Trump criticou a governadora de Nova York, Kathy Hochul, por anunciar uma proibição temporária à instalação de novos data centers, classificando a medida como uma “decisão terrível” e instando o estado a revertê-la imediatamente. “Os impostos arrecadados e os empregos gerados equivalem a OURO LÍQUIDO!”, escreveu Trump em uma publicação na Truth Social. “Os centros de dados representam ENORMES VITÓRIAS para os estados e as comunidades que têm a sorte de recebê-los.”

O Globo

 

TCU diz que governo retomou trecho da Transnordestina sem base técnica atual e trava obras

O Tribunal de Contas da União (TCU) constatou nesta quarta-feira, 15, que o governo federal retomou o projeto de conclusão do trecho Salgueiro-Suape da Ferrovia Transnordestina sem apresentar uma base técnica atualizada capaz de demonstrar as vantagens socioeconômicas do empreendimento e manteve a proibição ao início da execução das obras até que a questão seja resolvida. A decisão se baseia em processo aberto pela Advocacia-Geral da União (AGU) que determinava que o Ministério dos Transportes e a Infra SA. se abstivessem de assumir novos compromissos financeiros relacionados à retomada financeira da ferrovia.

O Estado de S.Paulo

 

Casa dos Ventos prevê mais 1,5 GW em projetos eólicos até 2028 e estuda expansão no Rio Grande do Sul

A Casa dos Ventos planeja implantar novos projetos eólicos no país que devem somar 1,5 GW (gigawatt), com início de operação previsto para o final de 2028, e estuda ampliar as atividades em áreas que considera menos vulneráveis ao corte de geração de energia, como o Rio Grande do Sul. “Seguimos com ritmo e cronograma de investimento relativamente robustos”, afirma Lucas Araripe, diretor-executivo da companhia, na contramão do cenário nacional, com a suspensão de aportes de empresas de fontes renováveis.

Folha de S.Paulo

 

TCU dá início a processo de fiscalização do leilão de baterias

O plenário do TCU (Tribunal de Contas da União) aprovou nesta quarta-feira (15) a abertura de processo de fiscalização na modalidade de acompanhamento do leilão de armazenamento de energia por meio de sistemas de baterias, previsto para dezembro deste ano. O processo está sob relatoria do ministro Jorge Oliveira, que também relatou o LRCAP (Leilão de Reserva de Capacidade em forma de Potência) de 2026, que contratou térmicas e hidrelétricas.  Oliveira frisou que a fiscalização poderia ser aberta por meio de “simples despacho”, mas preferiu trazer para aprovação dos pares, em razão da “relevância da materialidade do caráter inaugural do objeto, bem como de potenciais desdobramentos sobre a política pública setorial”.  

Ag. Infra

 

Saneamento avança após seis anos do marco legal, mas meta segue distante

Os investimentos em saneamento básico no país cresceram 51% desde a aprovação do Marco Legal do Saneamento, em 2020. Em 2024, último ano com dados consolidados, o setor recebeu R$ 29,1 bilhões em investimentos. Ainda assim, seis anos depois, o ritmo segue abaixo do necessário para garantir o alcance das metas fixadas. De acordo com um levantamento divulgado nesta quarta-feira (15) pelo Instituto Trata Brasil, o cenário ainda permanece desafiador no país e aponta que o ritmo ainda é insuficiente para universalizar os serviços até 2033, especialmente no caso da coleta e do tratamento de esgoto.

Cnn