Infraestrutura em Destaque – 14/08/2024

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Lorem ipsum dolor sit amet, consectBrasil investe menos de 2% do PIB em infraestrutura: Nos últimos dois anos, país investiu menos de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em infraestrutura, sendo a maior parte, cerca de dois terços, provenientes de investimentos privados, de acordo com o estudo realizado por Cláudio Frischtak, da Inter.B Consultoria, para o Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada (SINICON). O estudo revela graves deficiências em transportes e saneamento básico, destacando a necessidade de priorizar mobilidade urbana e gerenciamento de águas pluviais, em especial, após as enchentes no Rio Grande do Sul em abril de 2024. O estoque de capital em infraestrutura representa 35,5% do PIB, mas o ideal seria 60%, segundo o estudo. Para alcançar essa meta, o país precisa investir 4% do PIB anualmente nos próximos 25 anos. Desde 2014, houve uma queda de 21% nos investimentos em infraestrutura, impactados pelos escândalos de corrupção, como a Lava Jato. A participação do governo nos investimentos também caiu de 0,98% em2014para 0,61%em2024. Em2023, o Governo Federal lançou o novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), destinando R$ 1,7 trilhão até 2026 para áreas como transporte, água, inclusão digital e transição energética. Recentemente, foi lançado o PAC Seleções, que prioriza obras de macrodrenagem e mobilidade urbana. (Poder 360

TCU inicia debate sobre a reestruturação da concessão do Galeão: Hoje (14), o Tribunal de Contas da União (TCU) iniciou uma série de discussões que irão determinar as condições para que o grupo Changi Airports, atual responsável pela administração do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro (RJ), por meio da concessionária RioGaleão, continue na gestão do modal. Iniciada em 2014, a concessão será avaliada em um processo conduzido pela Secretaria de Controle Externo de Solução Consensual e Prevenção de Conflitos (SecexConsenso) do TCU, criada para mediar contratos de licitação. O prazo para o debate entre as partes é de até 120 dias. A primeira mesa de negociações ocorreu hoje, envolvendo representantes do TCU, da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), da Secretaria de Aviação Civil (SAC), da Advocacia Geral da União (AGU) e membros da concessionária. As discussões focam na revisão do valor da outorga, que é a licença para explorar o ativo da União, e na priorização dos investimentos que a concessionária deve realizar. A Changi Airports, que em 2022 havia solicitado a devolução da concessão devido à queda no número de passageiros e ao impacto da pandemia, reverteu sua decisão em 2024, após o Governo Federal impor restrições ao aeroporto Santos Dumont, favorecendo o Galeão. Enquanto as negociações ocorrem, o Aeroporto do Galeão tem registrado resultados positivos e projeta alcançar números recordes em 2024. A concessionária estima movimentar 4,6 milhões de passageiros internacionais ao longo do ano, uma marca inédita para o aeroporto. (Valor Econômico)  etur adipiscing elit. Ut elit tellus, luctus nec ullamcorper mattis, pulvinar dapibus leo.