Alvo de críticas devido à capacidade limitada e de reclamações de vizinhos sobre o excesso de ruído em seu entorno, o aeroporto de Congonhas passou a concentrar as principais rotas domésticas do mercado aéreo brasileiro que antes pertenciam, sobretudo, a Guarulhos. A oferta mostra a volta do protagonismo de um terminal marcado por acidentes nas décadas de 1990 e 2000 e que também está na mira de queixas sobre o impacto ambiental e os congestionamentos recorrentes nos seus arredores.
