Fora da mira das privatizações depois de quase três anos, o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) quer provar que tem as condições de “dar retorno” à União, o seu principal acionista. A definição é do diretor-presidente da estatal, Alexandre Gonçalves de Amorim, nomeado em fevereiro para o cargo pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Criado em 1965, o Serpro é a empresa de tecnologia da informação do governo federal, embora também tenha Estados, municípios e companhias privadas entre seus clientes.
