A Eletrobras vê espaço para ser ressarcida caso seja obrigada a honrar com os financiamentos da usina nuclear Angra 3 numa eventual desistência da implantação da central. A companhia, porém, trabalha com o cenário de que a usina será concluída e avalia que a continuidade das obras não depende de inclui-la no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que será lançado na sexta-feira (11), no Rio de Janeiro. A empresa é a garantidora dos financiamentos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e à Caixa Econômica Federal, da ordem de R$ 6 bilhões.
