Um grupo de dez grandes empresas interessadas no desenvolvimento de indústria de hidrogênio verde no Brasil (H2V) criou uma associação com objetivo de acelerar o debate em torno do marco regulatório para o setor. “O Brasil precisa passar uma mensagem mais clara e direta para entrar na competição global. Precisamos de um empurrão para sair da inércia”, afirma Luis Viga, presidente da Associação Brasileira da Indústria do Hidrogênio Verde (ABIHV). Viga é gerente-geral da Fortescue no Brasil, multinacional australiana do setor de mineração, que tem um projeto de R$ 20 bilhões para construção de uma usina de H2V no Porto do Pecém, no Ceará.
