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NOTÍCIAS DO DIA

Um resumo das principais notícias sobre infraestrutura e indústrias de base publicadas em jornais e agências de notícias

Gestoras criam fundos de debêntures incentivadas

Uma nova leva de fundos de debêntures de infraestrutura começa a chegar ao mercado em meio ao ensaio da retomada das ofertas de dívida corporativa incentivadas ­ que contam com isenção de imposto de renda para a pessoa física.

 

Fonte: Valor Econômico

Com compra de US$ 1,2 bi, chinesa CTG vira a maior geradora privada do País

Em apenas três anos, a elétrica China Three Gorges Corporation (CTG) se transformou n a maior geradora privada do Brasil. O último lance para a conquista da posição foi anunciado ontem com a compra dos ativos brasileiros da americana Duke Energy, em operação no País desde 1999, quando o setor elétrico estava sendo privatizado. Em fevereiro deste ano, a companhia anunciou que venderia todos os ativos da América Central e do Sul para se concentrar nos Estados Unidos.

 

Fonte: Valor Econômico

Siemens investe mais de € 5 bi e busca novo perfil

Com 170 anos de história e uma longa tradição no mercado de energia, a companhia tem feito uma forte reestruturação para se posicionar como um fornecedor de tecnologias para digitalização do mundo industrial, com sistemas que permitem capturar informações, analisar dados, automatizar e otimizar processos. A transição vem sendo liderada pelo CEO Joe Kaeser, em um plano batizado como Vision 2020, lançado em 2014, quase um ano após o executivo assumir o cargo.

Fonte: Valor Econômico

União pode manter ‘golden share’ na Eletrobras após privatização

O governo estuda se, no processo de privatização da Eletrobras em elaboração, a União terá uma “golden share”. Trata-se de um tipo de ação especial que dá poderes específicos ao detentor. A decisão sobre isso ainda será tomada e o Valor apurou que há avaliações de que a adoção desse mecanismo poderia facilitar o processo de tramitação do projeto de lei (PL) autorizando a perda de controle da estatal pelo Estado a partir da capitalização da companhia.

Valor Econômico 

Senado apressa tramitação de projeto que muda marco legal do saneamento

O Senado votará amanhã um projeto que muda o modelo legal de exploração do saneamento básico. A proposta retoma os mesmos termos da Medida Provisória 868, que perdeu a validade na segunda-feira sem ser votada pelo Congresso Nacional. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) e líderes governistas chegaram a articular a votação do projeto ainda ontem no plenário do Senado, após aprová-lo na Comissão de Infraestrutura (CI). Os partidos de oposição, contudo, pediram mais tempo para avaliar o texto. A ideia é que, sanadas as dúvidas, a matéria seja aprovada amanhã por acordo.

Valor Econômico 

Executiva da Equatorial deve assumir a Light

A Cemig, maior acionista da Light, com 26,06% de participação direta e 6,04% indireta, deve indicar Ana Marta Horta Veloso para assumir a presidência da distribuidora carioca, em reunião do conselho de administração marcada para 11 de dezembro. A escolha do nome da economista para substituir Paulo Roberto Pinto no cargo atende a estratégia da estatal mineira de manter um técnico experiente no comando da empresa e, ao mesmo tempo, aumentar sua influência política na companhia.

 

Fonte: Valor Econômico

Setor quer incluir energia solar em leilão para 2025

Às vésperas da publicação pelo Ministério de Minas e Energia da portaria com a sistemática para o leilão A-6, investidores do setor de energia solar reuniram-se nesta semana com o ministro Bento Albuquerque para discutir a inclusão da fonte no certame, que negociará contratos de novos empreendimentos com início de fornecimento em seis anos (2025). O argumento dos investidores é que a inclusão da fonte solar pode baratear o custo da energia no momento em que o governo discute formas de reduzir as tarifas do país.

Valor Econômico 

Regulação ainda é desafio para setor de saneamento

Uma década depois da criação de um arcabouço legal, o setor de saneamento gira em torno de um mesmo “desafio”: a falta de um ambiente de investimentos com segurança jurídica e estabilidade regulatória. Além da necessidade de recursos financeiros, a área esbarra na titularidade municipal da prestação do serviço e na falta de capacidade técnica em diversas regiões do país para colocar projetos de qualidade de pé.

 

Fonte: Valor Econômico

Analistas veem guerra de liminares até o dia do leilão das distribuidoras da Eletrobras

A liminar que levou o BNDES a suspender, na quinta-feira, o leilão de distribuidoras da Eletrobras localizadas nos estados de Amazonas, Rondônia, Acre, Piauí e Roraima deve ser apenas uma das muitas até a data do certame, marcado para 26 de julho. Esse tipo de ação, que já é comum em processos de venda de ativos públicos, ganhou uma incerteza adicional após a decisão do ministro Ricardo Lewandowski, do STF.

O Globo

Empresas esperam volta de planejamento

A criação do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) pode ser a grande oportunidade de o novo governo recuperar a capacidade de planejamento de médio e longo prazos no setor de infraestrutura, avalia o presidente da Abdib, Venilton Tadini. “A medida centraliza a coordenação de ministérios e órgãos ligados ao segmento, trazendo de volta a governança.”

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

CCCC avança no país e estuda investir em infraestrutura

Menos de um ano após inaugurar o escritório regional da América do Sul, em São Paulo, o conglomerado de infraestrutura China Communications Construction Company (CCCC) adquiriu uma empresa de engenharia -­ 80% da Concremat -­ e assinou o acordo de investimento para ter 51% de novo porto em São Luís (MA), que será construído em parceria com a WPR. Agora, se prepara para alçar novos voos. Os focos são investimentos em projetos greenfield ou já operacionais, mas com alto potencial de crescimento, nas áreas de portos, ferrovias, rodovias e aeroportos -­ nesta ordem de interesse.

 

Fonte: Valor Econômico

Levy defende reforma da Previdência como trampolim para investimentos em infraestrutura

O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, defendeu, nesta quinta-feira, 25, a reforma da Previdência como medida necessária para liberar recursos públicos para os investimentos em infraestrutura. O presidente do BNDES fez os comentários após fala do presidente executivo da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Venilton Tadini, que cobrou previsibilidade e segurança jurídica para fomentar os investimentos privados em infraestrutura.

O Estado de S. Paulo 

Comissão para analisar MP que viabiliza venda de distribuidoras da Eletrobras será instalada hoje

Será instalada hoje a comissão mista destinada a examinar e emitir parecer sobre Medida Provisória 855/18, que busca viabilizar a privatização das duas distribuidoras de energia elétrica que estão sob controle da Eletrobras: a Amazonas Energia e a Companhia Energética de Alagoas (Ceal). A MP 855/18 determina que as duas empresas poderão receber até R$ 3 bilhões para cobrir despesas com combustíveis usados na geração de energia elétrica entre 1º de julho de 2017 e a data da transferência do controle acionário para o novo operador, após a licitação.

Agência Câmara de Notícias

Artigo: Reformas e insegurança jurídica

Finalmente, a insegurança jurídica se remete às normas emitidas pela autoridade pública que dificultam o processo decisório das empresas e introduzem grande incerteza no ambiente de negócio. O problema é a insegurança que essas iniciativas acarretam: para as empresas, é melhor ter um regime estável, mesmo que do ponto de vista privado não seja o preferível, que um regime que mude em função das circunstâncias, gerando maior aversão ao risco pelos agentes econômicos. Esse, aliás, é um princípio que deve nortear a administração pública: o Estado prover mais segurança enquanto bem público, e minimizar a incerteza e imprevisibilidade para a sociedade, e dessa forma ampliar o horizonte das empresas e famílias. (Por Cláudio Frischtak)

Valor Econômico 

Novos donos da TAG vão investir R$ 1 bi em cinco anos

Após conclusão da venda da Transportadora Associada de Gás (TAG), para a Engie e o fundo canadense CDPQ, os novos controladores da companhia se preparam para um ciclo de investimentos de cerca de R$ 1 bilhão em cinco anos na sua malha de gasodutos. Segundo o diretor-presidente da TAG, Gustavo Labanca, o foco dos aportes será na manutenção da infraestrutura.

Valor Econômico