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NOTÍCIAS DO DIA

Serviço de curadoria produzido todas as manhãs no qual é apresentado um resumo das principais notícias sobre infraestrutura publicadas em jornais, agências de notícias e demais veículos de imprensa brasileira, com links para o conteúdo original.

Desde 2012, receita de transmissores de energia caiu 24%

A falta de pagamento das indenizações devidas pelo governo Dilma Rousseff às empresas que operam linhas de transmissão no País deve fazer as companhias enfrentarem uma situação “extremamente delicada” no ano que vem, reduzindo ainda mais os investimentos e aumentando o risco de fracasso de leilões, segundo afirmou ao “Estado” o especialista no setor elétrico, Cláudio Sales, responsável pelo Instituto Acende Brasil.
Fonte: O Estado de S. Paulo

 

Governo vai mudar modelo para nova privatização dos aeroportos

A nova rodada de privatização dos aeroportos terá importantes mudanças em relação aos modelos anteriores. Além da concessão em blocos (serão terminais no Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste), o governo decidiu que os valores das outorgas a serem pagas anualmente à União pelos novos concessionários serão variáveis: equivalerão a 13% sobre a receita bruta do concessionário a cada ano. O objetivo é garantir a capacidade de pagamento das empresas com prestações compatíveis com seu faturamento. Em contrapartida, os investidores terão que desembolsar à vista, no ato de assinatura do contrato, a metade do lance. No modelo anterior, o adiantamento era de 25%. Nos leilões passados, havia dois tipos de outorgas, com valor fixo e variável (entre 2% e 10% da receita bruta).

O Globo

Obras de mobilidade urbana não atendem maioria da população

A cidade do Rio recebe investimentos de mais de R$ 17 bilhões em projetos para ampliar o deficiente sistema de transporte até a Olimpíada de 2016, mas especialistas avaliam que a escolha da Barra da Tijuca como destino do parque olímpico e da maioria dos recursos reforça um modelo de cidade excludente, que não beneficia a maioria da população.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Fim

O conselho da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa) aprovou o processo de liquidação da empresa: em seis meses, a estatal paulista deixará de existir, conforme decisão do governo do Estado. Os quatro diretores da Dersa foram destituídos e um liquidante executará a gestão jurídica da empresa em seus dias finais. Entre 300 e 400 funcionários deverão ser desligados ao final do processo.

O Estado de S. Paulo

Fundo Coliseu faz acordo para venda de participação na Taesa por R$1,527 bi

O Fundo de Investimento Coliseu, um dos controladores da transmissora de energia elétrica Taesa, acertou um acordo preliminar para venda de sua participação à colombiana Empresas Públicas de Medellín por cerca de 1,527 bilhão de reais, informaram as empresas nesta sexta-feira. A participação a ser vendida pelo FIP Coliseu é de 22,14% do total de ações da Taesa, que tem entre os sócios controladores o grupo mineiro de eletricidade Cemig, com participação de 43,36%.

 

Fonte: Reuteres

Telefônica lucra mais

A Telefônica Brasil, dona da Vivo, registrou alta de 25% no lucro do terceiro trimestre, para R$ 1,21 bilhão, ante R$ 965,1 em igual período do ano passado. Por outro lado, entre janeiro e setembro o lucro caiu 6,7% no período. A receita líquida caiu 2,3%, para R$ 10,79 bilhões, no comparativo anual. O custo de vendas cresceu 6,7%, para R$ 5,85 bilhões. Com a alta nos custos, o resultado bruto caiu 11% para R$ 4,93 bilhões, ante R$ 5,55 bilhões em base anual. Os custos operacionais caíram 0,6%, em função da menor atividade comercial, contínua redução de custos comerciais pelas iniciativas de digitalização e automação.

Valor Econômico

Três tetos distintos

Na realidade os investimentos públicos em infraestrutura são o único “motor” de que o Brasil dispõe para uma retomada do crescimento que não fique limitado à média medíocre dos últimos anos. Para os mais conservadores e preocupados com o fiscal: se a economia pega no tranco, a arrecadação aparece e mitiga os gastos públicos. Vale lembrar que tem efeito multiplicador do gasto, a relação da equação Dívida/PIB, não porque a dívida é alta, mas sim, porque o PIB é baixo, o Brasil precisa crescer, e só crescerá com investimentos. Precisamos trabalhar nesse sentido.

Valor Econômico

Leilão adiado

A prefeitura de Erechim (RS) suspendeu indefinidamente o leilão dos serviços de água e esgotamento sanitário que estava marcado para segunda-feira (19). Segundo a divisão de licitações do município, o edital e anexos do processo serão revisados para esclarecer questionamentos feitos por empresas interessadas na licitação e pelo Tribunal de Contas do Estado. Entre as companhias interessadas estão Aegea, Allonda, Sano (da BMPI, holding de investimentos da construtora Barbosa Mello), Aviva Ambiental e a própria Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), que detém atualmente os serviços de água e esgoto em Erechim. O município tenta realizar o leilão desde 2016.

Valor Econômico

Copel Telecom II

O fundo Bordeaux será efetivamente dono da Copel Telecom só em janeiro – até lá, há uma série de datas no rito de venda estatal. Em 30 de novembro finda o prazo para interposição de recursos, enquanto em 9 de dezembro é feita a homologação do resultado do leilão. A assinatura do contrato de compra e venda está prevista para 14 de janeiro. Na segunda-feira, em um leilão com 19 lances em viva-voz, o Bordeaux arrematou a Copel Telecom por R$ 2,4 bilhões. A Sercomtel foi comprada, também em leilão, por R$ 130 milhões e assunção de dívida de R$ 600 milhões.

Valor Econômico

Petrobras fecha acordo

A Petrobras assinou um acordo de compromisso com a Shell e Petrogal, suas sócias no campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, para compra da plataforma P-71. Ao todo, a estatal pagará US$ 353 milhões pela unidade, que seria originalmente alocada no campo de Tupi, mas que será deslocada para o projeto de Itapu. O valor do negócio corresponde à parcela dos sócios na P-71. A Shell detém 25% do consórcio e a Petrogal mais 10%. A Petrobras informou que o acordo ainda está sujeito a condições precedentes relacionadas a marcos no avanço físico da plataforma. A P-71 está em fase final de construção no estaleiro Jurong, no Espírito Santo. A embarcação tem capacidade de produção de 150 mil barris/dia.

Valor Econômico

Renováveis precisam crescer mais, diz estudo

Será preciso aumentar em seis vezes a velocidade da adoção de energias renováveis no mundo para responder ao compromisso de se reduzir as emissões de gases-estufa e limitar o aumento global da temperatura em 2°C, conforme acertado no Acordo de Paris.

Valor Econômico

Demissões da Exxon

A Exxon Mobil informou ontem que vai demitir 1,9 mil funcionários nos Estados Unidos em razão da queda de demanda por petróleo em meio à pandemia de covid-19. A companhia afirmou que a maior parte dos cortes ocorrerá em Houston, e prevê tanto rescisões voluntárias quanto unilaterais. De acordo com a Exxon, haverá uma revisão global do seu quadro de 74 mil funcionários. A indústria de petróleo e gás já cortou dezenas de milhares de empregos neste ano. 

Valor Econômico

PCHs em Goiás

A comercializadora Tradener inaugurou ontem a pequena central hidrelétrica (PCH) de Tamboril, em Cristalina (GO). Com capacidade instalada de 15,8 megawatts (MW), a usina recebeu investimentos de R$ 110 milhões e foi contratada no último leilão de energia de reserva. A PCH faz parte do complexo hidrelétrico São Bartolomeu, que terá mais três usinas, com instalação já liberada pelo governo goiano. No total, São Bartolomeu terá 57,8 MW e exigirá R$ 410 milhões em aportes.

Valor Econômico

Engie busca novos ativos em leilões

A Engie Brasil Energia, maior empresa privada de geração de energia, quer continuar a reforçar sua presença nos leilões deste ano. Após estrear em 2017 no mercado de transmissão e comprar as hidrelétricas Jaguara e Miranda, que pertenciam à Cemig e tiveram seus contratos encerrados, a Engie mira novas aquisições nas áreas de energia e gás natural, ao mesmo tempo em que busca novos compradores para seus ativos a carvão.

Valor Econômico

Cemig reverte prejuízo

A Cemig, estatal mineira de energia elétrica, divulgou lucro de R$ 545 milhões no terceiro trimestre, revertendo prejuízo de R$ 292 milhões no mesmo período de 2019. A empresa também alcançou resultado positivo na receita líquida, que cresceu 4,9%, para R$ 6,37 bilhões. Operacionalmente, a receita foi beneficiada principalmente pelo aumento da receita com a tarifa de uso do sistema de distribuição (Tusd), com encargos cobrados dos consumidores livres sobre a energia distribuída.

Valor Econômico