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NOTÍCIAS DO DIA

Serviço de curadoria produzido todas as manhãs no qual é apresentado um resumo das principais notícias sobre infraestrutura publicadas em jornais, agências de notícias e demais veículos de imprensa brasileira, com links para o conteúdo original.

Desde 2012, receita de transmissores de energia caiu 24%

A falta de pagamento das indenizações devidas pelo governo Dilma Rousseff às empresas que operam linhas de transmissão no País deve fazer as companhias enfrentarem uma situação “extremamente delicada” no ano que vem, reduzindo ainda mais os investimentos e aumentando o risco de fracasso de leilões, segundo afirmou ao “Estado” o especialista no setor elétrico, Cláudio Sales, responsável pelo Instituto Acende Brasil.
Fonte: O Estado de S. Paulo

 

Fim

O conselho da Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa) aprovou o processo de liquidação da empresa: em seis meses, a estatal paulista deixará de existir, conforme decisão do governo do Estado. Os quatro diretores da Dersa foram destituídos e um liquidante executará a gestão jurídica da empresa em seus dias finais. Entre 300 e 400 funcionários deverão ser desligados ao final do processo.

O Estado de S. Paulo

Telefônica lucra mais

A Telefônica Brasil, dona da Vivo, registrou alta de 25% no lucro do terceiro trimestre, para R$ 1,21 bilhão, ante R$ 965,1 em igual período do ano passado. Por outro lado, entre janeiro e setembro o lucro caiu 6,7% no período. A receita líquida caiu 2,3%, para R$ 10,79 bilhões, no comparativo anual. O custo de vendas cresceu 6,7%, para R$ 5,85 bilhões. Com a alta nos custos, o resultado bruto caiu 11% para R$ 4,93 bilhões, ante R$ 5,55 bilhões em base anual. Os custos operacionais caíram 0,6%, em função da menor atividade comercial, contínua redução de custos comerciais pelas iniciativas de digitalização e automação.

Valor Econômico

Três tetos distintos

Na realidade os investimentos públicos em infraestrutura são o único “motor” de que o Brasil dispõe para uma retomada do crescimento que não fique limitado à média medíocre dos últimos anos. Para os mais conservadores e preocupados com o fiscal: se a economia pega no tranco, a arrecadação aparece e mitiga os gastos públicos. Vale lembrar que tem efeito multiplicador do gasto, a relação da equação Dívida/PIB, não porque a dívida é alta, mas sim, porque o PIB é baixo, o Brasil precisa crescer, e só crescerá com investimentos. Precisamos trabalhar nesse sentido.

Valor Econômico

Leilão adiado

A prefeitura de Erechim (RS) suspendeu indefinidamente o leilão dos serviços de água e esgotamento sanitário que estava marcado para segunda-feira (19). Segundo a divisão de licitações do município, o edital e anexos do processo serão revisados para esclarecer questionamentos feitos por empresas interessadas na licitação e pelo Tribunal de Contas do Estado. Entre as companhias interessadas estão Aegea, Allonda, Sano (da BMPI, holding de investimentos da construtora Barbosa Mello), Aviva Ambiental e a própria Companhia Riograndense de Saneamento (Corsan), que detém atualmente os serviços de água e esgoto em Erechim. O município tenta realizar o leilão desde 2016.

Valor Econômico

Copel Telecom II

O fundo Bordeaux será efetivamente dono da Copel Telecom só em janeiro – até lá, há uma série de datas no rito de venda estatal. Em 30 de novembro finda o prazo para interposição de recursos, enquanto em 9 de dezembro é feita a homologação do resultado do leilão. A assinatura do contrato de compra e venda está prevista para 14 de janeiro. Na segunda-feira, em um leilão com 19 lances em viva-voz, o Bordeaux arrematou a Copel Telecom por R$ 2,4 bilhões. A Sercomtel foi comprada, também em leilão, por R$ 130 milhões e assunção de dívida de R$ 600 milhões.

Valor Econômico

Petrobras fecha acordo

A Petrobras assinou um acordo de compromisso com a Shell e Petrogal, suas sócias no campo de Tupi, no pré-sal da Bacia de Santos, para compra da plataforma P-71. Ao todo, a estatal pagará US$ 353 milhões pela unidade, que seria originalmente alocada no campo de Tupi, mas que será deslocada para o projeto de Itapu. O valor do negócio corresponde à parcela dos sócios na P-71. A Shell detém 25% do consórcio e a Petrogal mais 10%. A Petrobras informou que o acordo ainda está sujeito a condições precedentes relacionadas a marcos no avanço físico da plataforma. A P-71 está em fase final de construção no estaleiro Jurong, no Espírito Santo. A embarcação tem capacidade de produção de 150 mil barris/dia.

Valor Econômico

Demissões da Exxon

A Exxon Mobil informou ontem que vai demitir 1,9 mil funcionários nos Estados Unidos em razão da queda de demanda por petróleo em meio à pandemia de covid-19. A companhia afirmou que a maior parte dos cortes ocorrerá em Houston, e prevê tanto rescisões voluntárias quanto unilaterais. De acordo com a Exxon, haverá uma revisão global do seu quadro de 74 mil funcionários. A indústria de petróleo e gás já cortou dezenas de milhares de empregos neste ano. 

Valor Econômico

PCHs em Goiás

A comercializadora Tradener inaugurou ontem a pequena central hidrelétrica (PCH) de Tamboril, em Cristalina (GO). Com capacidade instalada de 15,8 megawatts (MW), a usina recebeu investimentos de R$ 110 milhões e foi contratada no último leilão de energia de reserva. A PCH faz parte do complexo hidrelétrico São Bartolomeu, que terá mais três usinas, com instalação já liberada pelo governo goiano. No total, São Bartolomeu terá 57,8 MW e exigirá R$ 410 milhões em aportes.

Valor Econômico

Outorga de Guarulhos

O conselho de administração da Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos aprovou a proposta de postergação do pagamento da outorga de 2020 e reprogramou o pagamento das outorgas dos próximos quatro exercícios financeiros (nos anos de 2021, 2022, 2023 e 2024), com aplicação da taxa de desconto de até 8,55%, conforme valor definido pelo regulamento ou autoridade competente. Em março de 2020, a Medida Provisória nº 925 instituiu a possibilidade de postergação do recolhimento de outorgas das concessionárias de aeroportos.

Valor Econômico

Cemig reverte prejuízo

A Cemig, estatal mineira de energia elétrica, divulgou lucro de R$ 545 milhões no terceiro trimestre, revertendo prejuízo de R$ 292 milhões no mesmo período de 2019. A empresa também alcançou resultado positivo na receita líquida, que cresceu 4,9%, para R$ 6,37 bilhões. Operacionalmente, a receita foi beneficiada principalmente pelo aumento da receita com a tarifa de uso do sistema de distribuição (Tusd), com encargos cobrados dos consumidores livres sobre a energia distribuída.

Valor Econômico

Leilões na mira

A Ecorodovias está estudando participar de quatro leilões de rodovias. Três deles são federais: os da BR-153, entre Tocantins e Goiás; da BR-163; e da Rodovia Dutra. Além disso, há interesse na concessão estadual do Rio Grande do Sul, RSC-287, cujo leilão está previsto para dezembro. Grande parte das concorrências previstas para 2020 foram adiadas devido à pandemia, mas a expectativa é que, em 2021, o ritmo seja retomado, afirmou Marcello Guidotti, diretor financeiro do grupo, em teleconferência.

Valor Econômico

Mãos à obra

A operadora de rodovias também diz que o calendário de obras represadas por conta das medidas de isolamento social estão voltando à normalidade. Em 2021, o volume de investimentos já deverá ser retomado. Já as negociações com o governo paulista – tanto para os reequilíbrios contratuais quanto para novos investimentos – seguem em curso, , sem previsão de conclusão.

Valor Econômico

Copel Telecom I

Depois de garantir o lance mais alto no leilão da Copel Telecom, na segunda-feira, o fundo Bordeaux se prepara para usar capital nas disputas de leilão 5G. O fundo reúne investidores liderados pelo empresário Nelson Tanure e tem fôlego financeiro para novos negócios, na ambição de criar um polo tecnológico no Paraná, especialmente voltado ao agronegócio. Em outubro, o Bordeaux comprou a Sercomtel, de Londrina – aquisição que só faria sentido prático se o fundo conseguisse levar também a controlada Copel, disse ao Valor o consultor do fundo, Hélio Costa, ex-ministro das Comunicações. “O fundo entendeu que a boa aquisição seria das duas companhias e conseguiu viabilizar esse planejamento”, disse ele.

Valor Econômico

Desequilíbrio estável (2)

Não faz muito tempo fui convidado para falar 60 minutos sobre cotas. Deram-me 30 dias para organizar o que dizer. Não precisava tanto. As cotas fazem parte das minhas preocupações profissionais e acadêmicas desde 2012, quando o governo Dilma criou as de energia elétrica. Lembrei desse episódio ao ter conhecimento das manifestações à Consulta Pública 035/2020, da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Só a associação das distribuidoras, principais interessadas, pôs no cesto, que mais parece um cesto de roupas sujas, cinco emblemáticos pareceres jurídicos.

Valor Econômico