Início NOTÍCIAS DO DIA

NOTÍCIAS DO DIA

Um resumo das principais notícias sobre infraestrutura e indústrias de base publicadas em jornais e agências de notícias

Governo vai mudar modelo para nova privatização dos aeroportos

A nova rodada de privatização dos aeroportos terá importantes mudanças em relação aos modelos anteriores. Além da concessão em blocos (serão terminais no Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste), o governo decidiu que os valores das outorgas a serem pagas anualmente à União pelos novos concessionários serão variáveis: equivalerão a 13% sobre a receita bruta do concessionário a cada ano. O objetivo é garantir a capacidade de pagamento das empresas com prestações compatíveis com seu faturamento. Em contrapartida, os investidores terão que desembolsar à vista, no ato de assinatura do contrato, a metade do lance. No modelo anterior, o adiantamento era de 25%. Nos leilões passados, havia dois tipos de outorgas, com valor fixo e variável (entre 2% e 10% da receita bruta).

O Globo

Obras de mobilidade urbana não atendem maioria da população

A cidade do Rio recebe investimentos de mais de R$ 17 bilhões em projetos para ampliar o deficiente sistema de transporte até a Olimpíada de 2016, mas especialistas avaliam que a escolha da Barra da Tijuca como destino do parque olímpico e da maioria dos recursos reforça um modelo de cidade excludente, que não beneficia a maioria da população.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Fundo Coliseu faz acordo para venda de participação na Taesa por R$1,527 bi

O Fundo de Investimento Coliseu, um dos controladores da transmissora de energia elétrica Taesa, acertou um acordo preliminar para venda de sua participação à colombiana Empresas Públicas de Medellín por cerca de 1,527 bilhão de reais, informaram as empresas nesta sexta-feira. A participação a ser vendida pelo FIP Coliseu é de 22,14% do total de ações da Taesa, que tem entre os sócios controladores o grupo mineiro de eletricidade Cemig, com participação de 43,36%.

 

Fonte: Reuteres

Renováveis precisam crescer mais, diz estudo

Será preciso aumentar em seis vezes a velocidade da adoção de energias renováveis no mundo para responder ao compromisso de se reduzir as emissões de gases-estufa e limitar o aumento global da temperatura em 2°C, conforme acertado no Acordo de Paris.

Valor Econômico

Empresa apresenta proposta pela SuperVia

A empresa Starboard Restructuring Partners entregou, na última terça-feira, uma proposta para aquisição da parcela da Odebrecht TransPort na SuperVia, que administra os trens urbanos em 12 municípios do Estado do Rio. De acordo com fontes próximas às negociações, porém, não foi apresentado o pedido formal. A Starboard teria apenas feito uma apresentação e solicitado maiores detalhes sobre a SuperVia. Nessa documentação não estaria expresso um valor de aquisição.

O Globo

Engie busca novos ativos em leilões

A Engie Brasil Energia, maior empresa privada de geração de energia, quer continuar a reforçar sua presença nos leilões deste ano. Após estrear em 2017 no mercado de transmissão e comprar as hidrelétricas Jaguara e Miranda, que pertenciam à Cemig e tiveram seus contratos encerrados, a Engie mira novas aquisições nas áreas de energia e gás natural, ao mesmo tempo em que busca novos compradores para seus ativos a carvão.

Valor Econômico

Leilão pode gerar R$ 1,8 tri em tributos

Se o governo conseguir realizar o megaleilão do óleo excedente dos campos da área da cessão onerosa, na Bacia de Santos, poderá render aos cofres públicos uma arrecadação da ordem de R$ 1,8 trilhão em tributos e royalties ao longo dos 30 anos do período da concessão. A estimativa foi apresentada pelo diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Décio Oddone, em evento na Firjan.

O Globo

Impasse do TCU joga portos no limbo jurídico

O impasse em torno da legalidade do Decreto dos Portos relegou a um limbo jurídico contratos que poderiam se valer da norma para estender o prazo, conforme apurou o Valor. Ao menos quatro terminais que poderiam ser adaptados ao decreto e, na sequência, solicitar mais tempo para seguir explorando as áreas em portos públicos, venceram desde que a norma foi publicada, em maio de 2017. Por conta disso, operam hoje sob liminar.

Valor Econômico

Arteris vai crescer em três frentes no Brasil Joint venture entre a espanhola

Abertis e o fundo canadense Brookfield, a Arteris, dedicada a concessões rodoviárias, pretende crescer no Brasil em três frentes: novas licitações, aquisições, e mais investimentos em contratos existentes. A empresa detém hoje a maior rede de rodovias no país, com 3.463,4 quilômetros que já englobam a Via Paulista, nome da concessionária criada ao arrematar, em 2017, o lote paulista da Rodovia dos Calçados. “Não queremos necessariamente ser a maior por quilômetro, queremos ser a melhor, a mais rentável”, afirmou ao Valor o presidente da empresa, o espanhol David Díaz.

Valor Econômico

Emissões de emergentes têm mês mais fraco em dez anos

As emissões de países emergentes tiveram seu mês menos movimentado no mercado internacional de títulos de dívida desde a crise financeira de dez anos atrás, colocando em evidência os desafios que terão pela frente diante do desaquecimento previsto para o terceiro trimestre.

Valor Econômico

TCU determina relicitação de área da Libra em Santos

O TCU determinou a anulação do contrato de arrendamento do grupo Libra no porto de Santos. Com a decisão, a área ocupada pelo terminal será objeto de uma nova licitação, mas o novo arrendatário só assumirá em maio de 2020. Por unanimidade, o plenário do tribunal acatou o voto da ministra Ana Arraes, que entendeu que a renovação antecipada do contrato de Libra, em 2015, foi realizada de forma irregular, já que a empresa teria R$ 2 bilhões em dívidas com a autoridade portuária. O TCU deu 15 dias de prazo para o governo anular o contrato e 30 dias para apresentar cronograma para a licitação da área.

Valor Econômico

Juíza acata pedido de recuperação de Viracopos

O Tribunal de Justiça de São Paulo deferiu ontem o pedido de recuperação judicial da concessionária que administra o aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). A juíza Bruna Marchese, da 8ª Vara Cível de Campinas, entendeu que as requerentes preenchem os requisitos legais. O pleito foi feito no início do mês em nome das empresas Aeroportos Brasil Viracopos (ABV), concessionária que explora o ativo; Aeroportos Brasil, que é o acionista privado; e Viracopos Estacionamento, subsidiária da ABV.

Valor Econômico

Cemig prepara nova emissão externa de bônus

A Cemig deu início aos preparativos para uma nova emissão de bônus no mercado externo, ainda sem valores e prazos, que pode ocorrer até o meio do ano. A operação pode sair antes, portanto, da volatilidade prevista para o segundo semestre no cenário internacional, dada a perspectiva de continuidade de alta dos juros norte-americanos e, localmente, em função das eleições presidenciais. A Cemig retornou ao mercado de dívida, após vários anos, com US$ 1 bilhão em bônus de sete anos em novembro de 2017. O desempenho da operação surpreendeu positivamente o mercado.

O Estado de S. Paulo

Cosco planeja ampliar presença no mercado nacional

O estaleiro chinês Cosco quer reforçar sua presença no mercado brasileiro. Em meio à flexibilização da política de conteúdo local, no setor de petróleo e gás, a companhia vê espaço para novos contratos, de olho nas expectativas de crescimento de encomendas de plataformas, ao mesmo tempo que mira também a diversificação de seus negócios para outros setores além da indústria petrolífera. Em fevereiro, o grupo chinês firmou um contrato de representação comercial com a JVCS Consulting para identificar novas oportunidades de negócios no Brasil. Diretor-fundador da JVCS, Joaquim Vaz conta que o contrato prevê a prestação de serviços de apoio na elaboração de propostas e mapeamento de eventuais parceiros.

Valor Econômico

Metro de Fortaleza adiado

O consórcio formado pela Construtora Ferreira Guedes e pela espanhola Sacyr Construcción teve sua habilitação negada para a licitação de obras de R$ 1,7 bilhão do metrô de Fortaleza pela Procuradoria-Geral do Estado do Ceará. A dupla havia sido a única a entregar, no dia 10 de maio, documentação para a execução das obras de um projeto que tem sido alvo de uma série de contestações judiciais. Vencido inicialmente em 2013 pela espanhola Acciona em parceria com a Cetenco, que depois foi substituída pela construtora Marquise, as obras até o momento avançaram pouco mais de 3% por falta de repasse de recursos. A ruptura do contrato com os vencedores originais, em fevereiro, abriu a possibilidade para a realização de uma nova disputa. Avaliada em R$ 1,7 bilhão, a licitação visa a implantação das obras civis e sistemas e aqui

Valor Econômico