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NOTÍCIAS DO DIA

Um resumo das principais notícias sobre infraestrutura e indústrias de base publicadas em jornais e agências de notícias

América Latina muda e atrai maiores petroleiras mundiais

s maiores petroleiras do mundo estão fazendo enormes apostas na América Latina, região rica em petróleo que muitas companhias evitaram, no passado, devido a políticas econômicas restritivas e ameaça de nacionalismo no setor. Exxon Mobil, Shell e outras empresas participaram de leilões de áreas petrolíferas marinhas no México e no Brasil, de reservas de petróleo de xisto na Argentina e de grandes descobertas na Guiana.

Valor Econômico

Metro de Fortaleza adiado

O consórcio formado pela Construtora Ferreira Guedes e pela espanhola Sacyr Construcción teve sua habilitação negada para a licitação de obras de R$ 1,7 bilhão do metrô de Fortaleza pela Procuradoria-Geral do Estado do Ceará. A dupla havia sido a única a entregar, no dia 10 de maio, documentação para a execução das obras de um projeto que tem sido alvo de uma série de contestações judiciais. Vencido inicialmente em 2013 pela espanhola Acciona em parceria com a Cetenco, que depois foi substituída pela construtora Marquise, as obras até o momento avançaram pouco mais de 3% por falta de repasse de recursos. A ruptura do contrato com os vencedores originais, em fevereiro, abriu a possibilidade para a realização de uma nova disputa. Avaliada em R$ 1,7 bilhão, a licitação visa a implantação das obras civis e sistemas e aqui

Valor Econômico

Cosco planeja ampliar presença no mercado nacional

O estaleiro chinês Cosco quer reforçar sua presença no mercado brasileiro. Em meio à flexibilização da política de conteúdo local, no setor de petróleo e gás, a companhia vê espaço para novos contratos, de olho nas expectativas de crescimento de encomendas de plataformas, ao mesmo tempo que mira também a diversificação de seus negócios para outros setores além da indústria petrolífera. Em fevereiro, o grupo chinês firmou um contrato de representação comercial com a JVCS Consulting para identificar novas oportunidades de negócios no Brasil. Diretor-fundador da JVCS, Joaquim Vaz conta que o contrato prevê a prestação de serviços de apoio na elaboração de propostas e mapeamento de eventuais parceiros.

Valor Econômico

Arteris vai crescer em três frentes no Brasil Joint venture entre a espanhola

Abertis e o fundo canadense Brookfield, a Arteris, dedicada a concessões rodoviárias, pretende crescer no Brasil em três frentes: novas licitações, aquisições, e mais investimentos em contratos existentes. A empresa detém hoje a maior rede de rodovias no país, com 3.463,4 quilômetros que já englobam a Via Paulista, nome da concessionária criada ao arrematar, em 2017, o lote paulista da Rodovia dos Calçados. “Não queremos necessariamente ser a maior por quilômetro, queremos ser a melhor, a mais rentável”, afirmou ao Valor o presidente da empresa, o espanhol David Díaz.

Valor Econômico

Expansão de renováveis valoriza

A forte expansão de eólicas e solares que vem sendo aplicada no país nos últimos anos não é motivo de alegria apenas para os agentes dessas fontes. O aumento da participação de fontes intermitentes na matriz traz a necessidade de uma complementação de geração térmica, que desde o leilão A-6 do ano passado viu duas usinas serem leiloadas, além de ver a Prumo Logística assumir uma usina da Bolognesi em construção. “A expansão aqui vai estar calcada com fontes renováveis e complementadas com geração térmica. Acho que vai continuar a ter muita geração térmica no médio e longo prazo”, avisa Xisto Vieira, presidente da Associação Brasileira das Geradoras Termelétricas. De acordo com Vieira, a expansão da fonte térmica na esteira das renováveis é um movimento que também acontece nos países mais desenvolvidos da Europa e nos Estados Unidos. Segundo ele, na Califórnia, a cada 3 MW de renováveis contratados, deve ser contratado 1 MW térmico. Ele acredita que o novo presidente da empresa de Pesquisa Energética, Reive Barros, saberá analisar o nível de penetração das renováveis no país para fazer um planejamento ideal par o setor.

Canal Energia

Governo vai mudar modelo para nova privatização dos aeroportos

A nova rodada de privatização dos aeroportos terá importantes mudanças em relação aos modelos anteriores. Além da concessão em blocos (serão terminais no Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste), o governo decidiu que os valores das outorgas a serem pagas anualmente à União pelos novos concessionários serão variáveis: equivalerão a 13% sobre a receita bruta do concessionário a cada ano. O objetivo é garantir a capacidade de pagamento das empresas com prestações compatíveis com seu faturamento. Em contrapartida, os investidores terão que desembolsar à vista, no ato de assinatura do contrato, a metade do lance. No modelo anterior, o adiantamento era de 25%. Nos leilões passados, havia dois tipos de outorgas, com valor fixo e variável (entre 2% e 10% da receita bruta).

O Globo

Novo plano de investimento da Petrobras pode ser maior

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, vê espaço para que a empresa volte a aumentar os investimentos, ainda que de forma pontual, na nova versão do plano de negócios da companhia. A petroleira prepara uma revisão do atual plano, que prevê aportes de US$ 74,5 bilhões entre 2018 e 2022, montante praticamente estável em relação ao planejamento estratégico anterior. O plano de negócios da petroleira é revisado anualmente. Parente prega que o planejamento estratégico da empresa é uma “ferramenta dinâmica”, ajustada sempre que “há razões para isso”.

Valor Econômico

Demanda de primeira leva de aeroportos concedidos está 30% abaixo da prevista

A demanda dos cinco aeroportos concedidos à iniciativa privada no governo Dilma Rousseff está, em média, 30% abaixo do projetado na época dos leilões em 2012 e 2013. Levantamento feito pelo ‘Estado’, com base em dados da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e nos editais de licitação, mostra que, até o ano passado, a frustração de demanda somava 40 milhões de passageiros nos Aeroportos de Guarulhos (SP), Brasília, Viracopos (SP), Confins (MG) e Galeão (RJ). A diferença entre a movimentação projetada e a real poderá se intensificar ainda mais com a atual disparada do dólar. A alta da cotação chega num momento em que algumas concessionárias começavam a registrar ligeira reação na demanda de passageiros – depois de uma drástica revisão nos números da época da licitação.

O Estado de S. Paulo

Governo vai à AGU por cessão onerosa

Sem chegar a um acordo com a Petrobrás no prazo previsto, o governo recorreu ontem à Advocacia-Geral da União (AGU) para acabar com impasse legal e fechar acordo para a revisão do contrato de cessão onerosa da Petrobrás. Com a decisão, a equipe econômica busca segurança jurídica para selar os termos com a estatal e levar adiante a assinatura da revisão. O impasse alonga ainda mais o processo de negociação e amplia as incertezas em relação à possibilidade de o megaleilão de concessão à iniciativa privada do excedente de óleo da área no pré-sal ser realizada este ano. Ele pode render R$ 100 bilhões aos cofres do governo.

O Estado de S. Paulo

Para evitar despesas, governo tenta apressar a relicitação

Os problemas financeiros enfrentados por concessionárias de rodovias e aeroportos, principalmente as que arremataram empreendimentos leiloados no governo de Dilma Rousseff, aumentam o risco de esses negócios voltarem às mãos do governo e trazerem novas despesas. Um exemplo é o da BR153 em Goiás e Tocantins, que foi concedido à Galvão. Praticamente abandonado, sem receber investimentos, o trecho acabou retomado pelo governo, que precisou fazer um tapa-buraco de emergência. Na mesma trilha estão o aeroporto de Viracopos, que tem processo de caducidade aberto pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a ferrovia Transnordestina e alguns trechos rodoviários que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) não revela quais são.

O Estado de S. Paulo

Novo prazo para rodovias fica no papel

Ao contrário do que prometeu às concessionárias, o governo decidiu não mais propor medida provisória (MP) ou projeto de lei para alongar de 5 para até 14 anos o prazo para a realização de investimentos prometidos em contratos de concessão de rodovias federais. Segundo informou ao Estado o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro, os termos da MP 800 poderão ser recriados por um projeto de lei a ser apresentado por algum deputado da base governista. Mas ainda não está decidido se a iniciativa será tomada. No momento, é feita uma avaliação política sobre as chances de a iniciativa avançar. “Já estou pronto a apresentar (o projeto de lei), desde que o governo apoie e o presidente da Câmara se comprometa em pautar”, disse o deputado Maurício Quintella (PR-AL), que era o ministro dos Transportes.

O Estado de S. Paulo

Senado aprova indicação de Sandoval Feitosa para Aneel

Com 37 votos favoráveis, sete contrários e uma abstenção, o Senado aprovou a indicação de Sandoval de Araújo Feitosa Neto para compor a diretoria da Aneel. A votação ocorreu em plenário na noite da última quarta-feira, 16 de maio. Horas antes, os senadores haviam aprovado a indicação de Rodrigo Limp. Sandoval Feitosa é natural do Piauí, tendo se formado engenheiro eletricista pela Universidade do Maranhão (UFMA), com mestrado em Engenharia Elétrica e MBA em Gestão Empresarial com ênfase em Estratégia. Trabalhou na Cemar e na Chesf antes de ingressar na Aneel, onde é superintendente.

Canal Energia

Ex-diretor da Aneel Reive Barros é nomeado presidente da EPE

O ex-diretor da Aneel Reive Barros foi nomeado pelo presidente da República para ocupar a cadeira de presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), segundo decreto publicado no Diário Oficial da União (DOU) nesta quinta-feira, 17 de maio. Barros, que deixou a Aneel em janeiro deste ano, terá mandato de dois anos no órgão responsável pelo planejamento do setor elétrico. Ele substitui Luiz Augusto Barroso, que pediu demissão em abril após o deputado Fernando Coelho Filho deixar o Ministério de Minas e Energia.

Canal Energia

Fazenda recria grupo de mercado de capitais

O Ministério da Fazenda finaliza os últimos detalhes de uma portaria que recria o grupo de trabalho (GT) de mercado de capitais, que buscará discutir e propor iniciativas para melhorar a eficiência e reduzir custos do segmento na economia brasileira. Composto por representantes dos Ministérios de Fazenda e Planejamento, Banco Central e autarquias como a Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a novidade dessa reedição do GT, que teve sua primeira versão em 2004, é a inclusão do BNDES no colegiado.

Valor Econômico

Estudo vai mostrar quanto será preciso investir para adotar 5G

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Associação Global de Operadoras Móveis (GSMA) estão elaborando um contrato para fazer um estudo sobre a necessidade de investimento para as futuras redes de quinta geração (5G) de serviços móveis na América Latina. A iniciativa faz parte dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, de modo a dar condições para a implantação de uma infraestrutura digital.

Valor Econômico