fbpx
Curso Regulação Econômica
Início NOTÍCIAS DO DIA

NOTÍCIAS DO DIA

Serviço de curadoria produzido todas as manhãs no qual é apresentado um resumo das principais notícias sobre infraestrutura publicadas em jornais, agências de notícias e demais veículos de imprensa brasileira, com links para o conteúdo original.

Galp reverte prejuízo

A Galp Energia reportou lucro líquido de € 71 milhões (US$ 83,6 milhões) no segundo trimestre, revertendo prejuízo de € 154 milhões no mesmo período do ano passado. O resultado foi impactado por ganhos operacionais, que quase dobraram no período, impulsionados pela alta dos preços do petróleo bruto Brent e pelo aumento da demanda por derivados. A receita do trimestre aumentou 94% para € 3,52 bilhões.

Valor Econômico

EDP e a crise hídrica

A EDP Brasil tem fôlego financeiro para suportar a pressão de caixa trazida pela crise hídrica às duas distribuidoras do grupo, segundo o presidente da companhia elétrica, João Marques da Cruz. “O grupo é suficientemente forte para acomodar isso. As distribuidoras que não estão cobertas por um grupo econômico forte podem sofrer com a situação, pelo  valor extremamente elevado da energia. E é natural que essa pressão possa gerar perdas e inadimplência, mas por enquanto nossos indicadores estão controlados”, disse o executivo, em conversa com jornalistas.

Valor Econômico

Rumo abre novo trecho da Norte-Sul em Goiás

A Rumo, empresa de logística do grupo Cosan, inaugura nesta terça-feira (27) o trecho considerado mais importante de sua operação na Ferrovia Norte-Sul. Em março deste ano, a empresa já havia iniciado a movimentação na primeira etapa da via, entre Estrela D’Oeste (SP) e São Simão (GO). Agora, a companhia coloca em funcionamento o novo terminal de Rio Verde (GO), que permitirá uma ampliação considerável do volume de carga transportado. “O novo terminal fica 200 km acima de São Simão. Então, a ferrovia chegará mais perto dos produtores do Sudoeste de Goiás e poderá captar carga do Leste do Mato Grosso”, diz Pedro Palma, vice-presidente comercial da Rumo. A estrutura, que demandou R$ 400 milhões de toneladas de grãos por ano.

Valor Econômico

 

Assembleia da Petrobras pode levar a aumento do número de conselheiros

A Petrobras anunciou a convocação, para 27 de agosto, da Assembleia Geral Extraordinária (AGE) que elegerá o novo conselho de administração (CA) da empresa. Ao todo, onze nomes disputam as oito das vagas em jogo, numa concorrência direta entre União e minoritários. Investidores tentam elevar o grau de representatividade no colegiado. Se bem-sucedidda a investida, a eleição pode provocar um aumento no número de assentos do conselho da estatal.

Valor Econômico

 

Silva e Luna mantém venda de ativo, mas persiste risco político

A gestão de Joaquim Silva e Luna à frente da Petrobras completa 100 dias hoje, marcada pela continuidade do programa de venda de ativos a despeito das dúvidas iniciais de que um militar, na presidência, pudesse mudar o perfil liberal das últimas administrações da petroleira. Nos primeiros meses sob novo comando, a companhia concluiu cinco negócios que estavam em andamento, no valor de US$ 2,6 bilhões; assinou quatro novos contratos, no valor de US$ 425 milhões; e lançou no mercado três novos processos de desinvestimentos. Na política de preços, houve uma mudança na estratégia, na tentativa de se reduzir a volatilidade por meio de um espaçamento maior dos reajustes. 

Valor Econômico

Huawei vai acelerar testes para 5G

A fabricante chinesa de equipamentos de telecomunicações Huawei vai acelerar a realização de testes da tecnologia de quinta geração (5G) de redes móveis – o edital para leiloar novas licenças de 5G sai em agosto, segundo o Ministério das Comunicações. A empresa investiu R$ 35 milhões para criar um centro de inovação, batizado de Ecosystem Innovation Technology Center, em São Paulo. O plano é atrair universidades e startups para experimentos que simulam condições reais da nova geração de redes móveis, em diferentes setores da economia.

Valor Econômico

Cade pode usar até 240 dias para julgar venda da Oi Móvel

O fato de a operação de aquisição da Oi Móvel por Claro, TIM Brasil e Telefônica, dona da Vivo, ter sido declarada como “complexa” pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) não muda o prazo de análise previsto em lei, nem significa necessariamente que o caso será remetido ao tribunal da autarquia de defesa da concorrência. Em despacho publicado na última sexta-feira, a Superintendência-Geral do Cade informou que a operação necessita de análise mais aprofundada. Procuradas, nem a Oi nem as três operadoras quiseram se manifestar sobre o tema. Claro, TIM e Telefônica se comprometeram em 2020 a pagar R$ 16,5 bilhões pelos ativos móveis da operadora em recuperação judicial.

Valor Econômico

Artigo: O papel dos Estados no novo mercado de gás natural

Após a edição da nova Lei Federal do Gás e do decreto que a regulamenta, as atenções do setor estão voltadas para a futura regulamentação da ANP e, mais especialmente, para as legislações estaduais, novas e antigas. Os Estados têm a competência constitucional para “explorar diretamente, ou mediante concessão, os serviços locais de gás canalizado, na forma da lei, vedada a edição de medida provisória para a sua regulamentação”. Ou seja, na ponta da cadeia de gás, cada Estado deve decidir as suas regras sobre a sua distribuição, no limite do seu território. E isso resulta em diversas leis que nem sempre são compatíveis com a legislação federal que cuida do resto da cadeia, ou, simplesmente, na ausência de legislação estadual sobre o tema, o que é igualmente prejudicial para a expansão do setor.

(Anabal Santos Jr. engenheiro com especialização em Engenharia de Petróleo e mestre em Regulação de Energia, é secretário executivo da Associação Brasileira de Produtores Independentes de Petróleo e Gás Natural (ABPIP). Daniela Santos é mestre em direito constitucional pela PUC-RJ, sócia da SG Advogados)

Valor Econômico

Evitar o apagão da energia elétrica terá preço elevado

Menos de um mês depois de o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, ter pedido à população que economizasse água e energia elétrica, em rede de rádio e televisão, a crise hídrica subiu de tom. O Operador Nacional do Sistema (ONS) soltou nota técnica, na semana passada, alertando que prevê o “esgotamento de praticamente todos os recursos” do período sem chuvas. Ou seja, os reservatórios estarão praticamente vazios. No pior cenário previsto pelo ONS, que implica o menor uso das termelétricas, o Brasil precisaria importar 2 gigawatts de energia para garantir o abastecimento, o equivalente a nada menos do que produzem Angra 1 e 2 juntas.

Valor Econômico

MME busca oferta adicional nos mercados regulado e livre

O Ministério de Minas e Energia (MME) definiu ontem novos critérios para contratação de oferta adicional de energia das usinas. A ação é voltada para usinas termelétricas que mantêm contratos de suprimento no ambientes regulado, que atende à demanda das distribuidoras, e no mercado livre, formado por grandes consumidores. A medida se soma ao conjunto de ações excepcionais para suprir a escassez de oferta de energia elétrica no país, tais como a compra de energia de usinas sem contrato (Merchant) e a importação da Argentina e do Uruguai.

Valor Econômico

Indústria química teme mais os custos que a falta de energia

A crise hídrica e energética, que pode se agravar nos próximos meses, preocupa a indústria química brasileira mais pelo aumento de custos que provoca que pela ameaça de escassez de energia. De acordo com Ciro Marino, presidente da Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), o setor teve duas reuniões com o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque para conversar sobre o cenário dos próximos meses. “O que entendemos é que o governo federal tem muito bem equacionado onde está o problema, tem um bom diagnóstico”, afirmou.

Valor Econômico

Crise hídrica já estava anunciada, diz pesquisador

No início do ano passado, seis dos sete reservatórios que abasteciam a Grande São Paulo estavam com mais de 85% de seus níveis máximos. Dois deles (Rio Claro e São Lourenço)​ chegaram a ultrapassar a própria capacidade. Menos de um ano depois, a pior seca em quase cem anos começava a dar seus primeiros sinais. A mudança brusca de cenário não surpreende José Wanderley Marangon, doutor em engenharia elétrica pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). O engenheiro tem passagens por dois dos principais órgãos ligados a energia no Brasil, como assessor da diretoria da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) e consultor do Ministério de Minas e Energia de 2001 a 2003.

Folha de S.Paulo

 

ONS abre chamada para contratar energia emergencial de usinas térmicas

O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) abriu nesta segunda (26) chamada pública para a contratação emergencial de usinas térmicas sem contrato para ajudar a poupar água nos reservatórios das hidrelétricas brasileiras. A chamada é direcionada a geradores que não têm contrato de venda de energia, com o objetivo de adicionar nova capacidade ao sistema. Os contratos terão prazo de até seis meses, prorrogáveis por mais 30 dias para o consumo de eventuais sobras de combustíveis. As regras para a contratação foram publicadas pelo governo na sexta (23). Em comunicado divulgado nesta segunda, o ONS pede que eventuais interessados informem a capacidade disponível, o custo de geração e os prazos contratuais desejados.

Folha de S.Paulo

 

Setores elétrico e farmacêutico, comércio e profissionais divulgam manifesto contra reforma do IR

Em mais uma ofensiva contra a reforma tributária do Imposto de Renda, um grupo de 22 instituições divulgou nesta segunda-feira, 26, um manifesto pedindo o arquivamento do projeto em tramitação na Câmara. As instituições que assinam o documento, que será enviado individualmente a todos os parlamentares, representam o setor elétrico, o comércio de bens e serviços (nacional e internacional), sociedades profissionais e a indústria farmacêutica. O grupo argumenta que a mudança, além de tornar o sistema tributário ainda mais complexo, aumentará sensivelmente a carga tributária das empresas e da classe média brasileira, além de gerar insegurança jurídica e desemprego. 

O Estado de S.Paulo

Santander capta US$ 150 mi do IFC para financiar energia solar em casas

O banco Santander captou US$ 150 milhões com a International Finance Corporation (IFC), do Banco Mundial, para financiar exclusivamente painéis solares para residências e pequenos negócios. A carteira desse tipo de empréstimo dentro do Santander já representa R$ 1,5 bilhão e a previsão é ultrapassar os R$ 2 bilhões nos próximos meses. O setor tem crescido rápido, com a alta na conta de luz. Bradesco, Banco do Brasil, Itaú, Santander e BV, entre outros, estão de olho nesse mercado. O BV, por exemplo, criou um braço independente para tocar a demanda, chamado Meu Financiamento Solar. Com isso, viu a carteira chegar a R$ 1,2 bilhão no primeiro trimestre, com alta de 263% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

O Estado de S.Paulo

INSCREVA-SE NA NOSSA LISTA DE CONTATOSANÁLISE E INFORMAÇÕES EXCLUSIVAS SOBRE A INFRAESTRUTURA BRASILEIRA

Economistas especializados em infraestrutura, notícias do setor e novas oportunidades.