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O Barômetro da Infraestrutura Brasileira é uma sondagem semestral realizada pela Abdib e EY de forma digital que captura a opinião de gestores de investimentos e especialistas que apoiam a estruturação de projetos de infraestrutura.
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NOTÍCIAS DO DIA

Serviço de curadoria produzido todas as manhãs no qual é apresentado um resumo das principais notícias sobre infraestrutura publicadas em jornais, agências de notícias e demais veículos de imprensa brasileira, com links para o conteúdo original.

Acordo Mercosul-UE abre mercado no transporte de cabotagem do país

O Mercosul abriu parte de seu mercado de transporte de cabotagem no acordo com a União Europeia. Dez anos após sua implementação, navios europeus poderão transportar contêineres no serviço regional, ou seja, entre países do bloco sul-americano. “Mas preservamos o mercado nacional”, disse ao Valor o secretário Nacional de Portos, Diogo Piloni. Ou seja, ficam de fora rotas como Manaus a São Paulo, por exemplo. “Essa foi uma decisão estratégica.”

Valor Econômico 

Estatal contabiliza atrasos por exigência de conteúdo local

A Petrobras possui, atualmente, 19 projetos atrasados, devido a questões ligadas à política de conteúdo local, sobretudo às indefinições sobre o pedido de perdão pelo não cumprimento dos índices de nacionalização (“waiver”). A estatal já entrou com pedido de isenção dos compromissos assumidos nos contratos de Libra e Sépia, no pré-sal da Bacia de Santos, mas ainda aguarda a resposta da ANP e o avanço das discussões sobre a regulamentação do perdão, que movimenta um quente debate no mercado.

Fonte: Valor Econômico

Segundo trem da Rnest deve operar a partir de 2023

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) prevê o início de operação do segundo trem (linha de produção) da Refinaria Abreu e Lima (Rnest) em 2023. O segundo trem vai adicionar 115 mil barris diários de capacidade de processamento à refinaria, dobrando a capacidade atual do complexo. 

 

Fonte: Valor Econômico

Empreiteiras da Lava-Jato pedem chance de retomada

Com as carteiras de obras mais magras do que nunca, empreiteiras investigadas na Lava-Jato avaliam que já fizeram a lição de casa e defendem medidas para a retomada da construção pesada, mergulhada em seu pior momento e sem perspectiva de recuperação a curto prazo. Segundo as empresas, isso depende mais da reativação econômica e priorização de investimentos públicos e privados em infraestrutura do que delas próprias.

Fonte: Valor Econômico

Editorial: Saneamento pode abrir ciclo de investimentos

As novas regras, que colocam a Agência Nacional de Águas (ANA) como ente de regulação da atividade, têm ainda uma sustentação no BNDES, com sua grande experiência em modelagens de projetos de privatização. O da Cedae, do Rio, um caso emblemático de ineficiência, está pronto. É grande a capacidade de projetos no setor alavancarem investimentos, criando muitas vagas no mercado de trabalho, o que pode deflagrar um círculo virtuoso. A existência de inúmeros pequenos municípios não será empecilho para o novo marco retirar o Brasil dos últimos lugares nos rankings de saneamento, porque poderão ser formados blocos que combinem áreas de cidades maiores, mais atrativas às empresas, com regiões menos favoráveis, para que a rentabilidade do investimento seja garantida.

O Globo

Huawei e rivais planejam investir de R$ 8 bi a R$ 10 bi no 5G no país

Com ou sem a participação da chinesa Huawei, a futura rede 5G no Brasill já atrai gigantes globais de infraestrutura de telecomunicações e indústrias de diferentes setores. Há investimentos iniciais entre R$ 8 bilhões e R$ 10 bilhões até 2025 e que só devem sair do papel após o governo realizar o leilão da quinta geração da telefonia, previsto para o primeiro semestre de 2021.

O Globo

Acordo entre União e Rio deve incluir privatização de estatal

A venda da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) está no centro do plano de recuperação fiscal do Rio, que é elaborado pelo Ministério da Fazenda e o governo fluminense.
 
Fonte: Valor Econômico

Governo quer realocar R$ 410 milhões para operação na Amazônia comandada por Mourão

O governo enviou nesta segunda-feira (10) ao Congresso seis pedidos para realocar quase R$ 6 bilhões do Orçamento federal. Uma das áreas atendidas é o Ministério da Defesa, que aguarda R$ 410 milhões para compensar as despesas feitas pelas Forças Armadas na operação contra o desmatamento da Amazônia pilotada pelo vice, Hamilton Mourão. Outro verde O programa, chamado Verde Brasil 2, foi lançado em maio e prorrogado até novembro, mas não tem orçamento até hoje. Ações do Exército em outras frentes foram desaceleradas para bancar a operação de Mourão.

Folha de S. Paulo

Leilão vai enxugar sobras de energia

Antes de programar novos leilões de geração de energia, “organizar a casa”. Esse é o objetivo do governo. Para isso, estão sendo preparadas várias medidas para melhorar a eficiência do setor elétrico e aumentar a confiança dos investidores.

 

Fonte: Valor Econômico

Presidente propõe e TCU vai fiscalizar ANTT sobre concessões rodoviárias

O presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Raimundo Carreiro, propôs e o Plenário determinou, na última quarta-feira (4), que seja realizada ação de controle na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). O objetivo da fiscalização do TCU é analisar questões de cumprimento de prazo das concessões, valores dos pedágios, obras de infraestrutura e os recursos da União envolvidos, entre outros aspectos. O ministro-presidente definiu a situação das rodovias como “um quadro desalentador”. Pois apresentam altos índices de inexecução de investimentos, apesar da cobrança excessiva de tarifas de pedágio; há a ocorrência de acidentes fatais por colisões frontais em trechos que já deveriam estar duplicados; e algumas concessionárias estão com dificuldades para obter financiamentos.

TCU Notícias

Setor privado deve buscar oportunidades para investir em municípios, diz consultor

O economista-chefe da GO Associados, Gesner Oliveira, disse que os municípios brasileiros têm ampla capacidade de executar projetos de infraestrutura e que o setor privado precisa se informar melhor sobre as oportunidades de investimentos mais exequíveis nas cidades espalhadas pelo Brasil, não só focar grandes chances oriundas da esfera federal, como Eletrobras ou Cedae. Segundo Oliveira, há duas razões básicas para investidores darem mais atenção aos municípios. Por incumbências constitucionais ou legislativas, as prefeituras têm responsabilidades direta pela prestação de serviços de infraestrutura nas áreas de drenagem, resíduos sólidos, saneamento básico e iluminação pública.

Valor Econômico

Transposição recebe licença de operação

Depois de oito anos de atraso em seu cronograma original, o primeiro eixo da Transposição do São Francisco finalmente recebeu licença de operação, documento fornecido pelo Ibama que autoriza, oficialmente, o funcionamento do sistema de entrega de água na Região Nordeste do País. A autorização foi dada após avaliação de uma série de programas ambientais de monitoramento da qualidade da água, conservação de fauna e flora, fornecimento de água e apoio técnico para pequenas atividades de irrigação.

O Estado de S. Paulo

Covid-19 evidencia peso do transporte terrestre no PIB

Dois anos após a greve dos caminhoneiros, ocorrida em 2018, a importância do transporte rodoviário de carga reaparece durante a pandemia. Embora a participação dessa atividade no Produto Interno Bruto (PIB) seja de apenas 1,4%, sua importância não fica restrita somente a este percentual, segundo indica estudo realizado pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Valor Econômico

Participação da Huawei no 5G ganha força

O governo Jair Bolsonaro já admite, reservadamente, recuar na ideia de banir a chinesa Huawei da disputa pela construção da infraestrutura de telefonia 5G. A mudança, por ora ainda tratada como uma possibilidade entre assessores do presidente, seria uma consequência da vitória de Joe Biden nos Estados Unidos. Não se espera, no Palácio do Planalto e no Itamaraty, discurso de confrontação com o futuro presidente americano. Nos bastidores, o que se diz é que compromissos com Donald Trump terminam com o mandato do atual presidente.

Valor Econômico

Oi propõe vender ativos e reacende movimento de consolidação no país

O plano de recuperação judicial apresentado pela Oi na segunda-­feira reativou o movimento de consolidação do mercado brasileiro de telecomunicações, colocado em banho­-maria, em fevereiro, quando a LetterOne, empresa de investimento do bilionário russo Mikhail Fridman, desistiu de mediar a fusão entre Oi e TIM. Agora, a Oi colocou a placa de vende-­se em diversos ativos, inclusive operações móveis, ateando fogo na pólvora de um mercado que costuma atuar em silêncio, nos bastidores.

 

Fonte: Valor Econômico