ONS corta geração por excesso de oferta de energia pela segunda vez no ano
O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) acionou o plano emergencial para reduzir o excesso de geração de energia no país neste domingo (23). A medida, adotada pela segunda vez em 2026 em pouco mais de dois meses, busca garantir a segurança do sistema elétrico nacional diante da expectativa de menor consumo de energia durante o fim de semana. O plano de gestão de excedentes, que deverá ocorrer entre 11h e 13h30, prevê a restrição da geração de usinas conectadas às redes de distribuição, as chamadas usinas Tipo III. O grupo inclui pequenas centrais hidrelétricas (PCHs), usinas a biomassa, além de eólicas e solares de menor porte que ficam sob responsabilidade das distribuidoras.
Pela 2ª vez no ano, ONS aciona plano emergencial: entenda o corte de geração para equilibrar sistema elétrico
Para reduzir o excesso de geração de energia elétrica no Sistema Interligado Nacional (SIN), o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) acionou neste domingo o plano de gestão de excedentes nas redes das distribuidoras para equilibrar a oferta e a demanda de eletricidade. É a segunda vez neste ano que a medida emergencial é adotada. Na prática, o ONS impõe uma interrupção na geração de energia de diferentes fontes para evitar um descasamento entre oferta e demanda que possa provocar algum tipo de apagão.
Mesmo sem isenção de imposto, data centers aceleram no Brasil
Mesmo sem a aprovação dos benefícios fiscais previstos no Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata), o setor de centros de processamento de dados no Brasil vai aumentar sua capacidade instalada em 30% este ano, considerando os projetos já em andamento. O ritmo de expansão está acima da média dos últimos cinco anos, que tem girado em torno de 20% ao ano, de acordo com pesquisa da consultoria JLL. Esta aceleração tem a ver com projetos que visam suprir demandas locais que não podem ser adiadas, mesmo sem o programa de incentivos, afirma Bruno Porto, gerente de Logística e Data Centers da JLL. “Há um crescimento natural do mercado local para suprir essa deficiência de infraestrutura digital”, diz.
Mesmo sem isenção de imposto, data centers aceleram no Brasil
Mesmo sem a aprovação dos benefícios fiscais previstos no Regime Especial de Tributação para Serviços de Data Center (Redata), o setor de centros de processamento de dados no Brasil vai aumentar sua capacidade instalada em 30% este ano, considerando os projetos já em andamento. O ritmo de expansão está acima da média dos últimos cinco anos, que tem girado em torno de 20% ao ano, de acordo com pesquisa da consultoria JLL. Esta aceleração tem a ver com projetos que visam suprir demandas locais que não podem ser adiadas, mesmo sem o programa de incentivos, afirma Bruno Porto, gerente de Logística e Data Centers da JLL.
TCU pauta projeto de concessão da Rota 2 de Julho para quarta-feira (26)
O plenário do TCU (Tribunal de Contas da União) prevê julgar na próxima quarta-feira (26) o processo sobre a concessão da chamada Rota 2 de Julho. O trecho compreende as BRs-324/116/BA, que antes estavam sob administração da ViaBahia. A possibilidade de o projeto ter o aval da corte de contas na próxima semana aumenta a chance de o leilão do ativo ocorrer ainda neste ano, como planeja o governo, apesar do calendário mais apertado para novos certames serem marcados em 2026.
ONS suspende geração excedente de energia pela 2ª vez no ano
O ONS (Operador Nacional do Sistema Elétrico) acionou pela 2ª vez no ano o plano emergencial para reduzir a geração de energia diante do excesso de oferta no SIN (Sistema Interligado Nacional). A medida ocorreu das 11h às 13h30 de domingo (23.ago.2026), sem impacto para o consumidor, afetando apenas as distribuidoras. O objetivo é preservar a segurança do sistema diante da expectativa de menor consumo no fim de semana.
Governo estuda zerar pedágio para carros em rodovias de baixo tráfego
O governo federal estuda mudar a cobrança de pedágio em concessões de rodovias de baixo tráfego e criar categorias diferentes para veículos de passeio e caminhões leves, segundo apurou a CNN. A proposta prevê separar a atual categoria 1, que reúne diferentes tipos de veículos, em duas faixas: uma para caminhões leves, de dois eixos, e outra denominada “comercial leve”, destinada a carros de passeio e motos. Para a segunda categoria, a ideia é diminuir o valor cobrado no pedágio, e caso haja espaço financeiro, a tarifa poderá ser zerada. Porém, o estudo ainda está em andamento e não deve ser implementado neste ano, de acordo com fontes que conversaram com a reportagem.

