O Fundo Monetário Internacional (FMI) destacou que os subsídios aos combustíveis fósseis atingiram um recorde de US$ 7 trilhões em 2022, um aumento de US$ 2 trilhões nos dois anos anteriores, em meio à luta para restringir o aquecimento global a 1,5 ºC e enquanto países sofrem com “calor extremo”. Segundo relatório, publicado no blog do fundo, os subsídios custaram 7,1% do Produto Interno Bruto (PIB) global e ocorreram à medida que os governos apoiavam os consumidores e as empresas durante o aumento dos preços energia.
