O projeto que regulamenta o mercado de crédito de carbono no Brasil passou a prever o direito de indígenas, quilombolas e comunidades extrativistas participarem da geração e comercialização desses créditos, por meio de projetos desenvolvidos em seus territórios. Para isso, deverão existir cláusulas contratuais que garantam indenizações a essas populações em caso de danos. A proposta em tramitação no Senado é uma versão negociada entre o governo Lula (PT), que prepara a regulamentação do mercado, e o Legislativo, onde já tramitavam projetos de lei sobre essa regulação.
