Concessionária de telefonia fixa com 7,05 milhões de assinantes, a Oi – que está em sua segunda recuperação judicial, com dívidas em torno de R$ 44 bilhões – tenta reduzir as perdas financeiras geradas por este serviço fazendo a migração gradual de clientes para redes baseadas em outras tecnologias que não a de cabos metálicos. Só a reposição de cabos metálicos. Só a reposição de cabos de cobre roubados custou R$ 70 milhões à companhia em 2022. Embora a Lei Geral de Telecomunicações (LGT) ampare essa modernização, carta enviada em agosto a clientes da operadora chamou a atenção de especialistas em regulação por prever a possibilidade de cancelamento da linha fixa caso o assinante não opte em 90 dias por uma das duas tecnologias oferecidas no lugar do cobre.
