A nova edição do Programa de Aceleração do Crescimento, renomeado de Novo PAC, retoma a visão do Estado como indutor do desenvolvimento, uma marca das gestões petistas no governo federal. Os investimentos com recursos do Orçamento Geral da União e via empresas estatais continuam a ser parte relevante do programa, embora esta terceira edição do PAC também traga, como uma das novidades, maior participação do setor privado. Economistas e especialistas em infraestrutura ouvidos pelo Valor manifestam preocupação com o fato de o relançamento do PAC coincidir com um momento em que há dúvidas no mercado sobre a capacidade do governo de cumprir as metas fiscais.
