Notícias do Dia – 29/07/2024

Após privatização da Sabesp, setor de saneamento prevê R$ 111 bilhões em novas concessões no país Passada a privatização da Sabesp, o mercado de água e esgoto no Brasil volta...

Após privatização da Sabesp, setor de saneamento prevê R$ 111 bilhões em novas concessões no país

Passada a privatização da Sabesp, o mercado de água e esgoto no Brasil volta suas atenções à agenda de novas concessões do setor. Ao todo, os grandes projetos em estudo poderão contratar até R$ 111 bilhões em investimentos, em 12 Estados do país, de acordo com especialistas e fontes ouvidas pelo Valor. Já há dois leilões marcados: um do governo do Piauí, com previsão de R$ 8,6 bilhões em obras, e outro em Sergipe, em estruturação pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), com investimento de R$ 6,3 bilhões. 

Valor Econômico

 

Transição para baixo carbono requer US$ 3 tri, diz Yellen

A transição para uma economia global de baixo carbono demandará investimentos de US$ 3 trilhões, disse no sábado a secretária do Tesouro dos Estados Unidos, Janet Yellen durante evento promovido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), na capital paraense. “Estar tão perto da magnífica Amazônia também é um lembrete de que a transição para uma economia global de baixo carbono também é a maior oportunidade econômica do século XXI”, disse Yellen.

Valor Econômico

 

Leilão de energia de usinas do Paraguai atrai dez empresas

O primeiro leilão de energia de usinas do Paraguai atraiu dez empresas que apresentaram propostas para fazer a comercialização. As concorrentes disputam o direito de comprar a energia do país vizinho para revender no mercado livre brasileiro. A proposta vencedora sai em até 30 dias, após a habilitação. O critério de escolha do vencedor será definido com base no maior preço em dólar por megawatt/hora, ou a proposta que ofereça o maior benefício econômico para a Ande, estatal paraguaia que promoveu o evento.

O Globo

 

Bandeira tarifária de energia volta a ser verde em agosto, sem cobrança extra

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira a bandeira tarifária verde para o mês de agosto. Segundo a agência, a decisão aconteceu em função de condições favoráveis para a geração de energia elétrica no país, como o volume de chuvas na Região Sul. Em junho, as contas tiveram acréscimo devido à bandeira tarifária amarela, que foi acionada pela primeira vez desde abril de 2022.

O Globo

 

Conta de luz em agosto volta a ter bandeira verde, sem custo extra, diz Aneel

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) anunciou nesta sexta-feira, 26, a bandeira tarifária verde para o mês de agosto. O órgão citou com justificativa as condições favoráveis para a geração de energia elétrica no País, incluindo o volume de chuvas na região Sul. Para este mês de julho, houve o acionamento da bandeira tarifária amarela pela primeira vez desde abril de 2022. A classificação “amarela” indica condições de geração de energia menos favoráveis e, na prática, leve a um acréscimo de R$ 1,885 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Para agosto, as contas de energia elétrica dos consumidores não terão custo extra.

O Estado de S.Paulo

 

Petrobras e IBP lançam projeto de equidade em plataformas

Para estimular a presença de mais mulheres em sondas e plataformas de exploração de petróleo e gás, a Petrobras e o IBP (Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás) assinam, nesta segunda (29), um convênio para viabilizar o projeto “O mar também é delas”. Coordenado pelo IBP, ele será lançado na ROG.e (Rio Oil & Gas), em setembro, no Rio de Janeiro, e a intenção é torná-lo um grande pacto entre as empresas do setor de petróleo e gás em prol da equidade de gênero.

Folha de S.Paulo

 

Chinesas dominam 90% do mercado solar brasileiro

Fabricantes chinesas dominaram o mercado brasileiro de placas solares e hoje concentram 89% das unidades vendidas no país. A WEG, gigante brasileira, só possui 1% de participação. Relatório da Solfácil, consultoria especializada no setor, mostra que a Deye lidera com 22% do volume comercializado, seguido pela Goodwe (18%) que explora projetos maiores. “O Brasil já é reconhecido como uma das principais potências mundiais na implementação de projetos de energia solar”, diz Fabio Carrara, CEO e fundador da Solfácil. “Com a contínua diminuição dos custos, mais pessoas devem investir nessa fonte sustentável de energia.”

Folha de S.Paulo