Projeto de hidrogênio verde da Vale para cadeia do aço se torna prioridade para UE
O projeto de hidrogênio verde da Vale e da europeia Green Energy Park para reduzir a pegada de carbono da cadeia do aço entrou para a lista de prioridades do Global Gateway, afirma a mineradora brasileira. O programa da União Europeia (UE) pretende destinar até € 300 bilhões a investimentos de impacto em escala global até 2027. Anunciado em outubro, o projeto da Vale e da Green Energy Park quer viabilizar a construção de uma planta de hidrogênio verde no Brasil, que abastecerá o que chamam de “megahub” — um complexo industrial para produção de produtos metálicos de baixo carbono.
Artigo: Combinação entre financiamento do BNDES e mercado privado continua fundamental para desenvolvimento
O financiamento é fundamental para impulsionar os investimentos de forma a sustentar o crescimento econômico de longo prazo. É, neste ponto, salutar observar que mercado privado e fundos públicos têm apresentado expansão de forma complementar. Os bancos públicos, especialmente o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), têm cumprido um importante papel nesse sentido, tanto no financiamento e participação na forma de private equity quanto na estruturação de Parcerias Público-Privadas (PPPs) e concessões públicas ao setor privado. No mercado financeiro privado, as empresas captaram R$ 541 bilhões entre janeiro e setembro de 2024, maior volume da série iniciada em 2012, e 15,9% superior ao período homólogo de 2023. As emissões de debêntures chegaram a R$ 325,6 bilhões, especialmente em infraestrutura e gestão ordinária.
( Antonio Corrêa de Lacerda, Economista, professor-doutor do Programa de Pós-graduação em Economia Política da PUC-SP, foi presidente do Conselho Federal de Economia (Cofecon))
O Estado de S.Paulo
Republicanos pressionam Trump para manter créditos de energia limpa de Biden
Um grupo crescente de republicanos e líderes empresariais está se unindo em torno de uma causa improvável. Eles querem proteger os créditos fiscais da era Biden para energia eólica, solar e outras alternativas limpas. O presidente Donald Trump fez do desmantelamento dos esforços federais para enfrentar as mudanças climáticas uma parte central de sua agenda, eliminando regras ambientais, retendo fundos aprovados pelo Congresso, demitindo funcionários, interrompendo permissões para desenvolvimentos de energia eólica e acelerando projetos de combustíveis fósseis.
Novo diretor da ANTT divide superintendência de concessões entre rodovias e ferrovias
A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) vai dividir as funções na Sucon (Superintendência de Concessão da Infraestrutura) para fazer frente aumento no volume de demandas, com uma equipe voltada ao estudo para concessões de ferrovias e outra dedicada ao pacote rodoviário, que inclui, além dos leilões, grande volume de repactuações de contratos, também chamadas de otimizações. A informação foi dada em entrevista à Agência iNFRA pelo diretor-geral interino da agência, Guilherme Sampaio, que assumiu o posto em fevereiro, com a saída do ex-diretor-geral Rafael Vitale, e está indicado pelo governo ao Senado para ficar em definitivo com a vaga.
Eólicas offshore terão crescimento recorde em 2025, diz agência
Projetos de eólicas offshore –produção de energia eólica através de torres no mar– que entrarão em operação neste ano somam uma potência de 19 GW (gigawatts). Se esse cenário se confirmar, este será o ano com a maior entrada em termos de capacidade operação de eólicas offshore na história e supera a recessão de projetos eólicos marinhos observada em 2024, quando 7,7 GW foram adicionados. Em 2023, 10,3 GW entraram em operação. De acordo com um relatório da Rystad Energy, a China será a grande responsável pelo recorde, com novos projetos no país asiático respondendo por 65% (12,35 GW) do total estimado para entrar em operação neste ano. Outros países que trarão contribuições relevantes para o setor são o Reino Unido e a Alemanha. Eis a íntegra do documento (PDF – 334 kB, em inglês).

