Notícias do Dia – 02/09/2024

ABDIB NA IMPRENSA: Segurança jurídica do marco legal do saneamento gera grande movimentação no setor Após a revisão do Marco Legal, o total de investimentos previstos em saneamento deve chegar...

ABDIB NA IMPRENSA: Segurança jurídica do marco legal do saneamento gera grande movimentação no setor

Após a revisão do Marco Legal, o total de investimentos previstos em saneamento deve chegar a R$ 327,9 bilhões para atender a universalização. A estimativa é da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) e esse montante inclui projetos já concedidos (R$ 44,3 bilhões), propostas em estudo no BNDES (R$ 105,4 bilhões), investimentos da Sabesp, Copasa, entre outras (R$ 93,5 bilhões) e os recorrentes que serão aplicados por Estados e municípios em dez anos (R$ 84,7 bilhões). “Nos últimos anos, observamos mais mudanças do que tivemos em 20 anos”, diz Venilton Tadini, presidente executivo da entidade. Pelo levantamento da entidade, serão necessários mais R$ 197,5 bilhões até 2033.

Valor Econômico

 

ABDIB NA IMPRENSA: O déficit de investimentos

A necessidade de financiamento de infraestrutura surge do déficit existente atualmente. Os baixos níveis de investimento em infraestrutura no Brasil podem ser constatados de diversas maneiras, desde a percepção do cidadão comum quanto à oferta e à qualidade dos empreendimentos do setor, até os resultados de rankings internacionais, em que se avalia comparativamente a oferta de serviços de infraestrutura entre diferentes países.

No mesmo sentido, o Relatório de 2023 da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) indica que há um gap de investimento anual de 2,32% do PIB, que equivale a uma lacuna de aproximadamente R$ 250 bilhões por ano.

Estratégia

 

Abertura do mercado de gás no Rio atrai grandes consumidores

A abertura do mercado livre de gás natural no Rio de Janeiro marca um importante movimento entre as grandes empresas consumidoras do insumo. A expectativa de migração para esse modelo de contratação é elevada, mas ainda há correções a serem feitas e os riscos para quem entra nesse segmento não são poucos. Os primeiros acordos com produtores ou comercializadoras foram firmados na busca de melhores condições de preço e suprimento, flexibilidade para definir valores de contratos em diferentes indexadores, novos canais de fornecedores e competitividade.

Valor Econômico

 

Entrada de novos consumidores depende de tarifas

O ano de 2024 deve significar um ponto de inflexão no mercado de gás no Rio de Janeiro, não apenas pelo avanço do ambiente regulatório, mas pela expectativa de mais oferta e entrantes em busca do combustível para uso em diversos ramos de atuação. Ainda assim, é um processo novo e com demandas que precisam ser atendidas, como a regulamentação da Tarrifa de Uso do Sistema de Distribuição (TUSD). Além disso, as transportadoras de gás no Brasil ainda não estão totalmente preparadas para receber consumidores industriais. 

Valor Econômico

 

Brava Energia será o novo nome da 3R com a Enauta

Brava Energia é o novo nome da empresa resultante da fusão entre a 3R Petroleum e a Enauta, concluída no mês passado. A nova marca, divulgada para o mercado desde sexta-feira (30), reflete o posicionamento de uma petroleira 100% brasileira, resultado de um estudo realizado para o “rebranding” da companhia, disse o presidente da Brava, Décio Oddone. Após a fusão, a marca da 3R Petroleum predominou inicialmente, mas a criação de um novo nome estava nos planos da nova companhia. Enquanto a Enauta tinha uma visão voltada para a diversificação, a 3R tinha como foco “revitalizar, redesenvolver e repensar” campos maduros.

Valor Econômico

 

Duplicação da BR-163 avança em MT, após mudanças na concessão

Quem circula pela BR-163 ouve falar, com frequência, sobre a duplicação da rodovia e a chegada da Ferrogrão, ferrovia que pretende ligar os Estados de Mato Grosso e do Pará. Nas rodas de conversa entre os caminhoneiros, a constatação é de que o progresso virá, seja por asfalto ou ferrovia. A realidade está mais favorável, no curto prazo, às novas pistas da 163, principalmente no trecho sob administração da concessionária Nova Rota do Oeste, entre os municípios Itiquira (MT) e Sinop (MT). 

Valor Econômico

 

Conta de luz ficará mais cara, com bandeira vermelha em vigor a partir de hoje; entenda

A tarifa de energia elétrica voltará a ter sobretaxa a partir deste domingo. Isso porque, em meio à queda no nível dos reservatórios, causada pela seca que atinge o país, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou a bandeira vermelha patamar 2, que entra em vigor hoje. É a primeira vez que isso acontece em pouco mais de três anos. A bandeira vermelha patamar 2 não era acionada desde agosto de 2021. Uma sequência de bandeiras verdes foi iniciada em abril de 2022 e interrompida apenas em julho de 2024, com bandeira amarela, seguida de bandeira verde em agosto.

O Globo

 

ONS confirma apagão no sistema isolado de Roraima e diz que energia já foi restabelecida

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) confirmou neste domingo, 1º, o desligamento automático total do sistema isolado de Roraima. A ocorrência foi registrada às 11h53. A concessionária Roraima Energia, distribuidora de eletricidade que atende o Estado, informou que um desligamento das usinas termelétricas que atendem a rede local ocasionaram um blecaute no sistema na região. “As causas do desligamento ainda estão sendo avaliadas”, afirmou a empresa.

O Estado de S.Paulo


Silveira: consumidor poderá escolher fornecedor de energia com abertura do mercado livre até 2030

O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse que o Projeto de Lei (PL) de Reforma do Setor Elétrico vai propor que a abertura do mercado livre de energia ocorra “no máximo” até 2030. Com isso, todos os consumidores passarão a poder escolher seu fornecedor de energia. Ele afirmou que o texto já está pronto e que os debates na Casa Civil e com outros órgãos ligados à Presidência da República já começaram.

O Estado de S.Paulo

 

Artigo: Brasil precisa de Plano Real de energia com a lógica do mercado, e não a do intervencionismo

Sempre fico pensando por que no Brasil sai governo, entra governo de diferentes matizes ideológicos e as políticas para o setor de infraestrutura não são consistentes, e sempre têm em comum um gostinho de populismo? Fico pensando, também, por que os governos não entendem que quem gera mais emprego e mais renda para a população é o setor de infraestrutura? Sem falar que hoje o grande custo Brasil está na logística. No Brasil, convivemos durante décadas com a inflação até a chegada do Plano Real, que comemorou este ano 30 anos do seu lançamento. O Plano Real da economia deveria inspirar o governo a criar um Plano Real para o setor de infraestrutura e, em particular, o da energia, que trouxesse uma governança moderna permitindo uma maior segurança jurídica e estabilidade regulatória, sempre olhando a lógica de mercado com incentivos à concorrência.

( Adriano Pires, Diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE) )

O Estado de S.Paulo

 

Gestoras investem pesado em fundos de infraestrutura em meio a incentivos do governo

Um conjunto de medidas tomadas pelo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tornou o momento ideal para os fundos de infraestrutura, que têm entregado rentabilidade superior a outros investimentos alternativos, como os fundos imobiliários e os fiagros (fundos do agronegócio). Os fundos de investimento em infraestrutura aplicam em títulos de dívida de concessionárias e empresas autorizadas a explorar serviços públicos de diversos setores, como rodovias, saneamento e energia, e têm como uma característica importante a isenção do Imposto de Renda. Isso se eles tiverem ao menos 85% de suas alocações em debêntures incentivadas.

Folha de S.Paulo

 

Aneel anuncia bandeira vermelha 2 em setembro, e conta de luz vai subir

A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) anunciou, na noite desta sexta-feira (30), que a bandeira tarifária de setembro será vermelha patamar 2, que corresponde a um acréscimo de R$ 7,877 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos. Esse é o primeiro acionamento da bandeira vermelha patamar 2 desde agosto de 2021. O motivo da medida, segundo a agência, é a previsão de chuvas abaixo da média em setembro, resultando em expectativa de afluência nos reservatórios das hidrelétricas do país (em cerca de 50% abaixo da média).

Folha de S.Paulo