Em entrevista ao GLOBO, Jean Paul Prates defende sua política de “abrasileirar” preços de combustíveis para conciliar os interesses da Petrobras e do consumidor, define a exploração da Margem Equatorial “com comedimento” como decisiva para repor reservas de petróleo e delimita alvos internacionais. Ele afirmou que a empresa está pronta para, até o fim do ano, apresentar um novo plano para responder ao desafio da transição energética sem tirar o foco da produção no pré-sal e na exploração de novas fronteiras petrolíferas para repor reservas.
