Reservatórios de água da Grande SP atingem nível mais baixo desde a crise hídrica de 2014 e 2015
Em 2014 e 2015, a região metropolitana de São Paulo sofreu a maior crise hídrica de sua história, obrigando a população a mudar seus hábitos e a aprender a economizar água, devido ao racionamento imposto por vários meses. Dez anos depois, o nível dos sete sistemas que abastecem os municípios da região estavam em 41,1% de sua capacidade no dia 14, o menor desde o auge da crise, em 2015, quando chegou a apenas 11,4% na mesma data. Se levarmos em conta o dia 14 de agosto de 2013, no ano anterior à grande crise, o volume estava em 61,1%, ou seja, os reservatórios estavam 20 pontos percentuais mais cheios do que agora.
Aneel recomenda renovação da concessão da Enel Rio ao governo
A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, por maioria, a recomendação da renovação antecipada da concessão da Enel Rio ao Ministério de Minas e Energia (MME). O processo foi analisado nesta terça-feira, 19 pelo colegiado. Trata-se do primeiro pedido de prorrogação de contrato da empresa italiana no Brasil. Ainda restam pendentes as análises sobre as concessões em São Paulo e no Ceará. A concessionária havia formalizado, em março, o pedido de prorrogação do contrato atual, que expira em dezembro de 2026. Com o aval da Aneel, o processo segue agora para o Executivo.
Venda de aeroportos da Motiva caminha para fim e deve ficar com consórcio
A venda de 20 aeroportos da Motiva (ex-CCR) caminha para suas fases finais e a companhia segue firme com a intenção de vender todo o bloco. A entrega das propostas vinculantes – quando os compradores fazem ofertas firme de preço – está prevista para setembro e a perspectiva é que o negócio seja fechado ainda este ano. Considerando o interesse da empresa em realizar a venda de todos os aeroportos, a solução que se desenha é da venda ser feita para um consórcio, dada a dificuldade inicialmente encontrada para atrair um único interessado para todos os aeroportos. “A transação fatiada é mais complexa, inclusive por questões fiscais”, apurou a Coluna com fonte próxima ao processo.
Senado aprova novos diretores para agências de Energia Elétrica e Petróleo
O Senado Federal aprovou nesta terça-feira (19) os nomes dos novos diretores da ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica), Gentil Nogueira e Willamy Frota, e da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), Artur Watt, para a cadeira de diretor-geral, e Pietro Mendes. Agora, as aprovações serão encaminhadas ao Palácio do Planalto, que deverá publicar as nomeações. Os novos diretores foram sabatinados na CI (Comissão de Serviços de Infraestrutura) na tarde de terça (19) e tiveram suas indicações aprovadas no colegiado e em plenário.
Senado aprova nomes para diretorias da ANAC e ANA
O plenário do Senado aprovou nesta terça-feira (19) as indicações de Tiago Faierstein ao cargo de diretor-presidente da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), do brigadeiro Rui Chagas Mesquita e de Antonio Mathias Nogueira Moreira às vagas de diretores da autarquia. Mathias teve 28 votos favoráveis e 23 contrários. Faierstein, 48 votos sim e 2 não. Rui Chagas teve 46 votos sim, 3 votos não e uma abstenção. Na ANA (Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico) a indicação de Leonardo Góes Silva foi aprovada para exercer o cargo de diretor da agência, com 48 votos favoráveis, 2 contrários e uma abstenção. Cristiane Collet Battiston foi aprovada para a diretoria com 56 votos favoráveis e uma abstenção. Larissa Oliveira Rêgo foi aprovada por unanimidade com 54 votos.
Enel responde à crítica de Tarcísio sobre contrato de concessão e falta de investimento
Após ser criticado pelo governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a distribuidora de energia elétrica Enel emitiu um posicionamento ressaltando seu compromisso com os mais de 8 milhões de clientes atendidos na concessão de São Paulo e elencando investimentos que está estruturando. Durante o Fórum VEJA Infraestrutura, nesta segunda-feira, 18, o governador disse que “a empresa não faz CAPEX, nãofaz OPEX, porque aquilo não vai ser reconhecido na tarifa (devido ao modelo da concessão).

