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Seção : NOTÍCIAS DO DIA

Um resumo das principais notícias sobre infraestrutura e indústrias de base publicadas em jornais e agências de notícias


Ontem, após apreciação de todas as contribuições enviadas no processo de consulta e audiência públicas, a Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Infraestrutura do Paraná (Agepar) publicou nota técnica final, em que reconheceu o reposicionamento completo de 25,63%, mas com aplicação de 8,53% neste ano e de outra sete parcelas de 2,11%, atualizadas anualmente pela taxa básica de juros (Selic). Esse reajuste residual vai se somar ao reajuste ordinário anual para recomposição da inflação.

 

Fonte: Valor Econômico

Universalizar o acesso aos serviços de saneamento básico no país exige investimentos de R$ 317 bilhões até 2035, segundo estudo do Instituto Trata Brasil. Até 2015 (último dado disponível), 83,3% da população tinham acesso à água e 50,3% contavam com a coleta de esgoto — ou seja, o serviço ainda não está disponível para cem milhões de brasileiros. De acordo com os cálculos do instituto, que consideram um período de 20 anos a partir de 2015, isso significaria uma média anual de investimento de R$ 16 bilhões, ou 72,8% a mais em relação ao montante aplicado entre 2005 e 2015.

 

Fonte: O Globo

No primeiro semestre do ano passado, o Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP) obteve do governo a autorização para renovar sua concessão. O contrato, que venceria em 2023, foi estendido para 2048. Como contrapartida, o TCP irá investir R$ 1,1 bilhão na área.  O novo contrato assinado em 2016 prevê a expansão do terminal para 487 mil metros quadrados, incluindo a construção de um novo cais público de 220 metros de extensão. Ao todo, o TCP deverá somar 1.099 metros de cais público.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

A estatal China Merchants está acertando os últimos detalhes para assinar acordo vinculante para a compra do Terminal de Contêineres de Paranaguá (PR), controlado pelo fundo americano Advent. O gigante asiático é o maior investidor e operador de rodovias na China, com 8.147 km de estradas, pontes e túneis em 18 províncias. Além disso, tem 31 terminais portuários espalhados por 18 países. No Brasil, o
TCP seria sua estreia.

Fonte: O Estado de S. Paulo

A despeito da crise econômica, o transporte ferroviário de cargas cresceu em 2016. Dados compilados pela Associação Nacional dos Transportadores Ferroviários (ANTF) mostram que o volume de cargas transportadas cresceu 2,2% sobre 2015, para 503 milhões de toneladas, e a produtividade ­ medida em tonelada por quilômetro útil (TKU) ­ avançou 2,4%, para 340 bilhões de TKUs.

 

Fonte: Valor Econômico

O endividamento elevado continua sendo o principal desafio da Cemig para este ano. A dívida consolidada da estatal mineira atingiu R$ 15,2 bilhões ao fim de 2016, com o cronograma de amortizações com prazo médio de 2,8 anos. Segundo a empresa grande parte da sua dívida vence no curto prazo devido às condições de mercado dos últimos anos, que se mostraram mais restritas.

 

Fonte: Valor Econômico

A estatal mineira pretende concluir as principais operações de vendas de ativos até outubro. Entre os ativos prioritários para a venda estão a participação na hidrelétrica de Santo Antonio, no rio Madeira (RO), a Cemig Telecom, linhas de transmissão (que serão transferidas para a Taesa) e a Gasmig (cujo modelo de venda ainda está sendo desenhado).

Fonte: Valor Econômico

Apesar da intenção de copiar a tecnologia para controle dos ônibus, a gestão Doria evita se comprometer com uma ação que ajuda a explicar boa parte do êxito da experiência coreana: a construção em larga escala de corredores exclusivos para transporte coletivo. Segundo técnicos de mobilidade de Seul, a reformulação feita a partir de 2003 e que deu credibilidade mundial ao sistema de ônibus da cidade foi bastante influenciada pela construção de BRTs, pistas exclusivas modernas e posicionadas do lado esquerdo das vias para atenuar as interferências. Na época, havia só 13 km desses corredores, que passaram para 132 km.

 

Fonte: Folha de S. Paulo (trecho de reportagem)

Em Seul, a central de controle que servirá de inspiração para Doria acompanha, em tempo real, além da rede de metrô, todos os mais de 8.000 ônibus da capital coreana. A localização, a velocidade e a quantidade de passageiros de cada veículo são informadas on-line. O sistema detecta até se algum motorista desobedecer a parada obrigatória no ponto, queixa comum de passageiros paulistanos.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

A telefonia móvel registrou queda de 5,87% no número de linhas (15,14 milhões) em fevereiro deste ano, comparado a igual mês de 2016. O serviço caiu de 258 milhões de linhas para 242,9 milhões no período, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).

 

Fonte: Valor Econômico

Os chineses voltaram a avaliar o plano de instalar uma refinaria de petróleo no complexo industrial e portuário do Pecém, em São Gonçalo do Amarante (CE). Em novembro, o governo do Ceará assinou um memorando de entendimentos com a estatal Guangdong Zhenrong Energy e agora negocia para que o projeto seja aprovado pelas autoridades chinesas até o fim do ano.

 

Fonte: Valor Econômico

A Wilson Sons, empresa de logística portuária, fechou contrato para a construção de dois rebocadores do tipo azimutal com a Saam Smit do Brasil. A companhia, que não informou o valor do negócio, disse que a transação foi feita por meio de sua subsidiária Wilson Sons Estaleiros.

 

Fonte: Valor Econômico

O grupo de infraestrutura CCR pediu ao governo a revisão do contrato da MSVia, concessionária do grupo que administra 806,3 quilômetros da BR-­163/MS. A empresa alega uma combinação de eventos que inviabilizariam o cumprimento do contrato assinado em 2014, na 3ª etapa das concessões de rodovias federais. Enquanto isso, decidiu que irá suspender no início de maio as obras de duplicação na rodovia.

 

Fonte: Valor Econômico

A liminar obtida pela Abrace referente às indenizações de ativos antigos de transmissão pode ter efeitos significativos sobre duas grandes transmissoras, Eletrobras e Cteep. A estatal elétrica pode deixar de pagar dividendos aos acionistas referente ao lucro de 2016. Já a Cteep vê com receio o aumento da insegurança jurídica, o que pode afetar seu interesse no próximo leilão de transmissão.

 

Fonte: Valor Econômico