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Seção : INSTITUCIONAL


 

Miguel L.M.Noronha BARBOSA MELLO COORDENADOR
Mário Luiz Silvério CPD COORDENADOR-EXECUTIVO
José Maria de Paula Garcia ABDIB SUBCOORDENADOR-EXECUTIVO

ASSOCIADAS E REPRESENTANTES
Representante Empresa
André Clark Juliano ACCIONA
Virginia Sodré ACCIONA
Leonardo M. Costa de Souza AZEVEDO SETTE
Rafael Adler AZEVEDO SETTE
Gustavo Luis Barreiro BARBOSA MELLO
Miguel L. Morad Noronha BARBOSA MELLO
Rosangela D. C. Pezzi BARBOSA MELLO
Sérgio da Luz Moreira CEMIG
Olivier Meyrueis CITELUZ
Pedro Alcantara Junior CITELUZ
Ricardo Marques Imbassahy CITELUZ
Olavo Amorim Silveira Neto CONTER
Mário Luiz Silvério CPD
Tadeu Alves CPD
Marcos Tirabochi DDSA ADV.
Elias de Souza DELOITTE
Paulo Henrique S. Dantas DEMAREST
Claudine Furtado Anchite ENGIE
Fabio Sertori FELSBERG
Fabricio Soler FELSBERG
Silvio Fallaci-Mateus GE
Diego Buteler GE
Marcel J. Potolski GE
Sergio Binda GE
Charles C. Schramm KPMG
Johnathan J. de S. Doria KPMG
Matheus Ferreira Mouraria KPMG
Rafael Vanzella MACHADO MEYER
Cecilia Thomé Alvarez MADRONA
Rodrigo Barata MADRONA
Rosana Menezes Lohbauer MADRONA
Bruno Dario Werneck MATTOS FILHO
Michele Soares da S. Araujo MILLS
Carlos Augusto B. Oliveira QUEIROZ GALVÃO
Davi Bisinotto Gomes SIEMENS
Henrique C. C. Antonelli SIEMENS
Gadner Vieira SILVER
Caíque de Souza Neiva UNA

 


AS PERSPECTIVAS PARA A  INFRAESTRUTURA EM 2017

Para fazer download do Relatório, clique aqui

 

Editorial

Por onde trilhar em 2017

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Venilton Tadini é presidente-executivo da Abdib

O volume de investimentos em infraestrutura no Brasil recuou espetacularmente nos últimos anos, até alcançar o irrisório volume de cerca de R$ 106 bilhões em 2016 (1,7% do PIB), segundo estimativas da Abdib. Esse número é ainda mais dramático quando comparado ao ápice aplicado no setor nos últimos anos (R$ 162 bilhões, em números atualizados, equivalente a 2,4% do PIB, em 2014). Somente para repor a depreciação dos investimentos, precisaríamos investir 3,0% do PIB ao ano. Uma consequência desse desempenho aparece no mercado de trabalho: são quase 13 milhões de brasileiros desempregados. Outro resultado é o desempenho do PIB, que acumula queda de 7,2% no biênio 2015-2016. O nível de investimento total caiu para 16,4% do PIB.

Para que possamos sair da péssima posição na qualidade de nossa infraestrutura – 116ª posição entre 138 países – precisamos investir pelo menos 5,0% do PIB anualmente nos próximos dez anos. É absolutamente desesperador, em um mundo altamente competitivo e globalizado, imaginar que teremos que competir com essa defasagem em termos de eficiência e produtividade.

Há consenso entre os agentes econômicos que a retomada do crescimento econômico brasileiro passa pela recuperação dos investimentos em infraestrutura, seja pelo elevado nível de ociosidade na indústria, seja pelo elevado nível de endividamento das famílias. Mesmo com um quadro de grave crise político institucional, o governo federal, a partir de 2016, passou a promover ações para reorientar o planejamento e a articulação entre os órgãos públicos. O objetivo: conferir mais racionalidade e atratividade ao processo de concessões na infraestrutura, trazendo o investidor privado para uma posição de protagonista na retomada dos investimentos.

Nesse sentido, o governo federal criou o Programa de Parcerias de Investimento (PPI) por meio da Lei 13.334/2016. O PPI restabeleceu a capacidade de governança entre os órgãos públicos, o que resulta em maior segurança jurídica e melhores práticas na estruturação de projetos. Em rela­ ção ao planejamento de médio e longo prazo, houve um melhor aproveitamento da Empresa de Planejamento e Logística (EPL), que deve trazer resultados positivos na definição dos projetos estruturantes e das prioridades.

Na modelagem dos projetos, mecanismos há tempos demandados pelos investidores passaram a ser realidade em discussões e minutas de editais e de contratos, como gatilhos para a realização de investimentos na expansão de capacidade, soluções para proteção cambial na atração de recursos estrangeiros, taxas de desconto realistas e prazo maior para analisar estudos e editais de concessões.

Houve ainda o encaminhamento de assuntos ao Legislativo para soluções das questões ambientais (PL 3.729/2004), desapropriações (em debate no Ministério do Planejamento), agências reguladoras (PLS 52/2013) e de governança nas estatais (Lei 13.303/2016).

No entanto, a política operacional do BNDES, que rapidamente foi redefinida para se atrelar aos propósitos do PPI, suscita algumas preocupações. A eventual mudança metodológica do cálculo da Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) e a redução do nível de participação de desembolsos com custo TJLP são elementos que dificultam a retomada do setor. A apática liberação de recursos, em 2016, de R$ 88 bilhões coaduna com esta preocupação. Além disso, a Medida Provisória 752/2016 – que deveria ter como objetivo buscar solução para contratos de concessão vigentes que passam por indefinições ou entraves que impedem tanto investimentos novos quanto já programados – foi decepcionante. Novamente, verificou-se a intervenção do TCU atuando como formulador e impedindo possibilidades de aditivos contratuais e reequilíbrio de contratos que poderiam injetar R$ 30 bilhões de investimentos no curto prazo, com risco de postergação dos entraves por tempo indeterminado caso haja judicialização.

O saneamento básico é um exemplo de como a disposição do poder público pode revigorar o ambiente para investimentos. A partir do lançamento do PPI, o governo federal decidiu conferir prioridade ao setor, com intuito de expandir investimentos para universalizar o atendimento à população. Coordenado pelo BNDES e em parceria com companhias estaduais, o novo programa assumiu responsabilidade de contratar estudos de empresas especializadas para modelar a melhor solução – concessão, subconcessão, parcerias público-privadas ou privatização, entre outras possibilidades – que atenda o objetivo de ampliar o acesso aos serviços de água e esgoto nos estados com ampla participação de investidores privados. Houve enorme adesão das companhias estaduais, as licitações para contratação dos estudos estão em andamento e há expectativas muito positivas entre os investidores privados, desenhando um cenário promissor para o setor. Em outro movimento, a Caixa, em parceria com o BNDES, tem oferecido apoio técnico e financeiro aos municípios para ampliar investimentos privados em água e esgoto via PPPs e concessões.

Se em 2016 diversas iniciativas foram tomadas, é preciso avançar em passos firmes para completar a transição para um novo modelo de contratação e de financiamento para a infraestrutura que tenha como peças centrais as concessões e a modalidade de project finance non recourse, ou seja, sem garantias corporativas. Para isso, a agenda da infraestrutura precisa tratar do planejamento, do financiamento e de legislação, de forma que seja possível selecionar melhores projetos, reduzir e distribuir melhor os riscos, diminuir atrasos na condução das obras e aproveitar o potencial de múltiplas fontes de financiamento.

A agenda do planejamento deve contemplar a recuperação da capacidade do Estado de orientar o desenvolvimento a partir do potencial regional e da seleção racional de projetos de infraestrutura. Estes precisam trazer informa­ ções que apontem claramente a contribuição para o aumento da eficiência e da produtividade sistêmica da economia e para a melhoria das condições sociais. Esse passo é primordial para que o estudo, a estruturação, a modelagem e a sustentabilidade financeira dos projetos sejam bem-sucedidos.

A agenda do financiamento deve contemplar um conjunto de aperfei­ çoamentos para induzir a criação de um novo modelo baseado no aproveitamento das múltiplas fontes de recursos disponíveis no mercado interno e externo. Além do mais, é imprescindível que os recursos seja aplicados via project finance non recourse, pela qual ativos e receitas futuras das concessões servem como garantia aos empréstimos de longo prazo. O fortalecimento da indústria de seguros para a infraestrutura, a oferta de seguros de garantia, a alocação equilibrada dos riscos e a cobertura de riscos não gerenciáveis são fatores-chave.

A agenda legislativa precisa contemplar leis que melhorem o trâmite das fases preparatórias, aumente a previsibilidade na condução dos projetos de infraestrutura e reforce a segurança jurídica. São exemplos: a reforma das regras de desapropriações públicas e de licenciamento ambiental, o fortalecimento da governança das agências reguladoras e a clareza na articulação entre órgãos públicos.

Nesse contexto, o Brasil – especificamente o Congresso Nacional – terá de enfrentar definitivamente a pauta do papel do Tribunal de Contas da União (TCU) e de órgãos similares. Em que pese a atuação ímpar na área de controle e fiscalização de programas, projetos e gastos públicos, não é factí­ vel que um órgão de controle determine as diretrizes e as características de políticas públicas.

Trata-se de examinar a expansão das competências que o tribunal conferiu a si próprio nos últimos anos, verificar o que se sobrepõe a competências de agências reguladoras e outros órgãos públicos, estudar quais os limites adequados em comparação ao que há de mais eficiente em tribunais de outros países, e reverter o sentimento de insegurança que se alastrou entre funcionários públicos com obrigação de tomar decisões.

As crises costumam evidenciar entraves e soluções e imprimir urgência na adoção de iniciativas importantes. A agenda para destravar investimentos e reforçar a segurança jurídica está encaminhada e precisa ganhar torque para a infraestrutura ser, de fato, catapulta para impulsionar a retomada da atividade econômica e aumentar a competitividade sistêmica da nossa economia.


 A path to the Brazilian economy in 2017

Venilton Tadini is CEO of Abdib

Venilton Tadini is CEO of Abdib

The volume of investments in infrastructure in Brazil has drastically declined in recent years, reaching a negligible amount of about R$ 106 billion in 2016 (1.7% of GDP), according to the Brazilian Association of Infrastructure and Basic Industries (Abdib in the Portuguese acronym) estimates. This figure is even more dramatic when compared to the updated maximum value reached by the sector in this century (R$ 162 million, equivalent to 2.4% of GDP in 2014) and also knowing that at least 3% of the GDP must be invested per year only to replace the capital stock being consumed by depreciation. One consequence of this performance appears in the labor market: almost 13 million Brazilians are unemployed. Another result is the GDP performance, which accumulated a drop of 7.2% in the 2015-16 biennium. The level of total investment fell to 16.4% of GDP.

In order to move up in the infrastructure ranking of countries according to the quality of their infrastructure – Brazil ranks 116th among 138 countries – the country needs to invest at least 5.0% of its GDP annually over the next ten years. It is absolutely dreadful, in a highly competitive and globalized world, to imagine that Brazil has to be competitive with this enormous gap in terms of efficiency and productivity.

There is a consensus among economists that the resumption of Brazilian economic growth depends on the recovery of investments in infrastructure, either because of the high degree of excess capacity in the industry or because of the high level of household indebtedness. Even with a serious institutional and political crisis, the federal government started in 2016 to promote actions aiming at reorienting and improving the articulation among public agencies. The objective is to give more rationality and attractiveness to the process of concessions for infrastructure, thus bringing the private investor to the center of this dynamics.

In this sense, the federal government created the Investment Partnerships Program (IPP) through the Law 13344/2016. The IPP restored governance capacity among public agencies, thereby resulting in greater legal certainty and better project design practices. Regarding the medium- and longterm planning, there was an improvement in the use of the Planning and Logistics Company (PLC) which brings positive outcomes in the definition of infrastructure projects and priorities.

 Regarding the design of the projects, mechanisms that were long demanded by investors are finally present in discussions, bid notices and concession agreements, such as triggers for the expansion of infrastructure capacity, mechanisms for exchange rate protection in the attraction of foreign resources, fair discount rates and a longer period to analyze different studies and bid notices.

There were also referral of a number of key issues to the Legislative such as possible solutions to environmental issues (Bill 3.729 / 2004), expropriations (under debate in the Ministry of Planning), regulatory agencies (Senate Bill 52/2013), and governance agencies in state-owned companies (Law 13.303/2016).

However, the operational policy of the BNDES, which was quickly redefined in line to the purposes of the PPI, raises some concerns. The methodological change in the calculation of the Long-Term Interest Rate (TJLP) and the reduction of the level of disbursements participation with TJLP costs are elements that make difficult the sector recovery. The apathetic resources release of R$ 88 billion, in 2016, is in line with this concern.

Moreover, Interim Measure 752/2016 – that aims to find a solution to existing concession agreements enduring uncertainties or obstacles that prevent both new and planned investments from occurring – was disappointing. Once again, the Federal Court of Accounts of Brazil (TCU in Portuguese) intervened as a formulator and prevented contractual additions and alterations that could inject R$ 30 billion of investments in the short term, with the additional risk of postponing the obstacles for an indefinite period in case of a lengthy judicial process.

Sanitation is an example of how the public power can improve the scenario for investment. Since the launch of the IPP, the federal government has decided to prioritize the sector with the aim of expanding investments in order to universalize the provision of services to the population. Coordinated by the BNDES and in partnership with state companies, the new program assumed the responsibility of hiring studies from specialized companies to model the best solution – concession, sub-concession, public-private partnerships or privatization, among other possibilities – seeking to increase the access to water and sewage services with an extensive participation of the private investors. There was a great deal of support from the state companies, as the bids for the studies´ elaborations are in progress and there are very positive expectations among private investors, thus drawing a very promising scenario for the sector. Additionally, CAIXA, a state-owned commercial bank, in partnership with BNDES, has offered technical and financial support to municipalities to expand private investments in water and sewage through Public-Private Partnerships (PPPs) and concession agreements.

If in 2016 several initiatives were launched, then it is necessary to take firm steps to complete the transition towards a new model of contracting and financing for the infrastructure that has as its linchpin the concession agreements and the modality of nonrecourse finance, that is, without corporate guarantees. To accomplish this task, the infrastructure agenda must deal with planning, financing and legislation, thus allowing it to select better projects, lower and distribute risks, reduce delays in the conduct of works, and explore the full potential of multiple sources of funding.

The agenda of planning should include the recovery of the State’s ability to guide development through the consideration of local potentials and the judicious selection of infrastructure projects. Such an agenda needs to bring information that clearly shows how it may contribute to increasing efficiency and systemic productivity of the economy, as well as to improving social conditions. This step is paramount for obtaining successful studies, structuring, modeling, and financial sustainability analyses.

The financing agenda must contemplate a number of improvements and refinements leading to the creation of a new model of financing based on the use of the multiple sources of funding available in the domestic and foreign market. In addition, it is imperative that resources should be invested through non-recourse financing, whereby assets and future revenues from the concessions serve as collateral for long-term loans. Strengthening the insurance industry for infrastructure, providing assurance insurance, balancing risk allocation and the coverage of non-manageable risks are key factors.

The legislative agenda needs to include legislation aimed at improving the process of the preparatory stages, increase predictability in the conduct of infrastructure projects and enhance legal certainty. Examples are: reform of the rules of public expropriation and environmental licensing, strengthening the governance of regulatory agencies, and improving the articulation among government agencies.

In this context, the country – and more specifically the Congress – will have to face the role currently played by the Federal Court of Accounts (TCU) and similar institutional bodies. In spite of its superb performance in the area of controlling and inspection of public programs, projects and expenditures, it is neither feasible nor desirable for the TCU or any other control body to determine the guidelines and characteristics of public policies.

It is necessary to re-examine the jurisdiction that the TCU has conferred upon itself over the past few years, checking possible overlaps with the powers of regulatory agencies and other public departments, studying the appropriate boundaries by comparing efficiency in courts across different countries, and, finally, to revert the sense of insecurity that had spread among public officials in charge of the decision-making process.

Economic crises often highlight obstacles and solutions, thus creating a sense of urgency in the adoption of important initiatives. The agenda to unlock investments and strengthen legal security is on track and needs to gain momentum for the infrastructure investments to serve, de facto, as catapults to propel economic growth and increase the systemic competitiveness of the Brazilian economy.


Sobre a ABDIB/About ABDIB

Missão

Fundada em 1955, a Associação Brasileira da Infraestrutura e de Base (Abdib) é uma entidade privada, sem fins lucrativos, cuja missão é contribuir para o desenvolvimento econômico e social do Brasil por meio da expansão dos investimentos em infraestrutura e indústrias de base, fortalecer a competitividade das empresas de bens e serviços para infraestrutura e indústrias de base, colaborar de forma decisiva com agentes públicos e privados na busca de soluções necessárias e ampliar a participação das empresas brasileiras no mercado global de infraestrutura.

Associadas

A Abdib congrega uma ampla gama de empresas públicas e privadas que participam de todas as fases dos negócios (estruturação, investimento e operação) nos setores de infraestrutura e indústrias de base, tais como concessionárias de servi­ ços públicos, fabricantes de equipamentos, prestadores de serviços como engenharia e escritórios de advocacia, grandes usuários de infraestrutura, fundos de private equity, seguradoras, bancos de investimentos e empresas de consultoria, entre outras.

Atualmente, conta com mais de cem empresas associadas atuantes nas áreas de energia elétrica, petró­ leo e gás natural, transportes, saneamento ambiental, telecomunicações e indústrias de base.

A Abdib conta com um Código de Conduta e de Governança Interna cuja adesão das empresas associadas é obrigatória. Dessa forma, a Abdib passou a atuar de forma mais incisiva na orientação sobre normas e condutas éticas nos setores de infraestrutura, enfatizando conceitos e comportamentos que ratifiquem a integridade nos negócios, a defesa da concorrência e a livre iniciativa.

Valores

• Atuar de forma ética no relacionamento com públicos internos e externos.

• Ser transparente, disseminar informações aos associados de forma equânime e informar a sociedade sobre ações e objetivos da associação.

• Atender as expectativas das empresas associadas com senso crítico, responsabilidade e em concordância com as normas e leis.

• Trabalhar com agilidade, simplicidade e objetividade, maximizando recursos técnicos e humanos com inovação e criatividade.

Estrutura de Governança: Conselhos e Presidência

O Conselho de Administração é composto por 20 integrantes, presidentes de algumas das maiores empresas do país, com a função de contratar e orientar o presidente-executivo e estabelecer as diretrizes para o planejamento estratégico e da gestão.

O presidente executivo, com dedicação exclusiva, é responsável pela administração geral e pela execução do plano de atividades da Abdib definido pelo Conselho de Administração com apoio do Conselho Consultivo e comitês.

O Conselho Consultivo é composto por 40 integrantes, com a função de assessorar o Conselho de Administração em matérias de planejamento da Abdib e acompanhar o desenvolvimento das atividades de comitês e grupos de trabalho.

 

Nova Fronteira de Atuação ABDIB

Modelo de crescimento via substituição de importações, ampliação da indústria e do setor de bens de capital.

Implantação de grandes projetos de indústrias de base e infraestrutura realizados por empresas estatais.

Esgotamento da capacidade financeira do estado e das empresas estatais.

 

Abertura comercial, privatizações concessão de serviços públicos à iniciativa privada e PPPs.

Definição de marco regulatório para investir e criação das agencias reguladoras.

Estruturas mais complexas de desenvolvimento de projetos (project finance), funding (debentures) e garantias.

 

Busca pela eficiência e aumento da produtividade na infraestrutura. Integração do sistema de infraestrutura.

Fabricantes de máquinas e equipamentos, industrias de base, concessionários, construtores, e usuários intensivos de infraestrutura.

Alternativa de captação de recursos de longo prazo via mercado de capitais.

 


Mission

Founded in 1955, the Brazilian Association of Infrastructure and Basic Industries (Abdib) is a private non-profit business association. Its major mission is to contribute to Brazilian economic and social development thought infrastructure and basic industry investments. In addition, Abdib works to strengthen the competitiveness of companies of goods and services for infrastructure and basic industries, collaborate with public and private agents in the search for solutions and expand the Brazilian companies share in the global infrastructure market.

Associated Companies

Abdib gathers a large range of public and private companies that take part in all business and investment phases for infrastructure and basic industry. It includes public service concessionaires, equipment manufacturers, service companies like engineering and law firms, major infrastructure users, private equity funds, insurance companies, financing and consultancy companies, among others.

More than a hundred companies are currently Abdib members, from areas such as electric power, oil and natural gas, transportation, water and sanitation, telecommunications, and basic industries.

Abdib has an Ethics and Compliance Policy whose membership of associated companies is mandatory. In this way, Abdib started to act more incisively in the orientation on ethical rules in infrastructure sectors, emphasizing concepts and behaviors that ratify integrity in business, competition and free initiative.

Values

• Act ethically on the relationship with internal and external audiences.

• Be transparent, communicate in an equitable manner to members and keep society well informed about actions and membership goals.

• Fulfill the expectations of the member companies with critical sense, responsibility and in accordance to rules and laws.

• Work quickly, in a simple and objective way, by maximizing technical and human resources with innovation and creativity.

Management structure: Boards and Presidente

The Board of Directors consists of 20 members, CEOs from some of the country’s largest companies, with the function of hiring and guiding the executive president and establishing the guidelines for the strategic planning and management.

The executive president is the responsible for the general administration and performance of the Abdib action plan, which is approved by the Board of Directors with the support of the Advisory Board and the committees.

The Advisory Board consists of 40 members, with the function of assisting the Board of Directors on the association planning and following up on committees and workgroups activity development.

 

New Frontier of Institutional Action

Growth model by replacing imports, and the expansion of industry and capital goods sector.

Implementation of large projects from basic industries and infrastruture carried out by state-owned companies.

Difficult financial situation and lack of funding of the State and stateowned companies.

 

Opening to trade and privatizations. Concessions of public services to private sector and PPPs (Public-Private Partnerships).

Definition of regulatory milestone to invest and regulatory agencies.

More complex strutures for projects development (project finance), funding (debentures and bonds) and guarantees.

 

Serch for efficiency and increase in productivity of infrastruture. Integration of the infrastructure system.

Manufactures of equipament, utility companies, and operators, construction companies, and intensive users of infrastruture.

Alternatives for raising funds in the long term through the capital market.

 

Comitês e Grupos de Trabalho/Committees and Work Groups

A Abdib conta atualmente com 19 comitês de trabalho – 14 deles abordando pautas setoriais e outros cinco tratando de questões matriciais a todos os setores de infraestrutura. para alguns assuntos, alguns grupos de trabalho são criados internamente nos comitês para dar continuidade aos temas demandados com mais profundidade e foco.

Os comitês são a base organizacional para a formulação de diagnósticos e contribuições. Como resultado do trabalho dos comitês, a Abdib produz periodicamente agendas de propostas. Em 2016, foi lançado o documento “Propostas para a Retomada dos Investimentos em Infraestrutura” com 80 propostas para setores e áreas diversos.

Abdib currently has 19 working committees – 14 of them dealing with sectoral issues and five others dealing with cross-cutting matters. For some subjects, it’s common to address analysis through special work groups, in which issues are discussed deeply and focused.

Committees are the base of the institution for diagnoses and contributions formulation. As a result of the work of the committees, Abdib regularly publishes proposal agendas. In 2016, the document “Proposals for Resumption of Infrastructure Investments” was released with 80 proposals for several sectors and areas.

 

Geração de Energia/Power Generation

 A eficiência do modelo elétrico na pauta

A pauta do Comitê de Geração de Energia da Abdib ao longo de 2016 esteve basicamente voltada para questões que, analisadas em conjunto, remetem à necessidade de promover aperfeiçoamentos no modelo do setor elétrico. Após inúmeras mudanças na matriz energética e na regulação setorial, o modelo é considerado insuficiente para promover a atividade eficiente das empresas, do ponto de vista operacional e financeiro.

Um dos fatores que justificam a revisão do modelo do setor elétrico e que foi tratado pelo Comitê de Geração de Energia da Abdib é o impacto que a inserção, na matriz elétrica, de fontes de energia com fator de potência instável – como eólica e solar – e de hidrelétricas sem reservatórios. Tanto o planejamento quanto o gerenciamento no sistema precisam ser alterados para garantir a GERAÇÃO DE ENERGIA POWER GENERATION oferta de eletricidade em condições eficientes. A inserção de termelétricas a gás natural na base da matriz elétrica também precisa ser contemplada, segundo os empresários.

O Comitê de Geração de Energia da Abdib também tem provocado discussões conceituais importantes. Uma delas é a participação de órgãos de meio ambiente na elaboração de estudos destinados ao planejamento para a expansão da geração de energia, o que pode reduzir conflitos no momento do licenciamento ambiental.

Além disso, as empresas de geração de energia avaliam constantemente temas que são comuns aos outros setores, como a alocação de riscos nos contratos, excesso de intervenção do poder concedente, falta de realismo de tarifas, política de financiamento do BNDES e estrutura de garantias para os projetos.

The efficiency of the electrical sector model on the agenda

The Abdib’s Power Generation Committee agenda in 2016 was primarily focused on issues which, analyzed together, refer to the need to promote improvements in the electrical sector model. After numerous changes in the energy matrix and in the sector regulation, the model is considered insufficient to promote the efficient activity of companies, from an operational and financial point of view.

One factor justify the revision of the model for the electrical sector, addressed by the Abdib Power Generation Committee: the impact that the inclusion, in the electrical energy matrix, of energy sources with unstable power factor – such as wind and solar energy – and hydroelectric plants without reservoirs. Both the system planning and management need to be changed to ensure the supply of electricity in efficient conditions. The inclusion of natural gas thermal power plants at the base of the electrical energy matrix also needs to be addressed, according to the businessmen

The Abdib Power Generation Committee also has conducted important conceptual discussions. One of them is the participation of environmental bodies in the preparation of studies destined to the planning for the expansion of power generation, which can reduce conflicts at the time of the environmental licensing.

Additionally, the power generation companies has constantly evaluating themes that are common to other sectors, such as risks allocation in contracts, cases of excessive intervention by the government, lack of realism of tariffs, BNDES financing policy and structure of guarantees for the projects.

Transmissão de Energia/Energy Transmission

Agentes atentos aos impactos da regulação

Os empresários de 2016 come­çaram as atividades do Comitê de Transmissão de Energia da Abdib com a expectativa de resolver o principal problema pendente desde a edição da Medida Provisória 579, em setembro de 2012: quais as regras de cálculo, valores e prazos para o pagamento de indenizações por investimentos não amortizados de concessões de transmissão de energia cujos contratos de concessão foram alvo de renovação antecipada.

Logo em janeiro de 2016, dirigentes da Abdib foram recebidos pelo então ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, em Brasília, para discutir essas questões e também assuntos como as condições de atratividade para os novos investimentos no setor. A Abdib entregou ao ministro um estudo com diagnóstico e propostas para os principais problemas setoriais, como critérios que interferem no cálculo do retorno e da receita anual dos projetos. Semanas depois, regras e valores de indenização foram divulgados, melhorando a capacidade financeira das concessionárias envolvidas de participar de novos investimentos.

Outro tema esteve presente em todas as reuniões mensais do comitê: o impacto negativo de uma resolução publicada pela agência reguladora que estabeleceram novas regras relacionadas à qualidade da prestação do serviço público de transmissão de energia elétrica e à disponibilidade das instalações da rede básica. Um estudo foi elaborado, listando temas que as empresas gostariam que fossem aperfeiçoados para evitar penalidades desproporcionais e injustas. A preocupação dos agentes motivou 18 reuniões com dirigentes da agência reguladora e outras autoridades federais ao longo do ano.

O Comitê de Transmissão de Energia da Abdib também tem provocado discussões conceituais importantes. Uma delas é o atual modelo de fiscalização da Aneel sobre a operação das concessionárias e os benefícios de um modelo de fiscalização por mérito – menos burocrática e mais eficiente – em substituição ao vigente, focado em processos.

Attention to the impacts of regulations

 The businessmen of 2016 began the activities of the Abdib’s Power Transmission Committee expecting to solve the main problem that has been pending since the issue of Provisional Presidential Decree 579, in September 2012: the rules of calculation, amounts and deadlines for payment of indemnifications for non-amortized investments of power transmission concessions whose concession contracts were renewed in advance.

In January 2016, Abdib officers were received by the Minister of Mines and Energy, Eduardo Braga, in Brasília, to discuss these issues and also matters such as the conditions of attractiveness for new investments in the sector. Abdib delivered a study to the minister with diagnosis and proposals for the sector major problems, such as criteria that interfere in the calculation of the return and projects annual revenue. Weeks later, rules and amounts of compensation were disclosed, improving the concessionaire’s financial capacity necessary for them participating in new investments.

Another theme was present in all monthly meetings of the committee: the negative impact of a resolution published by the regulatory agency that established new rules relating to public service quality for electrical power transmission utility and to facilities availability of the basic network. A study was prepared, listing themes that companies would like to see improved to avoid disproportionate and unfair penalties. The concern of the agents motivated 18 meetings with officers of the regulatory agency and other federal authorities throughout the year.

The Abdib’s Power Transmission Committee also has conducted important conceptual discussions. One of them is the Aneel inspection current model on the operation of utilities and the benefits of an inspection model by merit – less bureaucratic and more efficient – to replace the current model, focused on processes.

Distribuição de Energia/Power Distribution

 Melhorar o modelo de formação de preços de energia

O Comitê de Distribuição de Energia da Abdib busca identificar e propor medidas saneadoras ou mitigadoras para os riscos regulatórios, financeiros, econômicos, operacionais e tecnológicos, entre outros, que podem afetar o desempenho e a governança das companhias, bem como a qualidade dos serviços prestados pelas empresas.

A Abdib, ao longo de 2016, realizou mais de 18 reuniões com dirigentes da Agência Reguladora de Energia Elétrica (Aneel) e com outras autoridades federais, como o Operador Nacional do Sistema (ONS) e o Ministério de Minas e Energia. Na pauta de discussões, diretores das empresas e executivos da entidade sempre listaram temas específicos de cada área elétrica – distribui­ ção, geração e transmissão de energia – e questões transversais do setor de infraestrutura.

Um dos temas tratados com a Aneel foi a necessidade de melhorar a regulamentação que amplia a migração dos consumidores para o mercado livre de energia. Outro foi a importância de aprimorar modelos de formação do preço de liquidação. Os executivos também indicaram preocupação quanto às sobras de energia elétrica devido a fatores como oferta crescente, demanda decrescente, liquidez excessiva e preços declinantes.

Os empresários também solicitaram às autoridades públicas federais algumas ações que acabam produzindo ganhos sistêmicos para todos os setores, como medidas para minimizar a volatilidade cambial e a crescente judicializa­ ção no setor elétrico.

Improving the energy pricing model

 The Abdib’s Power Distribution Committee works to identify and propose improving or mitigating measures for the regulatory, financial, economic, operational and technological risks, among others, which may affect the performance and governance of companies, as well as the quality of the services provided by the companies

Abdib, in 2016, held more than 18 meetings with officers of the Regulatory Agency of Electrical Energy (Aneel) and with other federal authorities, such as the National System Operator (ONS) and the Ministry of Mines and Energy. In the discussions, officers of the companies and executives of the entity always listed specific themes for each electrical sector area – power distribution, generation and transmission – and cross-cutting issues of the infrastructure sector.

One of the themes treated with Aneel was the need to improve the regulation for consumers transfer expansion from the regulated to the energy free market. Other was the importance to improve the energy pricing model. Executives also demonstrated concern about the electrical energy surplus due to factors such as increasing supply, decreasing demand, excessive liquidity and prices declining.

Businessmen also requested the public federal authorities some actions that end up producing systemic gains for all sectors, as measures to minimize exchange rate volatility and the growing judicialization in the electrical sector.

Rodovias/Highways

Entraves persistentes em contratos vigentes

No setor de rodovias, uma das áreas com maior potencial para impulsionar investimentos na infraestrutura, as empresas têm convivido com entraves contratuais, financeiros e regulatórios para administrar contratos de concessão vigentes. Esses problemas estão refletidos tanto em contratos de concessão assinados entre 1994 e 1998 e entre 2012 e 2014 – e a Abdib e o Comitê de Rodovias da entidade trabalharam em 2016 para reativar investimentos neles.

Nos contratos mais antigos os investidores pleiteiam aditivos para realizarem investimentos adicionais não previstos nos contratos, mediante reequilíbrio econômico-financeiro, e assim ampliarem a capacidade de tráfego e reforçarem a segurança. Já os contratos mais recentes enfrentam problemas como licenciamento ambiental (sob responsabilidade do poder público), e outras dificuldades que originaram pedidos de reequilíbrio econômico e financeiro.

Com ajuda das empresas associadas, a Abdib formatou propostas, entregues às autoridades federais, entre elas os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Dyogo Oliveira (Planejamento) e também o secretário do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), Wellington Moreira Franco. Em novembro de 2016, foi publicada a Medida Provisória 752, que busca corrigir alguns entraves, mas ela foi considerava insuficiente pelos executivos das empresas associadas em reunião realizada na Abdib.

Em outra frente, um grupo de trabalho participou de reuniões internas e com gestores do Ministério da Casa Civil para encontrar soluções para acelerar o licenciamento ambiental das concessões rodoviárias assinadas no âmbito do Programa de Investimento em Logística. Tais licenças são de responsabilidade do poder público.

A Abdib também interagiu com o governo de São Paulo para avaliar condições de novas concessões de rodovias, para as quais foram criadas regras interessantes, como um mecanismo de proteção cambial considerado eficiente.

Persistent obstacles in contracts in force

The highway sector is an area with big potential to boost investments in infrastructure. But companies have had contractual, financial and regulatory barriers to manage the concession contracts – current and future ones. These problems are reflected in both the concession contracts signed between 1994 and 1998 and between 2012 and 2014 – and Highway Committee of Abdib worked in 2016 to stimulate investments in them again.

In the older contracts investors demand amendments to allow additional investments that are not set forth in the contracts. For this to happen, it’s necessary restore the economic-financial balance of contracts so that will be possible expand the traffic capacity and strengthen security. On the other hand the most recent contracts are facing problems such as environmental licensing (under the responsibility of the government), and other difficulties that led to requests for restoration of the economic and financial balance.

With the help of the member companies, Abdib wrote proposals, submitted to the federal authorities, among them ministers Eliseu Padilha (President’s Chief of Staff) and Dyogo Oliveira (Planning) and also the secretary of the Investment Partnership Program (PPI), Wellington Moreira Franco. In November 2016, Provisional Presidential Decree 752 was published, which seeks to correct some obstacles, but it was considered insufficient by the executives of the member companies at a meeting held in Abdib.

On another front, a working group participated in internal meetings and with managers of the Office of the President’s Chief of Staff to find solutions to accelerate the environmental licensing of highway concessions signed under the Program of Investment in Logistics. Such licenses are under governmental responsibility

Abdib also interacted with the São Paulo government to evaluate conditions for new highway concessions, for which interesting rules were created, such as an efficient hedge mechanism.

 

Ferrovias/Railways

As novas regras para viabilizar investimentos

Coube aos empresários do Comitê de Ferrovias da Abdib ao longo de 2016 promoverem discussões em torno da edição do Programa de Parceria de Investimentos (PPI) e da Medida Provisória 752/2016, com potencial de melhorar a governança na concepção e na modelagem de novas concessões.

Alguns dos debates na Abdib envolveram dirigentes do Instituto de Engenharia e da Macrologística Consultoria com o objetivo de conhecer características de novas fronteiras de expansão das ferrovias, a partir de planejamento e projetos em fase de desenvolvimento. Foram avaliadas informações a respeito da viabilidade técnica e financeira de projetos ferroviários que seriam fundamentais para escoar cargas de regiões com potencial de desenvolvimento econômico regional.

Em outros momentos, os empresá­ rios também convidaram autoridades federais – o primeiro debate ocorreu em agosto de 2016 com executivos do PPI – para discutir qual a solução que o poder público dará aos projetos de investimento em ferrovias – novas e remodelações – anunciados em anos anteriores e qual será o modelo de regulação e de operação no futuro. O PPI pode conferir um processo mais racional e ágil para a modelagem de futuras concessões, desde que consideradas prioritárias pelo governo federal.

No fim do ano, com a MP 752/2016, as autoridades apresentaram novas regras com o objetivo de viabilizar investimentos adicionais em concessões já existentes no setor ferroviário, viabilizando a expansão de novos ramais e a modernização da malha existente mediante renovação antecipada de concessões vigentes. A Abdib constituiu um grupo envolvendo profissionais de setores de transporte – já que a medida abrange também aeroportos e rodovias – e fez análise preliminar para contribuir no processo legislativo.

The new rules to enable investments

It was up to the businessmen of the Abdib’s Railway Committee during 2016 to promote discussions about the release of the Investment Partnership Program (PPI) and the Provisional Presidential Decree 752/2016. They are essential to improve governance in new concessions conception and modeling.

Some of the debates in Abdib involved officers of the Institute of Engineering and also of Macrologística Consultoria with the objective of knowing characteristics of new frontiers of expansion of railways, from planning and projects in the development phase. It was evaluated information regarding the technical and financial feasibility of railway projects that would be fundamental to transport loads from regions with potential for regional economic development.

At other times, businessmen also invited the federal authorities – the first debate occurred in August 2016 with executives of the PPI – to discuss the solution that the government will offer to the railways investment projects – new ones and remodeling – announced in previous years and how the regulation and operation model will be in the future. The PPI can enable a more rational and responsive process to the modeling of future concessions, if they are considered priority by the federal government.

At the end of the year, with Provisional Presidential Decree (MP) 752/2016, the authorities presented new rules with the objective of enabling additional investments in concessions already existing in the railway sector. One of the directives is to enable new branches expansion and existing railway network modernization through renewal in advance of concessions in force. Abdib constituted a group involving professionals from transportation sectors – because the new rule also encompasses airports and highways – and made a preliminary assessment to contribute to the legislative process.

 

Aeroportos/Airports

Esforço para ter projetos atrativos

Em um primeiro momento, a Abdib empreendeu esforços para que o poder público adotasse, também no setor aeroportuário, o modelo de concessões, atraindo operadores privados para promover investimentos em expansão, tecnologia, modernização da gestão e eficiência da operação. Em um segundo momento, os esforços foram empregados para a divulgação de um plano de outorgas, com perspectivas de novas concessões em aeroportos. Vencidas tais etapas, a Abdib passou a se debruçar sobre as condições de modelagem.

Um dos pontos que o Comitê de Aeroportos indicou como fundamental foi a flexibilização de regras para a participação dos leilões, ampliando o espectro de empresas autorizadas a competir nos leilões de concessão que serão promovidos pela agência reguladora setorial.

Outro pleito importante foi a diminui­ ção de obrigações financeiras dos investidores no início das próximas concessões. A Abdib defendeu que o valor da outorga pudesse ser diluído ao longo do prazo da concessão e também propôs a adoção de “gatilhos” para a expansão da capacidade de movimentação de passageiros e cargas – investimentos contratualmente obrigatórios iniciados em função da perspectiva de ampliação da demanda.

Essas sugestões foram entregues pessoalmente em encontros que a Abdib realizou com os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Dyogo Oliveira (Planejamento) e também o secretário do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), Wellington Moreira Franco.

Entre as sugestões propostas e defendidas, foram incluídas também a definição da metodologia para o cálculo do Fator X (fator de produtividade cujo objetivo é compartilhar os ganhos de produtividade e eficiência com os usuários) para todo o período de concessão e a restituição do plano de negócios nas concessões.

A Abdib também considerou satisfatória a solução de hedge cambial criada pelo governo federal para concessões aeroportos. Ela utiliza pagamentos de outorga variável ao Fundo Nacional de Aviação Civil para cobertura do risco de variação cambial.

 Effort to offer more attractive projects

Firstly, Abdib made efforts for the government to adopt, also in the airports sector, the model of concessions, attracting private operators to promote investments in expansion, technology, modernization of management and operating efficiency. Secondly, efforts were used for the dissemination of a plan of grants, with prospects for new concessions of airports. After going through these stages, Abdib started to work on modeling conditions.

One of the points that the Airports Committee indicated as fundamental was make rules for auctions participation more flexible, broadening the spectrum of companies authorized to compete in concession auctions that will be held by the sector’s regulatory agency.

Another important demand was the reduction of the financial obligations of investors at the beginning of the next concessions. Abdib argued that the value of the grants could be diluted along the concession period and also proposed the adoption of “triggers” for the capacity expansion of passengers and cargo transport. By this new rule, investments required by contract would be initiated by the prospect of demand expansion.

These suggestions were delivered in person at meetings which Abdib held with the ministers Eliseu Padilha (President’s Chief of Staff) and Dyogo Oliveira (Planning) and also the secretary of the Partnership Program of Investments (PPI), Wellington Moreira Franco.

Among the suggestions proposed and explained, it was also included the definition of Factor X methodology for calculation (productivity factor whose objective is to share gains in productivity and efficiency with users) for the entire period of concession. Restitution of the business plan in concessions was also another issue proposed.

Abdib also found the federal government’s hedge solution for airport concessions satisfactory. It uses variable grant payments to the National Civil Aviation Fund to offer hedge for exchange risk.

Portos/Ports

Revisão regulatória para incentivar investimentos

O governo federal estuda pleitos dos operadores de terminais portuá­ rios localizados dentro e fora dos portos organizados dentro de um esforço de revisão regulatória para incentivar investimentos. As decisões ainda não foram tomadas pelo poder concedente e pela agência reguladora.

Os operadores de terminais localizados dentro dos portos organizados solicitam mais um período de arrendamento. Esse é um pedido pendente desde 1993, quando o poder público sancionou a Lei 8.630/1993. Os operadores de terminais localizados fora dos portos organizados solicitam a possibilidade de realizar investimentos em expansão acima do limite vigente de 25% da área original do terminal

A Abdib apoia tais iniciativas e, além disso, entregou propostas adicionais para diversos ministros em 2016 com o objetivo de promover investimentos de forma mais eficiente e melhorar o ambiente de negócios no setor. As contribuições foram entregues para Eliseu Padilha (Casa Civil) e Dyogo Oliveira (Planejamento) e também para o secretário do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), Wellington Moreira Franco.

Além da promoção de investimentos, as propostas miram também a modernização de regras anacrônicas de contratação de mão de obra portuária, listadas na Lei 12.815/2013. A Abdib e o Comitê de Portos da entidade defendem a flexibilização das leis trabalhistas e dos contratos de trabalho, com a meta de existir liberdade de contratação dentro e fora do porto organizado.

Regulatory improvements to boost investments

The federal government received demands of port terminals operators located inside and outside the public ports. It’s part of an effort for regulatory review to stimulate investment. The decisions have not yet been taken by the government and the regulatory agency.

Operators of terminals located outside the organized ports request a further period of lease. This is a request that has been pending since 1993, when the government signed into Law 8.630/1993.

Operators of terminals located outside the organized ports request the possibility of making investments in expansion above the limit in force of 25% of the original area of the port terminal.

Abdib supports these initiatives. Moreover, it delivered additional proposals to ministers in 2016 with the objective of promoting investments in a more efficient manner and improving the business environment in the sector. The contributions were delivered to Eliseu Padilha (President’s Chief of Staff) and Dyogo Oliveira (Planning) and also to the secretary of the Investment Partnership Program (PPI), Wellington Moreira Franco.

More than promotion of investments, the proposals focus also on the modernization of outdated rules for contracting of port labor, listed in Law 12.815/2013. Abdib and the Ports Committee defend labor laws and employment contracts less strict and freedom to hire workers inside and outside public ports.

Mobilidade Urbana/Urban Mobility

O desafio da governança pública persiste

A Abdib realizou diversas atividades em 2016 para tentar convencer gestores públicos, estaduais e federais, a respeito da pertinência de melhorar a governança entre entes federativos e aumentar a segurança jurídica para investimentos privados em transportes de passageiros via concessões e parcerias público-privadas (PPP).

O fortalecimento da governança pú­ blica nas regiões metropolitanas é um fator crítico. Para isso, a Abdib elaborou uma proposta que sugere a instituição de autoridades metropolitanas para os transportes públicos de passageiros.

Tal proposta foi discutida publicamente com autoridades dos governos estaduais da Bahia e de São Paulo em 2016, além de gestores do governo federal, incluindo ministros da Casa Civil, das Cidades e do Planejamento, além da Secretaria do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), que receberam detalhes da ideia.

A Abdib também aproveitou a realização de seminário em São Paulo sobre mobilidade urbana para reverberar a proposta da autoridade metropolita, já em funcionamento em algumas capitais globais. A ideia foi apoiada por gestores públicos e privados presentes ao evento.

Outro assunto de interesse do Comitê de Mobilidade Urbana foi a proposta da Abdib de securitizar a dívida tributária parcelada da União. Além de contribuir para o equilíbrio das contas públicas, a sugestão pode impulsionar o funcionamento de fundos garantidores para concessões e PPPs. Parte dos recursos obtidos na operação pode ser alocada nos fundos.

The challenge of public governance persists

Abdib performed several activities in 2016 to try to convince public regarding the importance of improving public governance – among federal, state and municipal governments – and increasing legal certainty for private investments in passenger transportation by means of concessions and public-private partnerships (PPP).

The strengthening of public governance in metropolitan regions is a critical factor. For this reason, Abdib prepared a proposal that suggests the institution of metropolitan authorities for public transportation of passengers.

This proposal was discussed publicly with authorities of the state governments of Bahia and São Paulo in 2016, as well as managers of the federal government, including the President’s Chief of Staff, ministers of Cities and Planning, in addition to the secretary of the Investment Partnership Program (PPI), who received details of the idea.

Abdib also used the seminar held in São Paulo on urban mobility to reverberate the proposal of the metropolitan transportation authority, already in operation in some world capitals. The idea was supported by public and private managers present at the event.

Another matter of concern of the Urban Mobility Committee was the proposal of Abdib that suggests securitization operations with the federal tax debt. The main goal is to contribute to public accounts balance. The other is to boost the working of concessions and PPPs guarantee funds. Part of the resources obtained in securitization operations can be allocated in the funds.

Resíduos Sólidos/Solid Waste

 Em busca da solução estruturante

Se o ano de 2016 começou com a discussão em torno de uma agenda estruturante, voltada para aumentar a segurança jurídica nos investimentos e na gestão dos contratos dos prestadores de serviços de limpeza pública e resí­ duos sólidos, terminou com uma pauta emergencial, na tentativa de reduzir os impactos da crescente inadimplência do poder público com os operadores – exatamente o problema que as empresas queriam evitar no início do ano.

A Abdib, as empresas associadas e as entidades parceiras que atuam nos mercados de limpeza urbana e resíduos sólidos – urbanos e industriais – realizaram reuniões mensais ao longo de 2016 para avaliar modelos de negó­ cios, garantias para o recebimento por serviços prestados, regulação e segurança jurídica.

Os empresários estudaram a legisla­ ção vigente para identificar possibilidades de dotar os municípios de receitas perenes e garantias robustas com o objetivo de reduzir riscos e inadimplência pública que tanto atrapalham os investimentos e a operação dos contratos. Também avaliaram formas de interação entre governos federal e municipais na articulação de soluções definitivas.

Todas essas análises foram úteis para a realização de um seminário pela Abdib e entidades parcerias – Abetre, Abrelpe, ABLP e Selur – em agosto de 2016, em São Paulo. Propostas foram debatidas com 250 pessoas e autoridades municipais, estaduais e federais.

Houve convergência de entendimento entre agentes públicos e privados. Ambos concordam que a solução para os riscos e para a inadimplência do poder público com as empresas exige um modelo que contemple taxas ou tarifas para custeio dos serviços, arrecadação específica, garantias e um maior protagonismo do poder público federal no auxilio técnico e regulatório em apoio aos entes locais.

In search of structural solution

If 2016 began with the discussion around a structural agenda, directed to increase legal certainty for investments and the contract management of public cleaning and solid waste services providers, it ended with an emergency agenda, in an attempt to reduce the impacts of the increasing default of the government with operators – exactly the problem that companies wanted to avoid at the beginning of the year.

Abdib, the member companies and partner entities that operate in the public cleaning and solid waste market – municipal and industrial – held monthly meetings during 2016 to evaluate business models, guarantees for payment for services rendered, regulation and legal certainty.

The businessmen studied the legislation in force to identify possibilities to provide the municipalities with perennial revenues and robust guarantees with the purpose of reducing risks and public default that both hinder investments and the operation of the contracts. They also evaluated forms of interaction between federal and municipal governments in the articulation of ultimate solutions.

All these analyzes were useful for Abdib and partner entities – Abetre, Abrelpe, ABLP and Selur – to hold a seminar in August 2016, in São Paulo. Proposals were discussed with 250 participants and municipal, state and federal authorities.

There was a convergence of understanding between public and private agents. Both agree that the solution for risks and default of the government with companies requires a model that takes into account fees or rates to pay for services, specific revenue, guarantees and a greater role of the government in technical and regulatory help to support local entities.

 

Recursos Hídricos e Saneamento Básico/Water Resources and Sanitation

 Novas soluções para problemas históricos

Os indicadores de atendimento de água e esgoto não foram alterados significativamente nos últimos anos. No entanto, houve movimentos importantes em 2016 por parte do poder público que podem significar uma evolução enorme no médio prazo. Um dos movimentos foi a criação de um programa no BNDES para incentivar a expansão dos investimentos por concessões e parcerias público privadas (PPP) nas áreas de atuação das companhias estaduais.

O Comitê de Recursos Hídricos e Saneamento Básico da Abdib se manteve atento, ofereceu contribuições e interagiu com as autoridades. Propostas foram entregues pessoalmente em encontros que a Abdib realizou com os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Dyogo Oliveira (Planejamento) e Bruno Araújo (Cidades) e também o secretário do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), Wellington Moreira Franco. O PPI estabeleceu uma governança pública mais eficiente para os investimentos e também elegeu o saneamento básico como prioridade.

Uma das sugestões foi que o governo federal, por meio da Agência Nacional de Águas (ANA), assumisse um maior protagonismo e pudesse oferecer aos governos locais algum auxílio na forma de apoio técnico e regulatório. A proposta visa ampliar a possibilidade de contornar a falta de capacidade técnica de muitos municípios e incentivar investimentos privados via concessões e parcerias público-privadas.

Em reuniões, os integrantes do comitê também discutiram maneiras de enfrentar velhos problemas, como a burocracia para repasses de financiamentos públicos para obras no setor de saneamento, dificuldades para as prefeituras aplicarem os dispositivos da lei 11.445/2007, que estabelece diretrizes nacionais para os serviços de saneamento básico, e a elevada carga tributária, que drena recursos importantes que poderiam ser reinvestidos.

Esforços também foram direcionados para empreender as ações necessárias para a organização do Fórum Mundial da Água em março de 2018 no Brasil, do qual a Abdib é uma das principais apoiadoras.

New solutions to historical problems

The indicators for water and sewage service have not changed significantly in recent years. However, important movements occurred in 2016 on the part of the government that can represent a huge evolution in the medium term. One of the movements was the creation of a program in the BNDES to encourage the expansion of investments by concessions and public private partnerships (PPP) in the areas of operation of the stateowned companies.

The Abdib’s Water Resources and Basic Sanitation Committee remained attentive, offered contributions and interacted with the authorities. Proposals were delivered in person at meetings held by Abdib with ministers Eliseu Padilha (President’s Chief of Staff), Dyogo Oliveira (Planning) and Bruno Araújo (Cities) and also the secretary of the Investment Partnership Program (PPI), Wellington Moreira Franco. The PPI established a more efficient public governance for the investments and also elected the basic sanitation as a priority.

One of the suggestions was that the federal government, through the National Water Agency (ANA), could assume a greater role and give local governments some assistance in the form of technical and regulatory support. The proposal aims to extend the possibility of bypassing the lack of technical capacity of many municipalities and encourage private investments using concessions and publicprivate partnerships.

At meetings, the members of the committee also discussed ways to tackle old problems, such as the bureaucracy to pass-on public financing to works in the sanitation sector, difficulties for municipal governments to apply the provisions of Law 11.445/2007, which establishes national guidelines for the basic sanitation services, and the high tax burden, which drains valuable resources that could be reinvested.

Efforts were also directed to undertake the necessary actions for the organization of the World Water Forum in March 2018 in Brazil, of which Abdib is one of the main supporters.

Petróleo e Gás Natural/Oil and Gas

Desenvolver a indústria e atrair investimentos

 

Diante da perspectiva de mudan­ ça em políticas no setor de petróleo e gás natural, empresas fornecedoras de bens e serviços para o setor petrolífero decidiram discutir pressupostos para aumentar a competitividade da indústria brasileira para atender encomendas derivadas dos investimentos no setor, garantindo, paralelamente, condições atrativas aos investidores e operadores.

Após diversas reuniões do Comitê de Petróleo e Gás Natural da Abdib, foram preparadas propostas para contribuir com o esforço governamental de aperfeiçoar as regras de conteúdo local nos leilões de blocos de óleo e gás promovidos pela agência reguladora setorial. As contribuições foram entregues e debatidas com autoridades federais em diversas ocasiões.

As propostas da Abdib apontam que é necessário que a política de conteúdo nacional foque setores estratégicos e dê amparo à indústria nascente, condicionada a setores de média e alta tecnologia. Deve haver objetivos e prazos pré-determinados para não onerar a economia com setores que não se desenvolvam competitivamente para inserção no mercado internacional.

Uma das sugestões da Abdib é o aperfeiçoamento do Decreto 8.637/2016, que instituiu o Pedefor, programa de estímulo à competitividade da cadeia produtiva do setor de petróleo e gás natural, de forma que as normas indiquem pelo menos uma inovação ou evolução tecnológica no atendimento das regras de conteúdo local nas áreas de petróleo e gás natural.

Develop the industry and attract investments

In view of the prospect of change in policies on oil and natural gas sector, companies supplying goods and services to the oil sector decided to discuss assumptions for increasing the competitiveness of the Brazilian industry to meet orders arising from investments in the sector, ensuring, at the same time, attractive conditions to for investors and operators.

After several meetings, the Abdib’s Oil and Natural Gas Committee prepared proposals to contribute to the effort of government to improve the local content rules in the auctions of oil and gas blocks held by the sector’s regulatory agency. The contributions were delivered and discussed with federal authorities on several occasions.

The proposals of Abdib indicate that it is necessary that the national content policy focuses on strategic sectors and give support to the nascent industry, conditioned to the medium and high technology sectors. There must be objectives and fixed deadlines in order not to burden the economy with sectors that are not developing competitively for inclusion in the international market.

One of the suggestions of Abdib is the improvement of Decree 8.637/2016, which established the Pedefor, program to stimulate the competitiveness of the production chain of oil and natural gas sector, so that the standards indicate at least one innovation or technological evolution in the compliance with the rules of local content in the oil and natural gas areas.

Telecomunicações/Telecommunications

Reforma da regulação avança

Após as privatizações, em 1998, o fluxo de investimento em telecomunicações foi pujante por muitos anos. No entanto, nos últimos anos, o volume total de investimento começou a ser reduzido. O motivo: regras que se tornaram obsoletas. No setor de telefonia, a evolução da tecnologia exige monitoramento ágil da legislação e da regulação para que o marco regulatório ofereça às concessionárias mecanismos eficientes para atender a demanda dos usuários.

Diante da obrigação, prevista em legislação federal, de rever diretrizes e obrigações do Plano Geral de Metas de Universalização e dos Modelos de Contratos de Concessão do serviço de telefonia fixa, os agentes setoriais defenderam novas normas que focassem investimentos em setores mais dinâmicos e demandados pelo usuário – como a telefonia celular e a banda larga – em vez de áreas com menor demanda, como a telefonia fixa. A Abdib defendeu essa tese.

Estudos governamentais deixaram evidente a necessidade de revisar o modelo de exploração dos serviços de telecomunicações. A solução proposta foi a migração do serviço de telefonia fixa do regime de concessão (cujos contatos terminam em 2025) para o regime de autorização, no qual são regulados os serviços de telefonia móvel, banda larga e televisão a cabo. Esse foi o propósito do Projeto de Lei 79/2016, aprovado no Congresso Nacional.

O Projeto de Lei 79/2016 também ofereceu regras coerentes para a reversão de bens públicos. Após a contabilidade do patrimônio público existente, o valor terá de ser transformado em obrigação de investimentos. Esses recursos terão de ser aplicados na infraestrutura em áreas sem perspectiva de retorno às companhias – mas com benefícios à sociedade.

Questões operacionais também permearam as ações da Abdib junto ao poder público. Uma delas é o aprimoramento do processo de autorização para instalação de antenas e infraestrutura para a telefonia móvel. A Lei 13.116/2015 estabelece normas gerais para licenciamento, instalação e compartilhamento de infraestrutura de telecomunicações, mas não conseguiu ainda os efeitos desejados.

Regulatory reform advances

After the privatizations, in 1998, the flow of investment in telecommunications was strong for many years. However, in recent years, the total volume of investment has become lower. The reason: rules that have become obsolete. In the telephony sector, the evolution of technology requires agile monitoring of legislation and regulation for the regulatory milestone to provide the concessionaires with efficient mechanisms to meet the demand of users.

In view of the obligation, provided for in federal law, to review guidelines and obligations of the General Plan of Universalization Goals, and of the Concession Contract Models of the fixed telephony service, the sector’s agents defended new rules to channel investments into more dynamic sectors and more demanded by the user – such as mobile telephony and broadband – rather than areas with lower demand, such as the fixed telephony. Abdib defended this thesis.

Government studies make clear the need to revise the exploitation model of telecommunications services. The solution proposed was the migration of the fixed telephony service from the concession regime (whose contacts end in 2025) to the authorization regime, in which mobile telephony, broadband, and cable TV services are regulated. That was the purpose of Bill 79/2016, which was approved by the National Congress.

Bill 79/2016 also offered consistent rules for the reversal of public goods. After accounting the existing public equity, the amount must be transformed into an obligation to make investments. These resources will have to be applied in infrastructure in areas with no prospect of returning to companies – but with benefits to society.

Operational issues were also focus of Abdib agenda with governments. One of them is to improve the authorization process for installation of antennas and infrastructure for mobile telephony. Law 13.116/2015 establishes general rules for licensing, installation and sharing of telecommunications infrastructure, but has not yet succeeded the desired effects.

Sustentabilidade/Sustainability

Mordenizar regras e consolidar informações

Em maio de 2016, a Abdib retomou, de forma mais sistemática, as ações para modernizar as regras que regem o licenciamento ambiental de empreendimentos de infraestrutura, um conjunto de leis e procedimentos que avaliam e mensuram – de forma distinta entre órgãos federais, estaduais e municipais impactos ambientais, sociais e culturais dos investimentos ou da operação da infraestrutura.

Por isso, uma das primeiras ações do Comitê de Sustentabilidade foi revisitar a legislação existente e avaliar as iniciativas legislativas que, ainda em tramitação, apresentam potencial para melhorar o funcionamento do sistema de licenciamento ambiental para a infraestrutura. Os integrantes do comitê avaliaram todas as questões e propostas envolvendo o projeto de lei 3.729/2004, que tem o objetivo de alterar regras do licenciamento ambiental.

Paralelamente, os empresários também ofereceram contribuições para a elaboração de um projeto de lei alternativo de autoria das equipes do Ministério do Meio Ambiente, que deve ser enviado ao Congresso Nacional em 2017.

As avaliações dos participantes do Comitê de Sustentabilidade da Abdib foram feitas com um objetivo: que seja possível construir uma lei geral para o licenciamento ambiental no Brasil que consolide as leis e regras existentes em um arcabouço legal moderno, rigoroso e eficiente.

Além disso, a Abdib, por meio do comitê, tem em pauta a idealização de um projeto que culmine na criação de um banco de dados de informações sobre a biodiversidade e o patrimônio social e cultural já disponíveis nos órgãos ambientais, fruto de processo de licenciamento anteriores. Assim, será possível acessar informações já estudadas e acelerar processos. Essa diretriz está atrelada ao fortalecimento institucional dos órgãos ambientais.

Update rules and consolidate information

In May 2016, Abdib resumed, in a more systematic way, actions to update the rules governing the environmental licensing process of infrastructure undertakings. The licensing process happens under a set of laws and procedures that assess and measure environmental, social and cultural impacts of the investments or operation of infrastructure – many times by differently rules and directives in federal, state and municipal environmental bodies.

Therefore, one of the first actions of the Sustainability Committee was to review the existing laws and assess legislative initiatives that, even still in course and not passed, have the potential to improve the environmental licensing system for infrastructure. The members of Abdib’s Committee assessed all issues and proposals involving Bill 3.729/2004, which objective is change the environmental licensing national rules.

In addition, the businessmen also offered contributions to an alternative bill of authorship of Ministry of Environment, which must be sent to the National Congress in 2017.

The assessments of Abdib’s Sustainability Committee participants were made with one objective: to contribute to an effort focusing a new general law for environmental licensing in Brazil so that it can consolidates the existing laws and rules in a modern, rigorous and efficient legal framework.

In addition, Abdib, by means of the committee, has on its agenda an idea to be pursued: a database to be created with biodiversity, social and cultural heritage data and information extract from previous licensing process already available in all environmental bodies. Thus, it will be possible to access information already studied and accelerate processes. This guideline is linked to the institutional strengthening of environmental bodies

Financiamento/Financing

A pauta essencial do setor de infraestrutura

Nenhum assunto foi tão constante na agenda de discussões da Abdib em 2016 como os entraves e desafios do financiamento e garantias para a infraestrutura. Diagnósticos e propostas foram repetidos insistentemente pelos executivos da Abdib em reuniões e seminários, inclusive com ministros – Casa Civil, Fazenda, Planejamento, Relações Exteriores e Cidades. Outros órgãos e instituições federais, como BNDES, Caixa e Secretaria do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), também participaram de debates com a Abdib para avaliar as ações necessárias sobre esta questão.

Diante do desafio, a Abdib reformulou a composição do Comitê de Financiamento e garantias com a inclusão de seguradoras, corretoras de seguros, resseguradoras, fundos de private equity, bancos públicos e privados. O grupo tem como orientação discutir novos conceitos e possibilidades sobre financiamento e garantias.

Inúmeros encontros foram promovidos, cabendo destacar principalmente os que envolveram o BNDES (março), Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias – ABGF (maio), novamente BNDES (julho), Secretaria do PPI (agosto), Federação Brasileira de Bancos – Febraban (agosto), Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais – Ibmec (setembro), Ministério das Relações Exteriores (outubro), Centro de Estudos do Instituto Ibmec – Cemec (outubro), Associação Brasileira dos Bancos Internacionais – ABBI (outubro), Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais – Anbima (novembro), Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal (novembro) e Secretaria de Parcerias Público-privadas do Governo do Estado de São Paulo (dezembro).

O receituário da Abdib sobre financiamento

Fontes de financiamento

O Brasil precisa aproveitar todas as fontes de financiamento disponí­ veis. O BNDES, fonte principal, precisa manter a disponibilidade de recursos com custos condizentes com as necessidades do setor, de forma a contribuir com o enfrentamento da recessão e da escassez de cré­ dito de longo prazo em condições atrativas. Outras duas fontes necessárias são o mercado de capitais e o mercado externo. No primeiro caso, a taxa de juros, ainda elevada, inibe a emissão de debentures com custos que viabilizem o projeto. Assim, é fundamental um rápido movimento de queda dos juros. No segundo caso, a instabilidade cambial oferece riscos demasiados para a atração de recursos externos – o que demanda mecanismos de proteção cambial.

Proteção cambial

Para oferecer proteção cambial, a Abdib produziu propostas e endossou iniciativas. Uma possibilidade é instituir um mecanismo de diluição de riscos entre os agentes envolvidos, pelo qual parcelas de variação cambial podem ser seguradas por diferentes agentes, incluindo seguradoras, bancos privados e Fundo Garantidor de Infraestrutura (FGIE). A Abdib também propôs a constituição de um mecanismo de hedge no New Development Bank (Banco dos Brics), composto por recursos diretos dos membros dos Brics.

Há alternativas possíveis. A Abdib considerou satisfatórias soluções para o risco cambial que utilizam recursos provenientes do pagamento de outorga variável. Essas inovações foram inseridas nas regras de leilões no Estado de São Paulo (rodovias) e no governo federal (aeroportos), com boa aceitação das empresas.

Project finance non recourse

Mesmo que todos os mecanismos estivessem prontos para aproveitar a plenitude das fontes de financiamento disponíveis, ainda é preciso, definitivamente, construir as condições para esse financiamento ser feito na modalidade de ‘project finance non recourse’ – no qual as garantias para a tomada do crédito sejam as receitas futuras do empreendimento e não demandem garantias corporativas das empresas investidoras. Esse modelo é fundamental para a sustentabilidade dos investimentos no setor, particularmente em um momento que o novo ciclo passa a incorporar novos agentes como fundos de investimento.

Estrutura de garantias

Para não exigir garantias corporativas, a Abdib listou uma sé­ rie de mudanças necessárias. Os empreendimentos precisam estar ancorados em estudos robustos que comprovem a sustentabilidade financeira dos projetos de investimento e a matriz de riscos dos projetos precisa ser distribuída de forma equilibrada entre as partes envolvidas. Nas seguradoras, será necessário reforçar os processos de monitoramento e fiscalização da condução dos investimentos e garantir a exequibilidade das apólices. Adicionalmente, é válido aprimorar as regras para exigir cobertura mais apropriada do seguro-garantia nas fases de construção dos projetos e prever cobertura para riscos não gerenciáveis por meio de fundos criados para esta finalidade.

Fundos garantidores

Essa receita ainda tem um último ingrediente: a capitalização dos fundos garantidores criados em âmbito federal para ofertar garantias para riscos não gerenci­ áveis. Por meio de operações de securitização da dívida tributária parcelada da União, a parcela de recursos separada para oferecer lastro e segurança para tais opera­ ções pode ser alocada nos fundos garantidores de infraestrutura do governo federal – FGIE, para infraestrutura, e FGP, para parcerias público-privadas – e contribuir para viabilizar investimentos em infraestrutura, inclusive em estados e municípios.

The essential agenda of the infrastructure sector

No subject has been so constant on 2016 Abdib’s agenda as infrastructure funding and guarantees. Diagnostics and proposals were repeated by Abdib executives at meetings and seminars. Some of the interlocutors were ministers of Foreign Affairs, President’s Chief of Staff, Planning and Economy. The debates also included other authorities, like executives of BNDES (public development bank), Caixa (public bank) and Investment Partnership Program (PPI).

One of the directives do face the challenge was redesigning Abdib’s Financing and Guarantees Committee composition. It further received companies like insurance companies, insurance brokers, reinsurers, private equity funds, public and private banks. The group aims to discuss new concepts and possibilities on funding and guarantees.

Several meetings were held: BNDES (March), Brazilian Agency Managing Guarantee Funds and Guarantees – ABGF (May), again BNDES (July), Office of the PPI (August), Brazilian Federation of Banks – Febraban (August), Brazilian Institute of Capital Market – Ibmec (September), Ministry of Foreign Affairs (October), Center for Studies of the Institute Ibmec – Cemec (October), Brazilian Association of International Banks – ABBI (October), Brazilian Association of Entities of the Capital and Financial Markets – Anbima (November), federal Senate’s Committee of Economic Affairs (November) and the Office of Public-Private Partnerships of São Paulo State (December).

The main points on the Abdib’s speech

Sources of financing

Brazil needs to take advantage of all available sources of financial recourses. The BNDES, the main source, needs to maintain availability of funds with suitable costs for meeting sector needs so that the bank can contribute decisively to face economic recession and the lack of long-term credit in attractive conditions.

Two other necessary funding sources are the Brazilian capital market and the international financial market. In the first case, the interest rate, still high, doesn’t allow the issuance of debentures with friendly costs that enable the project. Therefore, it is crucial that interest rates fall fast. In the second case, the exchange rate instability poses excessive risks for the foreign funds attraction – which requires hedging mechanisms.

Hedging

Abdib wrote hedging proposals and endorsed other initiatives. One possibility is to create a mechanism for dilution of risk between the parties involved, by which parts of the exchange rate variation could be covered by different insurance players, considering insurance companies, private banks and the Infrastructure Guarantee Fund (FGIE). Another suggestion made by Abdib was to design a hedge mechanism at the New Development Bank (Bank of BRICS), funded through direct resources from the members of the BRICS.

There are possible alternatives. Abdib also considered satisfactory solutions to exchange rate risk that use funds from the variable grant payments. These innovations were embedded in the rules of auctions in the State of São Paulo (highways) and in the federal government (airports), with good acceptance by investors.

Project finance non recourse

Even that all financial sources were available, it will still be necessary to create conditions for such funding to be carried in the form of project finance non-recourse – in which the guarantees for the credit will be the assets and future income of the concession and it will not require the corporate assets of investing companies. This model is very important for the infrastructure investments promotion, particularly at a time when the Brazil tries to trigger a new cycle of investments also including new agents such as investment funds.

Structure of guarantees

In order to avoid corporate guarantees, Abdib listed a series of necessary changes. The projects need to be supported by goodquality studies that prove the financial sustainability of investment. Besides, the risks of the projects need to be efficiently distributed between government and investors. In the insurance companies, it will be necessary to strengthen the monitoring and supervision investments processes and ensure the feasibility of insurance policies. In addition, it is important to improve rules to require a more proper coverage to performance bonds in construction phases of projects and provide coverage for unmanageable risks by funds that were set up for this purpose.

Guarantees for unmanageable

Another important issue is to capitalize federal funds to offer guarantees for unmanageable risks. By means of securitization operations of federal tax debt, a share of resources segregated to provide security for such operations can be allocated at those federal funds – FGIE, for infrastructure, and FGP, for public-private partnerships. Thus, it turns possible to offer guarantees for unmanageable risks to infrastructure investments carried by states and municipalities.

Ética/Ethics

Associadas aprovam código de conduta

Depois de meses de discussão, avaliações e dezenas de reuniões, a Abdib passou a contar com um Código de Conduta e de Governança Interna, documento que, em paralelo ao estatuto da entidade, reforça regras e posturas desejáveis de funcionários, colaboradores e profissionais das empresas associadas da Abdib.

O Código de Conduta e de Governança Interna da Abdib foi elaborado para atender anseios das empresas associadas no estabelecimento de condi­ ções mínimas de conduta para nortear as atividades da entidade e das empresas associadas, empenhadas em conduzir ações no estrito cumprimento das leis vigentes e seguindo padrões éticos reconhecidos pela sociedade.

O documento foi sancionado dia 30 de junho em reunião de Assembleia Geral Extraordinária, por aclamação, após ser também aprovado em outras instâncias, como o Comitê de Ética, o Conselho Consultivo e o Conselho de Administração da Abdib.

Nos meses seguintes, a Abdib passou a empreender esforços para promover a adesão das empresas e profissionais ao código e criar as instâncias de avaliação previstas – como o Grupo de Avaliação de Conduta e Compliance da Abdib. O grupo tem a função de analisar e instruir casos que sejam endereçados à entidade e que possam ser interpretados como suposta violação à legislação brasileira, ao código de conduta e às normas da associação.

A adesão ao código de conduta é obrigatória, tanto para empresas já associadas quanto para novos sócios. Até 31 de dezembro de 2016, 65% das empresas associadas confirmaram adesão ao documento.

Member companies approve Ethics Policy

After months of discussion and evaluation, and dozens of meetings, Abdib now has an Internal Governance and Ethics Policy. This document, beside the statute of the entity, strengthens desirable rules and attitudes of employees, coworkers and professionals of Abdib member companies.

The Abdib’s Internal Governance and Ethics Policy was prepared to meet member companies wishes in the establishment of minimum conditions of conduct to govern entity and member companies activities, engaged in conducting actions in strict compliance with laws in force and following ethical standards recognized by society.

The document was approved on June 30 at a meeting of the General Extraordinary Assembly, by acclamation, after also having been approved in other groups, such as the Ethics Committee, the Advisory Council and the Board of Directors of Abdib.

In the following months, Abdib began to exert efforts so that associated companies and professionals may adopt the policy. Also important issue is to create a group for evaluation – such as the Group for Evaluation of Compliance of Abdib. The group has the role of analyzing cases which are addressed to the entity and which may be interpreted as alleged violation to the Brazilian legislation, the Abdib’s compliance policy and association rules.

Adoption to the compliance policy is mandatory for both member companies and new members. By December 31, 2016, 65% of the member companies had assigned the document.

Exportação/Export

Trabalho orientado por um plano com diretrizes claras

Os integrantes do Comitê de Exportação da Abdib avaliam constantemente os desdobramentos nas áreas de política externa e integração regional, frentes importantes para a infraestrutura. Esse trabalho ganhou importância diante da nova postura da política externa brasileira, que reorienta a ação comercial para mercados dinâmicos.

Essa reorientação motivou a Abdib a aproveitar o potencial do Brics – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – para propor um mecanismo de proteção cambial no New Development Bank (Banco dos Brics) para apoiar financiamento de infraestrutura nos países-membros. Tal ideia foi apresentada ao ministro das Relações Exteriores, José Serra, em audiência que serviu para tratar outros temas, como acordos multilaterais, exportação de serviços e política cambial. A Abdib considera haver um enorme potencial para o NDB viabilizar funding para projetos estruturantes de infraestrutura no Brasil e na América do Sul.

O bloco, inclusive, é uma prioridade para o Comitê de Exportação da Abdib, cujos integrantes participam do BRICS Business Council, iniciativa com perfil empresarial e funcionamento paralelo às ações governamentais da Cúpula dos BRICS. Dos cinco grupos de trabalho criados nesse conselho, a Abdib mantém representantes em dois – no de infraestrutura e no de energia e economia verde. Relatórios são produzidos e entregues aos presidentes de cada país.

A Abdib tem um plano de trabalho com diretrizes para ampliar as exportações e a inserção internacional das empresas de infraestrutura. Uma delas é defender negociações bilaterais que culminem em acordos de comércio, serviços e investimentos. Esse foi o tom, por exemplo, em reunião do Fórum do Comércio Exterior de Serviços, em fevereiro, com empresá­ rios e autoridades governamentais. Outra diretriz é a reforçar a política de crédito à exportação. Uma sugestão da Abdib foi aproveitada pelo governo federal – uma forma diferente de contabilizar operações de crédito para equalizar juros, permitindo apoiar mais contratos de exportação com o mesmo orçamento.

Work guided by a plan with clear guidelines

The members of Abdib’s Export Committee constantly evaluate the developments in foreign policy and regional integration areas, important business fronts for infrastructure sector. This work has receiving more importance because of new posture of the Brazilian foreign policy, which redirects the commercial action to dynamic markets.

Because this new orientation, Abdib was motivated to take advantage of BRIC countries – Brazil, Russia, India, China and South Africa – potential to propose a hedge mechanism in the New Development Bank (Bank of BRICS) to support foreign financial recourses to infrastructure projects among member countries. This idea was presented to the Minister of Foreign Affairs, José Serra, on a hearing that served to deal with other issues, such as the multilateral agreements, service exports and exchange rate policy. Abdib believes there is potential for the NDB enabling funding for structuring projects on infrastructure in Brazil and in South America.

The BRICS country group is a priority for the Abdib’s Export Committee, whose members participate in the BRICS Business Council, an initiative with business profile that has being working in parallel to the governmental actions of the Summit of BRICS. Among the five working groups created in this council, Abdib maintains representatives in two – in infrastructure and in energy and green economy. Reports are produced and delivered to the presidents of each country.

Abdib has a work plan with guidelines to expand exports and the international share of infrastructure companies. One directive is support bilateral negotiations focusing agreements on trade, services and investment. This was the tone, for example, at a meeting of the Forum of Foreign Trade in Services, in February, with businessmen and government authorities. Another directive is to strengthen the export credits policy. In this issue, federal government accepted an Abdib’s proposal: a different way of accounting for credit transactions to equalize interest, enabling more export contracts with the same budget.

Indústria/Industry

Um plano para recuperar o espaço da indústria

Os debates na Abdib sobre dificuldades do setor de bens de capital sob encomenda – e de outros setores da indústria brasileira – sempre foram focados nos custos tributários, trabalhistas, financeiros e logísticos, todos muito elevados em relação aos competidores globais. Patamares incompatíveis para juros e câmbio sempre fizeram parte da lista de reclamações. Em 2016, a Abdib decidiu reformular a agenda de debates e elaborou um plano estruturante.

O Plano Nacional de Reindustrialização (PNR) foi elaborado em 2016 por Igor Rocha, PhD pela Universidade de Cambridge e diretor de Planejamento e Economia da Abdib, com o objetivo de criar as condições para a indústria de transformação recuperar a competitividade e a participação no PIB, que já foi de 20% até a década de 80 e hoje está em 10%.

O trabalho inclui uma análise teórica dos pressupostos que nortearam as ações governamentais nas últimas décadas, uma avaliação histórica das diversas políticas públicas para o setor e, por fim, diretrizes e medidas para o setor. A principal diretriz do plano da Abdib é atrelar medidas de políticas setoriais às de política macroeconômica. Sem isso, a recuperação da atividade industrial não será bem-sucedida.

O plano foi discutido em comitês da Abdib, entre eles o de Indústria e o de Petróleo e Gás Natural, apresentado para associações empresariais relacionadas ao assunto e finalmente debatidas com o Ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Pereira, incluindo secretários e equipe, em dezembro de 2016.

A plan to recover importance of industry

The debate undertaken at Abdib about difficulties faced by the capital goods industry – and in the industry as a whole – have always been focused on tax, labor, financial and logistical costs that are remarkably high in relation to global competitors. Incompatible levels of interest and exchange rates have always been part of the list of complaints. In 2016, Abdib decided to recovery this agenda of discussions and prepared a structuring plan.

The National Plan of Reindustrialization (PNR) was prepared in 2016 by Igor Rocha, PhD by University os Cambridge and Abdib’s Planning and Economics director, with the aim of creating conditions for recovery manufacturing competitiveness and participation in the GDP. The last one represented 20% of GDP until the 1980s and now corresponds to 10%.

This study includes a theoretical framework that guided policy making in recent decades, an historical approach of various public policies for the sector and, finally, guidelines and measures for the sector. The main guideline of Abdib’ plan is the link between sectoral and macroeconomic policies. Without this, the recovery of industrial activity will not be successful.

The plan was discussed at Abdib, particularly in the ‘Industry’, ‘Oil and Natural Gas’ committees, presented to business associations related to the subject, and finally, discussed with the Minister of Industry, Foreign Trade and Services, Marcos Pereira, including  secretaries and staff, in December 2016.

Projetos e Programas Especiais/Especial Programs and Initiatives

Educação Corporativa

O EduCorp é o programa de educa­ ção corporativa da Abdib. Foi criado em 2004 para organiza cursos e treinamento com foco na gestão ou na operação de empreendimentos e de mercados de infraestrutura. A estrutura pedagógica dos cursos se apoia na identificação de competências requeridas para os profissionais a partir de consultas às empresas de infraestrutura e relacionamento estreito com as universidades corporativas do setor.

Em parceria com algumas das principais instituições de ensino superior, no Brasil e no exterior, como a London School of Economics, o EduCorp já realizou mais de 50 cursos para mais de 1.400 alunos desde então. Em 2016, dois cursos foram realizados – um sobre financiamento na modalidade project finance e outro sob medida para uma empresa do setor de infraestrutura.

Infra Brasil 2030

O Infra Brasil 2030, em fase de desenvolvimento, é uma iniciativa com a função de identificar aspectos legislativos e institucionais críticos para a expansão da infraestrutura e oferecer, como sugestão, soluções “formatadas” ao poder público na forma de programas institucionais, mecanismos regulatórios e instrumentos financeiros, entre outros.

O plano almeja orientar os esforços públicos e privados para elevar o investimento em infraestrutura de 1,7% para 5,0% em relação ao PIB e ampliar a capacidade e a qualidade dos servi­ ços de infraestrutura no Brasil.

Observatório da Infraestrutura

Em fase de desenvolvimento, Observatório da Infraestrutura será uma plataforma com a função de ser fonte de informação de referência para a definição de projetos prioritários de infraestrutura.

O Observatório da Infraestrutura foi concebido para contribuir com agentes públicos e privados no restabelecimento da capacidade de definir as prioridades de investimentos a partir de critérios claros de racionalidade econômica e social, de forma que haja segurança jurídica, qualidade na estruturação de projetos e melhores taxas de retorno.

Corporate Education

Abdib created in 2004 a corporate education program called EduCorp. Since then, the program organizes courses focused on the management or operation of infrastructure undertakings and markets. The courses pedagogical structure includes the identification of competencies required for professionals from consultations to infrastructure companies and close relationship with the corporate universities of the sector.

In partnership with some of the main college and universities, in Brazil and abroad, EduCorp has held more than 50 courses for more than 1,400 students since 2004. In 2016, two courses were promoted – one about project finance to infrastructure projects and other structured especially for a infrastructure company

Infra Brasil 2030

Abdib has conducting a initiative called Infra Brasil 2030 which the goal is to identify regulatory and institutional constraints on infrastructure expansion. Beyond that, other objective is to identify possible solutions and offer “formatted” solutions to the government in the form of institutional programs, bills, regulatory mechanisms and financial instruments, among others.

The plan aims at directing the public and private efforts to increase the investment in infrastructure from 1.7% (in 2016) to 5.0% in relation to the GDP and increase the Brazilian infrastructure capacity and quality.

Infrastructure Observatory

Infrastructure Observatory, currently in development by Abdib, is a platform with the function of being reference information source to the planning and definition of infrastructure projects.

The Infrastructure Observatory initiative was thought to contribute to public and private agents in the challenge that includes the definition of investment priorities based on economic and social criteria. It will contribute to improve legal certainty, increase quality in projects structuring activities and offer better investments rates of return.

Comunicação/Communications

Ampliar o alcance da informação

 A Abdib intensificou diversas ações de comunicação com os públicos de interesse em 2016 com o objetivo de difundir propostas e teses essenciais para a infraestrutura e ampliar o alcance da informação, criando assim um ambiente mais propício para a argumentação, o convencimento e a pro ­ moção de transformações necessárias para a expansão dos investimentos.

Para nortear a mensagem, a Abdib revisou a Agenda da Infraestrutura 2015 -2018 e lançou, em 2016, o documento Propostas para a Retomada dos Investimentos em Infraestrutura, com medidas de curto, médio e longo prazo sobre aspectos macroeconômicos e de infraestrutura.

Além de criar boletins digitais segmentados para públicos internos e externos e remodelar o portal da entidade da internet, a Abdib deu atenção especial à imprensa. Jornalistas receberam sugestões de pauta explicando as propostas da infraestrutura, resultando em dezenas de reportagens e entrevistas sobre infraestrutura urbana, mobilidade urbana, garantias, saneamento básico, licenciamento ambiental e resíduos sólidos.

A estratégia de comunicação da Abdib também deu prioridade à participação em seminários – foram realizadas cerca de 30 palestras em diversos seminários ao longo de 2016 – e à visita de executivos da Abdib a redações de empresas de mídia.

Boosting the reach of information

Abdib intensified communication actions with stakeholders in 2016 with the objective of spreading essential infrastructure proposals and theses and broadening the reach of the information, thus creating a more conducive environment for argumentation, conviction and promotion of necessary changes for investments growth.

To guide the message, Abdib revised the Infrastructure Agenda 2015-2018 and published in 2016 the document called Proposals to Resume Infrastructure Investments, with short, medium and long term measures about macroeconomic and infrastructure aspects.

In parallel, Abdib redesigned digital newsletters targeting internal and external audiences as well as reshaping the corporate site on the internet. And Abdib gave special attention to the press. Journalists received press releases explaining infrastructure proposals. The strategy achieved dozens of newspapers articles and interviews on urban infrastructure, urban mobility, guarantees, basic sanitation, environmental licensing and solid waste, among others.

Abdib’s communication strategy also gave priority to attending seminars – around 30 lectures were held at various seminars throughout 2016 – and visits to news media offices by Abdib executives.


Foram retomadas ontem as obras das quatro estações da Linha 4-Amarela do Metrô. Paradas desde julho de 2015, após o contrato com o consórcio responsável ser rescindido, a primeira estação a ser entregue será a Higienópolis-Mackenzie, em um ano. As estações foram prometidas inicialmente para 2014. 

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

 

Roberto Carlos Deutsch CAMARGO CORREA COORDENADOR
Nivaldo Sanches Tetti ABDIB COORDENADOR-EXECUTIVO

ASSOCIADAS E REPRESENTANTES
Representante Empresa
Andre Clark Juliano ACCIONA
Andrea Pradelli ACCIONA
Edina Bortolli ACCIONA
Ana Carolina Uzeda ANDRADE GUTIERREZ
Carlos Alberto Franco França ANDRADE GUTIERREZ
Lais Oliveira ANDRADE GUTIERREZ
Luiz Antonio A. Dantas ANDRADE GUTIERREZ
Rodrigo Costa Fonseca ANDRADE GUTIERREZ
Ivan Pereira BF CAPITAL
Antonio Carlos de Almeida Portugal CAMARGO CORREA
Denise Kao CAMARGO CORREA
Roberto Carlos Deutsch CAMARGO CORREA
Raphael Cherkezian Guiguer CAMARGO CORREA
Wanderley Henrique da Costa CAMARGO CORREA
Eduardo Jorge Miana CONCREMAT
Luca Salvoni CPBS ADVOGADOS
Luanda Pinto Backheuser DDSA ADVOGADOS
Marcos Tiraboschi DDSA ADVOGADOS
João Carlos G. de Oliveira DT ENGa.
Guilherme Furst ELETROBRAS
Lucia Navegantes Bicalho ELETROBRAS
Pedro Luiz de O. Jatobá ELETROBRAS
Artur Braga EY
Evy Marques FELSBERG
Marcelo Botelho Pupo FELSBERG
Ricardo Keiper GE
Carlos Afonso Infante Teixeira INTERTECHNE
Rogerio Yamashita ITAU BBA
Roberto Ayabe Nakagawa ITAZI
Ana Mara França Machado ITAZI
Jorge Nerm LEITE, TOSTO E BARROS ADVOGADOS
Henrique Zuppardo Junior MEGATRANS
Renato Zuppardo MEGATRANS
Claudia Vieira Pimentel Ramos OAS
Jorge Luiz de Souza Fortes OAS
Evaristo Pinheiro ODEBRECHT
João Carlos Mariz Nogueira ODEBRECHT
Alvaro Bragança Junior PROMON
André Marinho PWC
Fernando Chemin PWC
Annibal Schleder QUEIROZ GALVÃO
Antonio Gobbo QUEIROZ GALVÃO
Paulo Brechbühler QUEIROZ GALVÃO
Cristiano Amelia SALINI IMPREGILO
Massimo Guala SALINI IMPREGILO
Marcelo Hideo Silva SIEMENS
Valnei Souza Nunes SOLVI
Carolina Müller TOZZINI FREIRE
Claudia Elena Bonelli TOZZINI FREIRE
Vera Kanas Gryts TOZZINI FREIRE
Edgar Cardoso da Silva WEG
Wagner Setti WEG

 


 

Paulo Godoy ALUPAR COORDENADOR
Edson dos Anjos Carneiro   COORDENADOR-EXECUTIVO
José Maria de Paula Garcia ABDIB SUBCOORDENADOR-EXECUTIVO

ASSOCIADAS E REPRESENTANTES
Representante Empresa
Emerson Freitas ABB
Fábio Nugnesi ABB
Tiago Cesar Benini ACCIONA
Rafael Teixeira ALLIANZ
Glauco Freitas ALSTOM BRASIL
Gabriel de Carli ALUPAR
João Eduardo Greco Pinheiro ALUPAR
Silvio Misse ALUPAR
Paulo Godoy ALUPAR
José Luiz de Godoy Pereira ALUPAR
Alberto Quintaes ANDRADE GUTIERREZ
Arnaldo de Azevedo Silva Jr ARTERIS
Adriano Campos Menezes BANCO DO BRASIL
Alexandre Mascia Resende BANCO DO BRASIL
Sergio Augusto V. de Souza BANCO DO BRASIL
Thais R. Henriques BANCO DO BRASIL
Otávio Furlan Ramos BARBOSA MELLO
Pedro C. Rovieri BARBOSA MELLO
Jacy do Prado BF CAPITAL
Luiz Carlos Martins CAMARGO CORREA
Gustavo Maschietto CARIOCA
Cassio Viana De Jesus CEF
Leonardo C. G. Caseiro CEF
Alan Heinen CELEO
Augustinho Simões CELEO
Carlos Viola CELEO
José Renato S. de Menezes CELEO
Mauricio Scovino CELEO
Frederico Alvarez Perez CEMIG
Paulo Mota CEMIG
Stefano Michestadter Jr CEMIG
Wanderson Rodrigues Da Silva CEMIG
João Henrique Franklin Neto CHESF
Rafael Luis Rabuske CONCREMAT
Carlos Ribeiro CTEEP
Fabio Silva Marques CTEEP
Francisco Manzano Neto CTEEP
Augustinho Simões CELEO
Carlos Viola CELEO
José Renato Sobral De Menezes CELEO
Mauricio Scorvino CELEO
Flavia Marcilio Barbosa DDSA Adv
José Davi Fidalgo DDSA Adv
Luanda Pinto Backheuser DDSA Adv
Eduardo de Oliveira DELOITTE
Eliana Tempesta DELOITTE
Luciano Jun Fujii DELOITTE
Luiz Carlos Tsutomu I DELOITTE
Pedro Henrique Dante DEMAREST
Bruno Cesar Crispim DEMAREST
João Carlos G. de Oliveira DT Enga.
Júlio C. A. de Aguiar ELETROBRAS
Meriam Ohana ELETROBRAS
Vladia Viana Regis ELETROBRAS
Paulo Takao Yamamura ELETRONORTE
José Ricardo ERNST & YOUNG
Bruno Maschietto Lauria FELSBERG
Daniel Engle FELSBERG
Fabricio Soler FELSBERG
Goret Pereira Paulo FGV
André Millions Coutinho FURNAS
Fabiana Toledo FURNAS
José Marcio Peralta FURNAS
Leandro Lima FURNAS
Marcio Cunha Dias FURNAS
Marco Antonio De Paiva Fontes FURNAS
Sylvio Murad FURNAS
Tiago Aragão FURNAS
Carolina Naccache GE
Leonardo Cuellar GE
Marcelo Girão Carneiro ITAU BBA
Wilson Chen Chang ITAU BBA
Roberto Ayabe Nakagawa ITAZI
Ana Mara França Machado ITAZI
Fernando Faria KPMG
Ruben Palminha KPMG
Tiago Mirabeau Lobão Cardoso Cosenza LEITE, TOSTO ADV.
Ana Karina Souza MACHADO MEYER
Laura Garcia de Freitas Souza MACHADO MEYER
Paulo de Tarso Machado MACHADO MEYER
Eduardo A Ramires MANESCO
Ana Carolina K. Calil MATTOS FILHO
Bárbara Mendes Carnevalli MATTOS FILHO
Fabiano R. Luz De Brito MATTOS FILHO
Edmilson C. Santana NEOENERGIA
Fabiano Carvalho NEOENERGIA
Fernanda Helena Laureano NEOENERGIA
Hugo Nunes NEOENERGIA
Luiz Carlos Dos Santos Amancio ORTENG
Diogo Albaneze PWC
Fernando Chemin PWC
Angelo Guasto SALINI IMPREGILO
Fulvio Boiani SALINI IMPREGILO
Carlos Adolfo De Souza Pereira SIEMENS
Daniel Costabile SIEMENS
Arthur Pereira Neto SIEMENS
Paulo Beghini SIEMENS
Ana Beatriz De Faria Bacellar STATE GRID BRASIL
Gabriela Brito Vilaça STATE GRID BRASIL
Marcos Freitas De Sousa STATE GRID BRASIL
Murilo Magalhães Nogueira STATE GRID BRASIL
Ramon Sade Haddad STATE GRID BRASIL
Eduardo Albuquerque De Figueiredo STN
Márcio Fontan STN
Aline Nascimento TAESA
Angélia Ferreira de Luca TAESA
Arnaldo De Mesquita Bittencourt Neto TAESA
Ellen Cristina G. Miranda TAESA
Gliender Mendonça TAESA
José Aloise Ragone Filho TAESA
Marco Antonio Resende Faria TAESA
Caio Figueiredo Cavalcante TBE
Edilene Luna TBE
Eduardo Balog TBE
Luis Sérgio Ribeiro TBE
Marcelo Tosto De Oliveira Carvalho TBE
Marivaldo Torres TBE
Luis Carlos Borba TOSHIBA
Roberto Kazuo Matsushima TOSHIBA
Claudia Elena Bonelli TOZZINI ADV.
Heloisa Andrade Scaramucci TOZZINI ADV.
Pedro Galvão Seraphim TOZZINI ADV.
José Renato S. Machado TRANSLESTE
Roberto Negreiros TRANSLESTE
Edgar C. Da Silva WEG
Wagner Setti WEG

 


 

Antonio Carlos Valente da Silva TELEFONICA COORDENADOR
José Maria de Paula Garcia ABDIB COORDENADOR-EXECUTIVO

ASSOCIADAS E REPRESENTANTES
Representante Empresa
Bruno Franco ABB
Alexandre Barra Vieira ANDRADE GUTIERREZ
Flavia Marcílio Barbosa DDSA ADVOGADOS
Luanda Pinto Backheuser DDSA ADVOGADOS
Marcia O Matsubayashi DELOITTE
Daniel Gomes de Oliveira DT Enga.
Luis Merlini EY
Sérgio Peixoto FELSBERG
Marcelo Girão Carneiro ITAU BBA
Roberto Ayabe Nakagawa ITAZI
Ana Mara França Machado ITAZI
Marcos Paulo Verissimo MACHADO MEYER
Eduardo A Ramires MANESCO
Thays Castaldi Gentil MATTOS FILHO
Fernando Chemin PWC
Claudia Elena Bonelli TOZZINI FREIRE
Marcela W. Ejnisman TOZZINI FREIRE

 


 

Gustavo Rocha INVEPAR COORDENADOR
José Maria de Paula Garcia ABDIB COORDENADOR-EXECUTIVO

ASSOCIADAS E REPRESENTANTES
Empresa Representante
Luiz Claudio A Braga ACCIONA
Adriano Gonçalves Macedo ACCIONA
Edina Bortolli ACCIONA
Rafael Teixeira ALLIANZ
Flavio Augusto Ometto Frias ANDRADE GUTIERREZ
Eustáquio Bicalho ARTERIS
Rogério Santana BANCO DO BRASIL
Fabiano Pereira Alves BARBOSA MELLO
Mauricio Magri BARBOSA MELLO
Rafael Quinane BF CAPITAL
Alessandro Vieira Martins CAMARGO CORREA
Flávio Borges Carvalho CCR
Carlos Henrique Rocha CCR
Ronaldo Aniceto CAIXA
Olavo Amorim Silveira Neto CONTER
Flavia Marcílio Barbosa DDSA ADVOGADOS
Luanda Pinto Backheuser DDSA ADVOGADOS
Eduardo de Oliveira DELOITTE
Elias de Souza DELOITTE
Filipe Bonaldo Alves DELOITTE
Marcos Eduardo Ganut DELOITTE
Rafael Aveiro Marchi DELOITTE
João Carlos G. de Oliveira DT Enga.
Sebastien Louis Jean Prince ENGIE
Antonio Almeida EY
Daniel Engle FELSBERG
Fabricio Soler FELSBERG
Paulo Tessari Coutinho GALVÃO ENGENHARIA
Rafael Carneiro Bastos De Carvalho GALVÃO ENGENHARIA
Jorge Mussi INTERTECHNE
Gustavo Rocha INVEPAR
Roberto Ayabe Nakagawa ITAZI
Ana Mara França Machado ITAZI
David de Souza Neto KELLER GEOTECNICA
Fabio Azem KELLER GEOTECNICA
Mauro Bardawil Penteado MACHADO MEYER
Eduardo A Ramires MANESCO
Mario Saadi MATTOS FILHO
Juliana Deguirmendjian MATTOS FILHO
Henrique Zuppardo MEGATRANZ
Paulo Meira Lins ODEBRECHT
Renato Ferreira De Mello Junior ODEBRECHT
José Carlos Cassaniga PRIMAV
Valter Luis Arruda Lana PRIMAV
Fernando Chemin PWC
Marcelo Salles PWC
Fulvio Boiani SALINI IMPREGILO
Massimo Guala SALINIIMPREGILO
Guilherme de Mendonça SIEMENS
Claudia Elena Bonelli TOZZINI FREIRE
Leonardo Miranda da Silva TOZZINI ADV.
Joel Eduardo Alves Peito TRIUNFO
Matheus Villar Ejima UNA

 


 

Carlos Villa SOLVÍ COORDENADOR
Dráusio Barreto   COORDENADOR-EXECUTIVO
José Maria de Paula Garcia ABDIB GERENTE-EXECUTIVO

ASSOCIADAS E REPRESENTANTES
Representante Empresa
Tiago Cesar Benini ACCIONA
Carlos F. H. Bretas ANDRADE GUTIERREZ
Pedro Miguel C. Alves BARBOSA MELLO
Jacy do Prado BF CAPITAL
Kalil Antonio A. Farran CAMARGO CORREA
Carlos Andre Lins Rodrigues CAIXA
Flavia Marcílio Barbosa DDSA ADVOGADOS
Ana Lia Touso DELOITTE
Camila G S Araujo DELOITTE
Eliana Tempesta DELOITTE
Elias de Souza DELOITTE
Rodolpho O Simas DELOITTE
Daniel Gomes de Oliveira DT Enga.
Alderico Marchi ENFIL
André Bonelli ESTRE
Julio Volotão ESTRE
André Meira ESTRE
Daniel Engle FELSBERG
Fabricio Soler FELSBERG
Leonardo Melo GALVÃO ENGENHARIA
Iara Corsi Okabayashi GE
Diego Motta De Souza Coelho ITAU BBA
Rogerio Hiroshi Yamashita ITAU BBA
Roberto Ayabe Nakagawa ITAZI
Ana Mara França Machado ITAZI
Charles C. Schramm KPMG
Rafael Vanzela MACHADO MEYER
Wladimir Antonio Ribeiro MANESCO
Lina Pimentel MATTOS FILHO
Marcos de Sá Nascimento MATTOS FILHO
Newton De Lima Azevedo ODEBRECHT AMBIENTAL
Carlos Eduardo Bueno ORTENG
Fernando Chemin PWC
João Miguel Drummond QUEIROZ GALVÃO
Juliano Gomes Meirelles QUEIROZ GALVÃO
Sylmara Requena SIEMENS
Carlos Villa SOLVI
Tadayuki Yoshimura SOLVI

 


 

    COORDENADOR
José Maria de Paula Garcia ABDIB COORDENADOR-EXECUTIVO

ASSOCIADAS E REPRESENTANTES
Representante Empresa
Fabio Luis dos Santos ACCIONA
Felix Garcia Prieto ACCIONA
Flavia Souza ALLIANZ
Alexandre Rocha ANDRADE GUTIERREZ
Breno Saldanha ANDRADE GUTIERREZ
Flavio Augusto Ometto Frias ANDRADE GUTIERREZ
Carlos F. Horta Bretas ANDRADE GUTIERREZ
Lucas Rodrigues ANDRADE GUTIERREZ
Gustavo Luis Barreiro BARBOSA MELLO
Pedro Cardoso Alves BARBOSA MELLO
Felipe Guidi BF CAPITAL
Kalil Antonio A. Farran CAMARGO CORREA
Pedro Luis Hallack CAMARGO CORREA
Rogerio De Paula Tavares CEF
Elizeu Alvarez de Lima CONCREMAT
Olavo Amorim Silveira Neto CONTER
Flavia Marcílio Barbosa DDSA ADVOGADOS
José Davi Fidalgo DDSA ADVOGADOS
Marcos Tiraboschi DDSA ADVOGADOS
Delio Leite DELOITTE
Eliana Tempesta DELOITTE
Elias de Souza DELOITTE
Luiz Carlos Tsutomu I DELOITTE
Procópio G. de Oliveira Netto DT Enga.
Paulo Cesar Modesto Pereira ENFIL
Antonio Almeida ERNST & YOUNG
Daniel Engle FELSBERG
Fabricio Soler FELSBERG
Marcus Vinicius Picanço GALVÃO ENGENHARIA
Yves Besse GALVÃO ENGENHARIA
Massimiliano Santavicca GE
Roberto Ayabe Nakagawa ITAZI
Ana Mara França Machado ITAZI
Charles C. Schramm KPMG
Rafael Vanzella MACHADO MEYER
Wladimir A Ribeiro MANESCO
Lina Pimentel MATTOS FILHO
Louzival Mascarenhas Junior OAS
Marcos Antonio Borghi OAS
Fernando Chemin PWC
Juliano Gomes Meirelles QUEIROZ GALVÃO
Fulvio Boiani SALINI IMPREGILO
Massimo Guala SALINI IMPREGILO
Thales Souza SUPERBAC
Adriana Mathias Baptista TOZZINI ADV.
Bianca M. Bilton S. Antacli TOZZINI ADV.
Claudia Elena Bonelli TOZZINI ADV.
Daniel Keller de Almeida UNA

 


 

Carlo Alberto Bottarelli TRIUNFO COORDENADOR
José Maria de Paula Garcia ABDIB COORDENADOR-EXECUTIVO

ASSOCIADAS E REPRESENTANTES
Representante Empresa
Welington Cintra ABB
Luiz Gabriel A Coutinho ACCIONA
Adriano Gonçalves Macedo ACCIONA
Andrea Pradelli ACCIONA
Edina Bortolli ACCIONA
Fabio Moya Diez ALIANÇA NAVEGAÇÃO
Ingo Plöger ALIANÇA NAVEGAÇÃO
José Antonio Cristóvão Balau ALIANÇA NAVEGAÇÃO
Rose Adas ALIANÇA NAVEGAÇÃO
Fabio Moya Diez ALIANÇA/ITAPOA
Patricio Junior ALIANÇA/ITAPOA
Rafael Teixeira ALLIANZ
Gustavo Barreto ANDRADE GUTIERREZ
José Henrique Polido Braga ANDRADE GUTIERREZ
Rogerio Santana BANCO DO BRASIL
Miguel Luiz Morad Noronha BARBOSA MELLO
Felipe Guidi BF CAPITAL
Alessandro Vieira Martins CAMARGO CORREA
Ricardo de Aquino Filho CAMARGO CORREA
Roberto Deutsch CAMARGO CORREA
Cristina Ribas CARIOCA
Oswaldo De C. B. Ramos CARIOCA
Carlos Henrique Rocha CCR
Flavio Borges Carvalho CCR
Andre Batista Cotia CEF
Vladimir B. Monteiro de Brito CEF
Alan Jones Tavares CONCREMAT
Ana Luisa Castro Cunha Derenusson DDSA ADV.
Rafaela Clare Cruden DDSA ADV.
Rita de Cassia Fernandes de Godoy DDSA ADV.
Roberta Fagundes DDSA ADV.
Eduardo de Oliveira DELOITTE
Elias de Souza DELOITTE
Filipe Bonaldo Alves DELOITTE
Marcos Eduardo Ganut DELOITTE
Rafael Aveiro Marchi DELOITTE
João Carlos G. de Oliveira DT ENGa.
Pedro Inti Hebrand Capdeville ENGIE/SUEZ/TELCA
Vinicius Melo Câmara ENGIE/SUEZ/TELCA
Dario Gaspar EY
Daniel Engle FELSBERG
Paulo Tessari Coutinho GALVÃO ENGENHARIA
Rafael Carneiro Bastos de Carvalho GALVÃO ENGENHARIA
Jorge Mussi INTERTECHNE
Paulo C. Akashi INTERTECHNE
Gustavo Figueiredo INVEPAR
Ana Paula Venson ITAPOA
Roberto Ayabe Nakagawa ITAZI
Ana Mara França Machado ITAZI
David de Souza Neto KELLER GEOTECNICA
Fabio Azem KELLER GEOTECNICA
Charles C. Schramm KPMG
Fábio Falkengurger MACHADO MEYER
Mauro Bardawil Penteado MACHADO MEYER
Fábio Barbalho Leite MANESCO
Bruno Dario Werneck MATTOS FILHO
Mario Saadi MATTOS FILHO
Rocha ODEBRECHT
Graziela Baroni ODEBRECHT TRANSPORT
Michel Fleck ODEBRECHT TRANSPORT
Natalia Campioto ODEBRECHT TRANSPORT
Rodrigo VEloso ODEBRECHT TRANSPORT
Bruno Dias ODEBRECHT EMBRAPORT
Roberta Batista Vaz Tucano ODEBRECHT EMBRAPORT
Ragenufla D. B. Lana ORTENG
Tarcisio Duarte Godoy ORTENG
Osmari Castilho Ribas PORTONAVE
Tatiana Vespoli dos Santos PRIMAV/ECOPORTO SANTOS
José Eduardo Bechara PRIMAV/ECOPORTOS
Leonardo Carnielle PRIMAV/ECORODOVIAS
Fernando Chemin PWC
Marcelo Salles PWC
Carlos Oliveira QUEIROZ GALVÃO
Fulvio Boiani SALINI IMPREGILO
Massimo Guala SALINI IMPREGILO
Yuri Sanches SIEMENS
Guilherme de Mendonça SIEMENS
Ricardo Kenzo Motomatsu SIEMENS
Luiz Gomes TECHNIP
Carlos Henrique Rocha TECHNIP
Luis Carlos Borba TOSHIBA
Claudia Elena Bonelli TOZZINI ADV.
Leonardo Miranda da Silva TOZZINI ADV.
Carlo Alberto Bottarelli TRIUNFO
Joel Eduardo Alves Peito TRIUNFO
Marcos Ladeira TRIUNFO
Maria Fernanda Dipp TRIUNFO

 


 

Marcos Cintra   COORDENADOR
José Maria de Paula Garcia ABDIB COORDENADOR-EXECUTIVO

ASSOCIADAS E REPRESENTANTES
Representante Empresa
Welington Dumas Cintra ABB
Felix Garcia Prieto ACCIONA
Giuliano Maisto ALLIANZ
Alberto Quintaes ANDRADE GUTIERREZ
Fernando Orsini ANDRADE GUTIERREZ
Arnaldo de Azevedo Silva Jr ARTERIS
André Fonseca BF CAPITAL
Luiz Alfredo Lima Sapucaia CAMARGO CORREA
Silverio Totaro Garbin CAMARGO CORREA
Daniel Rizzotti CARIOCA CHRISTIANI-NIELSEN
Antonio Gil P. B. Silveira CEF
Rossano Macedo e Silva CEF
Arthur Oliveira Costa Sousa CONCREMAT
Daniel Vanegas CONCREMAT
Aurélio Marchini Santos CPBS ADVOGADOS
Ricardo Botelho CPBS ADVOGADOS
Flavia Marcílio Barbosa DDSA ADVOGADOS
Luanda Pinto Backheuser DDSA ADVOGADOS
Eduardo Tavares Raffaini DELOITTE
Eliana Tempesta DELOITTE
Luciano Jun Fujii DELOITTE
Luiz Carlos Tsutomu I DELOITTE
Rafael Aveiro Marchi DELOITTE
Ronaldo Perez Fragoso DELOITTE
Vinicius Oliveira Daher DELOITTE
João Carlos G. de Oliveira DT Enga.
Mauro Gebrim ENFIL
Marcelo Antoniazzi EY
Marco Antonio Bologna FATOR
Selma Pantel FATOR
Luis Antonio Menezes da Silva FELSBERG
José Mauro Ferreira FMC TECHNOLOGIE
Leonel Vianna GALVÃO ENGENHARIA
Carlos Afonso Infante Teixeira INTERTECHNE
Roberto Ayabe Nakagawa ITAZI
Ana Mara França Machado ITAZI
Pedro Henrique Jardim MACHADO MEYER
Carolina Torres Vieira MATTOS FILHO
Igor De Souza Tostes MATTOS FILHO
Mario Saadi MATTOS FILHO
Maís Moreno MANESCO
Henrique Zuppardo MEGATRANZ
Wagner gomes Braz NOVA ENERGIA
Ricardo Antunes Correa NUCLEP
Sérgio Bernardo Pinheiro OAS
Roberto Prisco Paraíso Ramos ODEBRECHT
Gilson Galvão PROMON
Vinicius Ceccarelli PROMON
Fernando Chemin PWC
André Castello Branco PWC
Fulvio Boiani SALINI IMPREGILO
Massimo Guala SALINI IMPREGILO
Achilli Sfizzo Neto SIEMENS
Thales Souza SUPERBAC
Beatriz Xavier S. Rosa TAROBÁ
Paulo Veronesi TECNIP
Idarilho Nascimento TENARIS CONFAB
Marcos Cintra TENARIS CONFAB
Renato Catallini TENARIS CONFAB
Luis Sá TENARIS CONFAB
Claudia Elena Bonelli TOZZINI ADV.
Leonardo Miranda da Silva TOZZINI ADV.
Edgar Cardoso da Silva WEG
Wagner Setti WEG

 


 

Ricardo Castanheira CCR COORDENADOR
José Maria de Paula Garcia ABDIB COORDENADOR-EXECUTIVO

ASSOCIADAS E REPRESENTANTES
Representante Empresa
Sergio Costa ABB
Adriano Gonçalves Macedo ACCIONA
Felix Garcia Prieto ACCIONA
Daniel Di Prinzio AES
Rodrigo Brandão AES
Rogerio Jorge AES
Michel Boccaccio ALSTOM BRASIL
Flavio Augusto Ometto Frias ANDRADE GUTIERREZ
Luiz Zamperlini ANDRADE GUTIERREZ
Paulo Monteiro ANDRADE GUTIERREZ
Eduardo Flores BANCO DO BRASIL
Rogerio Santana BANCO DO BRASIL
Fabiano Pereira Alves BARBOSA MELLO
Mauricio Magri BARBOSA MELLO
Felipe Cuconati BF CAPITAL
Andreia Bentin BRADESCO-BBI
Agenor Marinho CAF BRASIL
Renato de Souza Meirelles Neto CAF BRASIL
Alessandro Vieira Martins CAMARGO CORREA
Ricardo de Aquino Filho CAMARGO CORREA
Flavio Borges Carvalho CCR
Ricardo Castanheira CCR
Adriano Zelazowski CCR
Antonio Toledo CCR
Josiane Carvalho de Almeida CCR
Juliana Crisculo CCR
Thais Mello CCR
Ludmila Aucar Felipe CEF
Gabriela Silvério Palhuca CPBS ADVOGADOS
Bruno F Cabral Aurélio CPBS ADVOGADOS
Luanda Pinto Backheuser DDSA ADV.
Ana Virginia P Carnauba DELOITTE
Eduardo de Oliveira DELOITTE
Elias de Souza DELOITTE
Filipe Bonaldo Alves DELOITTE
Marcos Eduardo Ganut DELOITTE
Rafael Aveiro Marchi DELOITTE
Felipe Gomes de Oliveira DT ENGa.
Antonio Almeida EY
Monique Leiras EY
Daniel Engle FELSBERG
Fabricio Soler FELSBERG
Paulo Eugenio Alves Façanha GALVÃO ENGENHARIA
Rafael Carneiro Bastos De Carvalho GALVÃO ENGENHARIA
Gilberto Peralta GE
Jorge Mussi INTERTECHNE
Eduardo Dantas INVEPAR
Rozenn Loots INVEPAR
Flavio M. Almada INVEPAR
Ricardo Hell Lutiis Da S. Martins ITAU BBA
Rogerio Yamashita ITAU BBA
Roberto Ayabe Nakagawa ITAZI
Ana Mara França Machado ITAZI
David de Souza Neto KELLER GEOTECNICA
Fábio Azem KELLER GEOTECNICA
Mauricio Etsuo Endo KPMG
Charles C. Schramm KPMG
Rafael Domingos Falardo Vanzella MACHADO MEYER
Eduardo A Ramires MANESCO
Bruno Dario Werneck MATTOS FILHO
Lauro Celidonio Gomes Do Reis Neto MATTOS FILHO
Pedro Ivo Vieira Silva MATTOS FILHO
Flavia Nascimento MEGATRANZ
Andrey Visockas OAS
Rodrigo Mariti Fraga OAS
João Gouveia ODEBRECHT
Carlos Fernando Anastácio ODEBRECHT
Gustavo Guerra ODEBRECHT
Luiz Antonio Bueno Junior ODEBRECHT
Roberto Cumplido ODEBRECHT
Ragenufla D. B. Lana ORTENG
Nicomedes de O Mafra Neto PRIMAV/CR ALMEIDA
Leonardo Carnielle PRIMAV/ECORODOVIAS
Helio Mazzilli PROMON
Paulo Sobreira PROMON
Marcio Luterbach PWC
Fernando Chemin PWC
Antonio Gobbo QUEIROZ GALVÃO
Fulvio Boiani SALINI IMPREGILO
Massimo Guala SALINI IMPREGILO
Yuri Sanches SIEMENS
Savio Rubens Souza Andrade SOLVI
Luis Otavio P. Rosa TAROBÁ
Luis Carlos Borba TOSHIBA
Ana Candida De M. Carvalho TOZZINI FREIRE
Claudia Elena Bonelli TOZZINI FREIRE
Joel Eduardo Alves Peito TRIUNFO
Marcos Ladeira TRIUNFO
Helcio Makoto Morikossi WEG

 


 

Gilberto Peralta GE COORDENADOR
José Maria de Paula Garcia ABDIB COORDENADOR-EXECUTIVO

ASSOCIADAS E REPRESENTANTES
Representante Empresa
Felix Garcia Prieto ACCIONA
Rodrigo Carvalho ALSTOM BRASIL
Alberto Quintaes ANDRADE GUTIERREZ
Sergio Parada ANDRITZ
Amaury Andrade Junior BARBOSA MELLO
Haroldo Carvalho CAMARGO CORREA
Ricardo Donizetti Rodrigues CAMARGO CORREA
Daniel Rizzotti CARIOCA
Arthur Oliveira Costa Sousa CONCREMAT
Luca Salvoni CPBS ADVOGADOS
Flavia Marcílio Barbosa DDSA ADVOGADOS
Luanda Pinto Backheuser DDSA ADVOGADOS
Luis Carlos Tsutomu I DELOITTE
Felipe Gomes de Oliveira DT ENGa.
José Mauro Ferreira FMC TECHNOLOGIES
Antonio Rogerio S. Ferreira FATOR
Marco Antonio Bologna FATOR
Selma Pantel FATOR
Fabricio Soler FELSBERG
Thomas Felsberg FELSBERG
José Mauro X. P. Ferreira FMC
Antonio Bianchi GE
Gilberto Peralta GE
Roberto Ayabe Nakagawa ITAZI
Ana Mara França Machado ITAZI
Alberto Faro MACHADO MEYER
Henrique Zuppardo MEGATRANZ
Rodrigo N. De Senna S. Lima ORTENG
Fernando Chemin PWC - PRICE
José Borges Frias Junior SIEMENS
Paulo Stark SIEMENS
Renato Buselli SIEMENS
Ronaldo Dauscha SIEMENS
Edson Morimoto TENARIS
Emyr Berbare TENARIS
Luis Carlos Borba TOSHIBA
Claudia Elena Bonelli TOZZINI FREIRE
Darcy Teixeira Junior TOZZINI FREIRE
Leonardo Miranda da Silva TOZZINI FREIRE
Daniel Keller de Almeida UNA
Marcos Blumer VOITH HYDRO
Antonio Cesar da Silva WEG
Harry Schmelzer Jr. WEG

 


 

Mauricio Stolle Bähr ENGIE COORDENADOR
Edson dos Anjos Carneiro   COORDENADOR-EXECUTIVO
José Maria de Paula Garcia ABDIB SUBCOORDENADOR-EXECUTIVO

ASSOCIADAS E REPRESENTANTES
Representante Empresa
Fábio Nugnezi ABB
João Alberto Gomes ABB
Luiz Gabriel A. Coutinho ACCIONA
Carlos Longo AES ELETROPAULO
Luiz Antonio Correa Gazulha AES ELETROPAULO
Cassia Eneida da Silva AES ELETROPAULO
Patricia Marzullo ALLIANZ
Rafael Teixeira ALLIANZ
Silvio Misse ALUPAR
Paulo Godoy ALUPAR
Carlos Eduardo Zarzur ALUPAR
Gabriel de Carli ALUPAR
J. Vicente ALUPAR
Jayme Navarro ALUPAR
José Luiz de Godoy Pereira ALUPAR
Vinicius Andrade M. Rosa ALUPAR
Marcelo Caldas Rodrigues ANDRADE GUTIERREZ
Túlio Furtado ANDRITZ
Arnaldo de Azevedo Silva ARTERIS
Adriano Campos Menezes BANCO DO BRASIL
Sergio Augusto V. de Souza BANCO DO BRASIL
Alexandre Mascia Resende BANCO DO BRASIL
Renzo J.P. V. Marques BARBOSA MELLO
Roberto G. Penna BARBOSA MELLO
Pedro C. Rovieri BARBOSA MELLO
Rafael Quinane BF CAPITAL
Luiz Carlos Martins CAMARGO CORREA
Gustavo Maschietto CARIOCA
Ronaldo Aniceto CEF
Fernando Augusto de Campos CEMIG
Gilberto José Cardoso CEMIG
Henrique Nunes Araga CEMIG
Nelson Benicio CEMIG
Stefano Michelstadter CEMIG
Wanderson Rodrigues da Silva CEMIG
Rafael Luis Rabuske CONCREMAT
Marcos Pulino CPBS ADVOGADOS
Graziela Fontoura CPFL
Rafael Marques CPFL
Riomar Merino Jorge CPFL
Rodolfo Coli Da Cunha CPFL
Sara Boro CPFL
Flavia Marcilio Barbosa DDSA ADV.
José Davi Fidalgo DDSA ADV.
Luanda Pinto Backheuser DDSA ADV.
Marcos Tirabochi DDSA ADV.
Eduardo de Oliveira DELOITTE
Filipe Bonaldo Alves DELOITTE
Iara Pasian DELOITTE
Luciano Jun Fujii DELOITTE
Luiz Carlos Tsutomu I DELOITTE
Marcos Eduardo Ganut DELOITTE
Pedro Henrique Dante DEMAREST
Bruno Cesar Crispim DEMAREST
João Carlos G. de Oliveira DT ENGa.
Jorge Curi Sadi ELETRONORTE
Leonardo Carvalho ELETRONORTE
Viviane Soares da Costa ELETRONORTE
Wilson Paula ELETRONORTE
Osmar Ferreira ELETRONORTE
Angelo Gustavo Correia Lima ELETRONUCLEAR
Carlos Alberto Marques da Silva EMAE
Gil Maranhão ENGIE
Luisa Franca ENGIE
Matheus Amorim ENGIE
Mauricio Stolle Bähr ENGIE
José Ricardo EY
Daniel Engle FELSBERG
Fabricio Soler FELSBERG
Paola Oliveria FELSBERG
Goret Pereira Paulo FGV
Fabiana Toledo FURNAS
Luiz Roberto Alves Correia FURNAS
Sylvio Murad FURNAS
Marcos Jordão FURNAS
Tiago Aragão FURNAS
Carolina Naccache GE
Marcelo Prado GE
Paulo C. Akashi INTERTECHNE
Roberto Ayabe Nakagawa ITAZI
Ana Mara França Machado ITAZI
Fernando Faria KPMG
Franceli Reis Jodas KPMG
Mauricio Etsuo Endo KPMG
Ruben Palminha KPMG
Eduardo Alves Lima LEFOSSE
Eduardo Mafra Queiroz Nobre LEITE, TOSTO ADVOGADOS
Tiago Lobão LEITE, TOSTO ADVOGADOS
Ana Karina Esteves de Souza MACHADO MEYER
Laura Garcia de Freitas Souza MACHADO MEYER
Lucas Seabra MACHADO MEYER
Maria Julia Florencio MACHADO MEYER
Eduardo A Ramires MANESCO
Fabiano R. Luz de Brito MATTOS FILHO
Henrique Zuppardo MEGATRANZ
Aline Farias de Souza NEOENERGIA
Hugo Nunes NEOENERGIA
Fabiano Carvalho NEOENERGIA
Fernanda Helena Laureano NEOENERGIA
Rachel Marcato NEOENERGIA
Gustavo Doná Machado NOVA ENERGIA
Fernando Quintas OAS
Joana Paula Batista ODEBRECHT
Gustavo Flores ODEBRECHT
Luiz Augusto Rigueira Nogueira ODEBRECHT
Manoel Ailton Soares dos Reis ODEBRECHT
Marcella Querino Magullo ODEBRECHT
Patricia Velasco ODEBRECHT
Ricardo M. G. Simões ODEBRECHT
Mauricio Mitidieri PROMON
Sandra Azari PROMON
João Fontoura PROMON
Diogo Albaneze PWC
Fernando Chemin PWC
Manoel R.de Oliveira Neto QUEIROZ GALVÃO
Fabio Paulon SALINI IMPREGILO
Fulvio Boiani SALINI IMPREGILO
Massimo Guala SALINI IMPREGILO
Marco Navarro SIEMENS
Carlos Bezerra SOLVI
Ramon Sade Haddad STATE GRID
Luis Otavio P. Rosa TAROBÁ
Luis Carlos Borba TOSHIBA
Roberto Kazuo Matsushima TOSHIBA
Claudia Elena Bonelli TOZZINI FREIRE
Heloisa Andrade Scaramucci TOZZINI FREIRE
Pedro Galvão Seraphim TOZZINI FREIRE
Anderson Tonelli TRIUNFO
Alfredo de Matos VOITH HIDRO
Edgar Cardoso da Silva WEG
Wagner Setti WEG

 


 

  COORDENADOR
José Maria de Paula Garcia ABDIB COORDENADOR-EXECUTIVO

ASSOCIADAS E REPRESENTANTES
Representante Empresa
Sergio Costa ABB
Luiz Claudio A Braga ACCIONA
Adriano Gonçalves Macedo ACCIONA
Guilherme de Godoy Pereira ALUPAR/CAVAN
Bernardo Benedini ANDRADE GUTIERREZ
Breno Saldanha ANDRADE GUTIERREZ
Arnaldo de Azevedo Silva Jr. ARTERIS
Eustáquio Bicalho ARTERIS
Rogério Santana BANCO DO BRASIL
Fabiano Pereira Alves BARBOSA MELLO
Renzo J. P. V. Marques BARBOSA MELLO
Roberto G. Penna BARBOSA MELLO
Gabriel Colturato BF CAPITAL
Haroldo Carvalho CAMARGO CORREA
Ricardo de Aquino Filho CAMARGO CORREA
Luiz Otavio C. Michirefe CAMARGO CORREA
Carlos Henrique Rocha CCR
Flavio Borges Carvalho CCR
Tiago Augusto A S Dias CCR
Andre Batista Cotia CEF
Alan Jones Tavares CONCREMAT
Bruno F Cabral Aurélio CPBS ADVOGADOS
Flavia Marcilio Barbosa DDSA ADV.
Luanda Pinto Backheuser DDSA ADV.
Marcos Tiraboschi DDSA ADV.
Eduardo de Oliveira DELOITTE
Elias de Souza DELOITTE
Filipe Bonaldo Alves DELOITTE
Marcos Eduardo Ganut DELOITTE
Rafael Aveiro Marchi DELOITTE
João Carlos G. de Oliveira DT ENGa.
Charles Beghin ENGIE/SUEZ/TELCA
Claude Avner Cabili ENGIE/SUEZ/TELCA
Dario Gaspar EY
Daniel Engle FELSBERG
Paulo Tessari Coutinho GALVÃO ENGENHARIA
Marcia Cristina Gomes GE
Jorge Mussi INTERTECHNE
Roberto Ayabe Nakagawa ITAZI
Ana Mara França Machado ITAZI
David de Souza Neto KELLER GEOTECNICA
Fabio Azem KELLER GEOTECNICA
Fernando Faria KPMG
Mauro Bardwil Penteado MACHADO MEYER
Eduardo A Ramires MANESCO
Mario Saadi MATTOS FILHO
Henrique Zuppardo MEGATRANZ
José Lunguinho Filho OAS
André Vital Pessoa ODEBRECHT
Leonardo Carnielle PRIMAV/ECORODOVIAS
Hélio Mazzilli PROMON
Paulo Sobreira PROMON
Fernando Chemin PWC
Marcello Salles PWC
Fulvio Boiani SALINI IMPEGILO
Massimo Guala SALINI IMPEGILO
Yuri Sanches SIEMENS
Ricardo Kenzo Motomatsu SIEMENS
Luis Otávio Rosa TAROBÁ
Helder Torres TOSHIBA
Luis Carlos Borba TOSHIBA
Claudia Elena Bonelli TOZZINI ADV.
Leonardo Miranda da Silva TOZZINI ADV.
Marco Ladeira TRIUNFO