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O Barômetro da Infraestrutura Brasileira é uma sondagem semestral realizada pela Abdib e EY de forma digital que captura a opinião de gestores de investimentos e especialistas que apoiam a estruturação de projetos de infraestrutura.
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NOTÍCIAS DO DIA

Serviço de curadoria produzido todas as manhãs no qual é apresentado um resumo das principais notícias sobre infraestrutura publicadas em jornais, agências de notícias e demais veículos de imprensa brasileira, com links para o conteúdo original.

Braskem fecha com Casa dos Ventos acordo de R$ 1 bilhão

Reforçando o compromisso de tornar sua matriz energética mais renovável, a Braskem acaba de fechar um acordo de compra de energia com a Casa dos Ventos, uma das maiores investidoras na fonte eólica do país. O contrato, que supera R$ 1 bilhão, tem prazo de 20 anos e vai viabilizar a construção de um novo parque em Rio do Vento, complexo eólico com capacidade instalada total de 504 megawatts (MW) que está sendo desenvolvido pela Casa dos Ventos no Rio Grande do Norte.

Valor Econômico

Mubadala compra controle da Rota das Bandeiras

O fundo soberano Mubadala, de Abu Dhabi, adquiriu a participação da gestora de recursos Farallon na rodovia Rota das Bandeiras por cerca de R$ 2 bilhões, apurou o Valor. Com isso, passou a ser o único controlador da empresa, que opera quase 300 quilômetros de concessão rodoviária no interior de São Paulo. Os dois investidores se tornaram acionistas majoritários da concessionária há quase dois anos, quando assumiram uma participação de 85% (dividida meio a meio) na companhia, até então pertencente à Odebrecht Transport (OTP), braço de infraestrutura do grupo Odebrecht.

Valor Econômico

MP tenta barrar, no TCU, proposta para Ferrogrão

O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) questiona a ideia do governo de colocar até R$ 2,2 bilhões em recursos públicos como garantia contra imprevistos nas futuras obras da Ferrogrão. A nova ferrovia, cujo projeto é ligar Sinop (MT) a Miritituba (PA) e impulsionar o escoamento de grãos pelo Arco Norte, deve ser leiloado neste ano.

Valor Econômico

Com prorrogação das concessões, indústria ferroviária sai da crise

Depois de ter atingido os piores indicadores da década em 2019 e demitido quatro mil trabalhadores nos últimos quatro anos, a indústria ferroviária reencontrou o caminho do crescimento. O início da recuperação, verificado na forte alta das encomendas para locomotivas e vagões com entrega prevista em 2021, é efeito direto da renovação antecipada de concessões pelo governo federal e de novos projetos entrando no setor.

Valor Econômico

Tecnologia na China

Os setores público e privado da China pretendem gastar 10,6 trilhões de yuans (US$ 1,6 trilhão) até 2025 para desenvolver a infraestrutura tecnológica de próxima geração, incluindo a rede 5G e estações para carregar veículos elétricos, já que os atritos com os EUA devem permanecer apesar da chegada de Joe Biden ao poder. O investimento responderá por cerca de 10% de todos os gastos com infraestrutura social, de acordo com a Academia Chinesa de Tecnologia da Informação e Comunicação, um think tank do governo.

Valor Econômico

Governo vai baixar tom contra Huawei no 5G para agilizar importação de insumos de vacina da China

O governo Jair Bolsonaro irá adotar um tom mais amigável em relação à participação da chinesa Huawei na tecnologia 5G. A intenção é agilizar a importação da China de insumos para vacinas contra a Covid-19. A Huawei se tornou um dos alvos na gestão Bolsonaro. A gigante chinesa tem pleiteado ser fornecedora de equipamentos para as futuras redes de tecnologia 5G no Brasil.

Folha de S.Paulo

Stoa adquire participação no projeto da Linha 6 de metrô de SP

A Acciona fechou a participação de 12,3% da Concessionária Linha Universidade (CLU) com a Stoa, um fundo de investimento especializado em projetos de infraestrutura em economias emergentes e em desenvolvimento. A CLU é a concessionária do Projeto da Linha 6-Laranja de metrô de São Paulo. Stoa é o primeiro investidor financeiro da Acciona a se incorporar ao maior projeto de infraestrutura no modelo de PPP em construção na América Latina. A Linha 6 conta com investimento comprometido de R$ 15 bilhões. Com a entrada no capital da CLU, a Stoa compromete um investimento de R$ 317 milhões durante todo o período de construção.

Revista O Empreiteiro

Apesar de crise, leilão da CPTM deve ser disputado

Apesar do impacto drástico e persistente da pandemia no setor de mobilidade urbana, o ânimo das empresas para os novos leilões continua alto. A licitação das Linhas 8-Diamante e 9-Esmeralda da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), marcada para 2 de março, deverá ter forte concorrência. Alguns grupos já haviam anunciado interesse no projeto. É o caso da CCR; do consórcio formado pelo grupo Itapemirim e pela Odebrecht Engenharia e Construção (OEC); e da fabricante de trens Alstom.

Valor Econômico

Sem apoio, metrôs tentam ‘esticar’ caixa

As concessões de mobilidade urbana começam 2021 ainda sob risco e sem perspectiva de uma retomada. A movimentação de passageiros tem se recuperado mais lentamente do que o esperado, e o caixa das companhias segue pressionado, mesmo com medidas para conter os custos. As concessões do Rio são as mais vulneráveis, tanto pela grave crise fiscal do Estado, quanto pelos contratos mais antigos, que não preveem mecanismos de mitigação de riscos. Em meados de 2020, as concessionárias chegaram a anunciar que o caixa se esgotaria até o fim de agosto.

Valor Econômico

Engie vê espaço para crescer em eólica no NE

A Engie Brasil Energia (EBE) vê espaço para ampliar seu portfólio de geração de energia eólica em 500 megawatts (MW) a cada ano no Brasil. Devido ao rápido desenvolvimento de projetos nos últimos anos, a empresa iniciou a busca por oportunidades para novos empreendimentos, com foco no Nordeste. “A região tem uma qualidade de ventos muito superior, o que faz uma grande diferença na competitividade dos parques”, disse o presidente da EBE, Eduardo Sattamini.

Valor Econômico

Aeris negocia R$ 2,5 bi com Siemens Gamesa

Novata na bolsa, a fabricante de pás eólicas Aeris está perto de um fechar um contrato de cerca de R$ 2,5 bilhões com a espanhola Siemens Gamesa, diversificando a gama de clientes em um negócio concentrado em poucos fabricantes de aerogeradores, conforme apurou o Valor. O contrato, válido até 2023, prevê a entrega de pás eólicas com capacidade para produzir o equivalente a 3 gigawatts de energia elétrica. É mais que as entregas da empresa em um ano. Procurada, a Aeris não se manifestou.

Valor Econômico

O Brasil na transição energética para o hidrogênio verde

O objetivo deste artigo é demonstrar que o Brasil possui condições concretas de assumir um papel de predominância no processo de transição energética (PTE) mundial, no qual o hidrogênio verde (H2V) irá substituir o petróleo e o gás natural, como principal recurso energético, até 2050. A crise do petróleo de 1973 instaurou um cenário de risco de segurança de suprimento, com o aumento e a instabilidade do preço do barril, iniciando o PTE. E, a partir da ECO 92, as preocupações com o aquecimento global definiram uma nova dinâmica, firmando os dois vetores principais deste processo: segurança energética e sustentabilidade ambiental.

Valor Econômico

BID e BNDES investem R$ 150 milhões para reduzirem ‘mortalidade’ de PPPs no Brasil

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Social (BNDES) anunciaram nesta terça-feira (19) um plano de R$ 150 milhões para tentar agilizar a aprovação e melhorar a qualidade dos projetos de Parceria Público-Privada (PPP) no país. A parceria vem na esteira do baixo aproveitamento dos projetos de PPPs no país, com a ampla maioria deles sendo inviabilizados por falhas em várias etapas do processo, que vão de premissas equivocadas de demanda a garantias financeiras inadequadas, e ausência de expertise na busca de investidores.

Folha de S.Paulo

ThyssenKrupp amplia foco em energia eólica com crescimento do setor no Brasil

O crescimento do setor eólico no Brasil levou a siderúrgica alemã ThyssenKrupp a aproveitar cerca de 20% da capacidade produtiva da sua fábrica em Santa Luzia, Minas Gerais – antes dedicada apenas a equipamentos de mineração – para o fornecimento de componentes de grande porte para geradores eólicos, segundo informou a empresa. A geração eólica já é a segunda maior fonte brasileira de energia elétrica e é responsável por cerca de 10% do abastecimento nacional. A expectativa é de que a fonte continue a crescer e ganhe um impulso maior no Brasil ao longo desta década, com a entrada de projetos de geração eólica offshore, no momento em análise no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

O Estado de S.Paulo

Na Justiça, licitação do porto seco de Anápolis (GO) segue sem desfecho

Perto do aniversário de três anos da licitação do Novo Porto Seco de Anápolis, em Goiás, a Aurora da Amazônia, que saiu vencedora do certame, ainda enfrenta obstáculos para assumir o entreposto em razão de medidas judiciais da empresa que perdeu a disputa, a Porto Seco Centro Oeste. Na segunda quinzena de dezembro, a Aurora obteve uma vitória na Justiça Federal. O Tribunal Regional Federal da 1ª Região decidiu que a execução do contrato de permissão pela Aurora da Amazônia “deve ser prestigiada com máxima celeridade”. No entanto, logo depois, nova liminar foi obtida pela rival, fazendo com que os trâmites para o início dos investimentos sigam suspensos.

O Estado de S.Paulo