fbpx
Início NOTÍCIAS DO DIA

NOTÍCIAS DO DIA

Um resumo das principais notícias sobre infraestrutura e indústrias de base publicadas em jornais e agências de notícias

“Não haverá desabastecimento de GLP”, afirma ministro Bento Albuquerque

O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, garantiu nesta segunda (6) que não há possibilidade de desabastecimento de GLP no Brasil durante a crise causada pelo coronavírus. A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo pela internet com o deputado Paulo Ganime (NOVO/RJ).

Agência Epbr 

Investimento em obras após a crise pode somar R$ 30bi

O Ministério de Infraestrutura planeja lançar um pacote de investimentos públicos para impulsionar a retomada da economia após a epidemia do coronavírus. Estão previstos ao menos R$ 30 bilhões de aportes em 70 novos empreendimentos na área de transporte. As obras estão prontas para serem iniciadas, já com projetos executivos e licenças ambientais. A liberação dos recursos, porém, ainda precisa ser alinhada com Ministério de Economia.

Valor Econômico

Setor elétrico propõe ‘acordo geral’ para atravessar pandemia

A equipe econômica estuda um socorro bilionário às distribuidoras de energia, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) ou de um “pool” de bancos comerciais, mas uma ala majoritária da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) vê essa medida com ressalvas. A agência avalia um cardápio de ações, começando pela abertura de renegociações bilateral dos contratos de fornecimento entre geradoras e distribuidoras, como alternativa para lidar com a crise.

Valor Econômico

Equipe de Guedes vê com cautela renegociação de contratos

Uma ala da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) trata, como medida prioritária para aliviar a crise no setor, a abertura de renegociação dos contratos já firmados de compra e venda de eletricidade. Com uma eventual redução dos montantes contratados pelas distribuidoras, mediante aval da agência reguladora, parte do prejuízo seria compartilhada com as empresas que atuam nos segmentos de geração e de transmissão.

Valor Econômico

Inadimplência pode disparar em abril, diz ministro

Principal porta de entrada de recursos para o setor elétrico, as distribuidoras de energia podem registrar taxa de inadimplência significativa já a partir deste mês, devido ao impacto da crise gerada pela pandemia do novo coronavírus, de acordo com estimativa do Ministério de Minas e Energia. Para executivos de outros segmentos da cadeia e especialistas, é preciso uma solução rápida de injeção de liquidez para essas empresas, sob pena de provocar um colapso no mercado de energia.

Valor Econômico

Debate sobre devolução de concessões preocupa

Outro problema que afeta a infraestrutura é a discussão sobre a devolução amigável de ativos do setor de transportes. Cerca de 3 mil quilômetros de rodovias poderão ser devolvidos, enquanto dois terminais de aeroportos que transportam mais de 12 milhões de passageiros por ano poderão seguir o mesmo caminho. A instabilidade poderá aumentar a lista ou ensejar pedidos de reequilíbrio econômico financeiro dos contratos, já que muitas das concessões entre 2011 e 2013 previam pagamentos de outorgas anuais e obras de ampliação dos ativos nos cinco primeiros anos dos contratos.

Valor Econômico

Sobra de energia equivale a 12GW, a potência de Itaipu

A retomada da economia dependerá do setor de energia elétrica, que vive neste momento uma crise maior que a do racionamento que perdurou de maio de 2001 a fevereiro de 2002. Há uma sobra de energia estimada neste ano em 12 GW, mesma potência da usina hidrelétrica de Itaipu.

Valor Econômico

Retomada requer solução para obstáculos à infraestrutura

A retomada da economia dependerá da solução de alguns obstáculos existentes hoje no setor de infraestrutura, que tem uma carteira de mais de R$ 50 bilhões em projetos que poderiam ser licitados apenas neste ano pela União e pelos Estados. Um deles é o risco de inadimplência que ronda concessionárias de alguns segmentos, como o de energia elétrica. A Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) pede coordenação eficiente do poder público para preservar o fluxo de receitas das concessionárias em um momento em que elas estão pressionadas pela redução significativa da demanda por diversos serviços.

Valor Econômico 

Covid-19 e petróleo barato podem atrasar abertura do gás

O efeito combinado da crise econômica desencadeada pela disseminação do novo coronavírus e a queda dos preços do petróleo no mercado internacional tornou mais remota a chance de a abertura do mercado brasileiro de gás natural avançar neste ano, por meio da chamada pública que permitirá concorrentes da Petrobras contratarem capacidade no gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol).

Valor Econômico 

Em meio à crise, AES Tietê avança em energia renovável

Em meio à crise provocada pela pandemia do novo coronavírus, e às voltas com as negociações com a Eneva para uma eventual combinação de negócios, a AES Tietê vai mantém o ritmo dos negócios. No momento, está concentrada em desenvolver seus projetos renováveis, principalmente o complexo eólico Tucano, na Bahia. A geradora acabou de fechar um contrato de cerca de R$ 900 milhões com a Siemens Gamesa para o fornecimento de turbinas eólicas e continua com outras preparações para a construção do empreendimento, prevista para começar em 2021.

Valor Econômico

Pedidos de reequilíbrio param na Anac

Apenas 10% dos pedidos de reequilíbrio econômico-financeiro feitos por concessões de aeroportos foram acatados pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Desde 2014, foram 81 pleitos e té agora, 73 deles foram analisados, e 8 foram aceitos. O índice reflete uma situação que, segundo analistas, se aplica também ao setor de rodovias: o reequilíbrio de concessões é um processo difícil, lento e com baixa aceitação pelas agências reguladoras.

Valor Econômico

Editorial: Reequilíbrio das concessões é desafio no pós pandemia

Como se não bastassem os efeitos potencialmente catastróficos para o sistema de saúde e o universo de incertezas que recai sobre a toda a população, especialmente os mais vulneráveis, a pandemia de coronavírus lança mais um desafio de grandes proporções: a viabilidade dos contratos de concessão na área de infraestrutura. E não poderia haver momento pior para esse choque negativo: quando a iniciativa privada dava sinais de que lideraria o crescimento do PIB, o mercado de capitais aumentava sua participação como alternativa de financiamento aos projetos, começava a haver uma limpeza dos passivos – como o drama em torno do aeroporto de Viracopos (SP) e de rodovias licitadas na gestão Dilma Rousseff – e o governo Jair Bolsonaro prometia acelerar os leilões.

Valor Econômico

O sonho adiado da conexão em alta velocidade

A crise gerada pela pandemia do coronavírus deve adiar ainda mais o sonho do brasileiro em ter uma conexão à internet em alta velocidade. A previsão de queda nos investimentos em infraestrutura do setor para esse ano e a possível postergação do leilão da quinta geração (5G) para 2021 tendem a deixar cada vez mais em lados opostos telese consumidores.

O Globo

Artigo: Populismo nunca dá certo

O governo precisa entender que as concessões ligadas a serviço de infraestrutura são públicas, e não políticas. Nossas autoridades, tanto federais como estaduais, parecem não ter esse entendimento, principalmente em períodos eleitorais e de crise. Com isso, os melhores investidores privados são afastados destes setores e se perpetuam no País serviços de infraestrutura de baixa qualidade, comprometendo a competitividade dos produtos brasileiros e penalizando toda a sociedade. E os tão sonhados e desejados investimentos em infraestrutura nunca chegam no montante que o País precisa. (Por Adriano Pires)

O Estado de S. Paulo

Cortes de energia começa a ter consequências para as distribuidoras

A proibição nos cortes de fornecimento de energia já começa a ter consequências para as distribuidoras. O número de contas não pagas cresceu e a estimativa é que a inadimplência deva atingir entre 30% e 35% em dois meses. No pior cenário, a falta de pagamentos chegaria a 50%. Hoje, a inadimplência do setor é inferior a 10%. O índice cai para 3,5%, após notificações de corte. A suspensão de cortes, anunciada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na semana passada, foi uma das propostas de enfrentamento da crise.

O Estado de S. Paulo