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NOTÍCIAS DO DIA

Serviço de curadoria produzido todas as manhãs no qual é apresentado um resumo das principais notícias sobre infraestrutura publicadas em jornais, agências de notícias e demais veículos de imprensa brasileira, com links para o conteúdo original.

Potencial é três vezes superior à produção atual

O papel que a geração eólica passou a ter na matriz elétrica nacional representa só uma pequena fração daquilo que essa fonte realmente pode atingir. Os ventos respondem hoje por apenas 13,4 mil megawatts (MW) dos 160 mil MW de capacidade instalada no Brasil. Diferentemente da fonte hidrelétrica, porém, que tem um recurso limitado para exploração – a maior parte dos projetos energéticos viáveis em rios brasileiros já foi construída –, o horizonte dos ventos parece não ter fim. Os dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica) apontam que, a se basear pela tecnologia atual das turbinas dos cataventos e de seus alcances de até 150 metros de altura, mais de 500 mil MW de potência elétrica estão à disposição no País, ou seja, quase três vezes o potencial de tudo o que é produzido hoje.

O Estado de S. Paulo

Escassez de energia faz Venezuela adotar racionamento

Em meio a uma das piores crises de sua história, a economia venezuelana sofre agora mais um duro golpe: os shopping centers do país vão ter que fechar durante quatro horas ao dia como medida de racionamento de energia. O governo de Nicolás Maduro ordenou que os centros comerciais produzam toda a energia que consumirem entre 13h e 15h e entre 19h e 21h.

 

Fonte: Valor Econômico

Governo pisa no freio na agenda ambiental

Pressionado por investidores estrangeiros, bancos, multinacionais e grandes empresas brasileiras, o governo Jair Bolsonaro decidiu pisar no freio em propostas há 2 horas Brasil polêmicas na área ambiental. Um dos projetos atingidos por essa mudança de orientação trata das regras para demarcação de terras indígenas. Outro tema que perdeu força na lista de prioridades do Planalto é o projeto de lei que permite as atividades de mineração e geração de energia em terras indígenas.

Valor Econômico

Investimentos em transporte e saneamento básico são os mais defasados na infraestrutura, diz estudo

O já reduzido investimento que o Brasil destina anualmente para infraestrutura — de transporte, logística, energia, telecomunicações e saneamento — encolheu em mais de 11% entre 2017 e 2020, para R$ 115,2 bilhões. É o equivalente a apenas 1,55% do PIB do país, a menor fração destinada ao setor desde 2010, segundo levantamento feito pela Inter.B Consultoria.

O Globo

Governo quer dobrar o número de leilões do PPI em 2020

O governo brasileiro quer dobrar o número de leilões do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), para concessão de projetos de infraestrutura e transportes, de 36 no ano passado para 72 este ano, segundo a secretária especial de PPI, Martha Seillier. No entanto, o leilão da telefonia 5G pode não sair em 2020. Indagado pela Folha, o presidente Jair Bolsonaro afirmou: “O 5G ainda não está batido o martelo, estamos estudando a melhor maneira.”

Folha de S. Paulo

Lula enfrenta pressão para indicar ministros

Além da insatisfação do mercado, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) passou a ser pressionado internamente pelo amplo leque de aliados políticos para anunciar os seus principais ministros. Avaliações de pessoas com influência dentro dos grupos técnicos do Gabinete de Transição, coordenado pelo vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB), apontam que há um descontentamento crescente. Diante da pressão, é forte a expectativa de que os primeiros nomes para ocupar a Esplanada, que deveriam ser oficializados apenas em dezembro, possam começar a ser definidos a partir desta semana.

Valor Econômico

Paraná quer privatizar Copel no modelo de ‘corporation’; ações disparam

A elétrica paranaense Copel informou nesta segunda-feira (21) que recebeu do governo do Paraná, seu controlador, um comunicado sobre a intenção do Estado de transformar a elétrica em companhia de capital disperso, sem acionista controlador, o que levou a ações a dispararem 24% nesta tarde. Na prática, a mudança societária para um modelo de “corporation”, a exemplo da operação da Eletrobras, significa uma privatização da elétrica, uma vez que o governo deixaria de ser controlador, o que exige aprovação do legislativo local.

Folha de S.Paulo

Alívio para aéreas sai desidratado por Guedes

O governo anunciou ontem três medidas para aliviar os reflexos da crise deflagrada pelo avanço do coronavírus nas empresas aéreas e operadoras privadas de aeroportos. Haverá postergação do recolhimento das tarifas de navegação aérea, adiamento da cobrança de outorga das concessionárias de aeroportos sem incidência de multa e prorrogação das obrigações de reembolso pelas companhias.

Valor Econômico 

Ministro da Casa Civil questiona baixo poder de decisão da União na Eletrobras: ‘Um cheiro ruim de falta de moralidade’

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, questionou nesta quarta-feira o peso do Estado nas decisões da Eletrobras e afirmou que é preciso “ajustar” nos trechos da privatização “aquilo que tem cheiro ruim de falta de moralidade”. O governo, por meio da Advocacia-Geral da União (AGU), entrou com uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) para ampliar seu poder de decisão no Conselho de Administração da Eletrobras, empresa de geração e distribuição de energia, privatizada no ano passado ainda na gestão de Jair Bolsonaro.

O Globo

ANTT determina redução de 5% na tarifa de pedágio na Dutra

A CCR informou ao mercado na noite desta terça-feira (4) que a ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) determinou redução de 5,26% nas tarifas básicas de pedágio na rodovia Presidente Dutra (BR-116), que liga São Paulo e Rio de Janeiro. A concessionária afirmou que vai recorrer da decisão.

Folha de S. Paulo

Mubadala faz oferta por usinas da Renova

O fundo Mubadala fez uma oferta para comprar a Brasil PCH, pertencente à Renova Energia , que está em recuperação judicial. A informação foi adiantada ontem pelo Valor PRO, serviço de informações em tempo real do Valor, e confirmada pela Renova em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Em dificuldades financeiras, a Renova já tinha planos de vender sua participação de 51% na Brasil PCH como parte de seu plano de reestruturação. Com um portfólio de 13 pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) espalhadas pelo país, a controlada é considerada o melhor ativo da Renova e a aposta da empresa para conseguir resolver boa parte de suas pendências financeiras.

Valor Econômico

 

Pela 1ª vez, receita commulta supera perda com bônus

A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) arrecadou 40% mais dinheiro com a multa para quem aumentou o consumo de água do que deixou de arrecadar com a concessão de bônus para quem economizou o recurso em fevereiro. Foi a primeira vez que a receita com a sobretaxa superou as perdas com os descontos desde o início da crise hídrica.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Na AL, Brasil fica com maior fatia dos investimentos e empréstimos da China

O Brasil é de longe o principal destino na América Latina dos crescentes investimentos e empréstimos chineses feitos desde a década passada, segundo relatório da Moody’s Investors Service. De 2003 a 2016, a China direcionou à região US$ 110 bilhões em investimentos diretos, dos quais US$ 61 bilhões, ou 55%, tiveram a economia brasileira como destino. Já os empréstimos de instituições financeiras chinesas à América Latina somaram US$ 222 bilhões de 2005 a 2016, dos quais 42% foram abocanhados pelo Brasil, apontam números compilados pela agência de classificação de risco.

Valor Econômico

Governo quer rever pontos positivos e ignora defeitos da privatização da Eletrobras

A privatização da Eletrobras teve um grande defeito: o Congresso dependurou, com o apoio do goverrno Bolsonaro, vários jabutis que vão bater no bolso do consumidor. São as termelétricas a gás em lugares onde não tem gás, que exigirão a construção de gasoduto. O custo dessa irracionalidade econômica será jogado na conta de luz. São projetos pensados para enriquecer determinados grupos econômicos. Sobre isso o governo nada tem a dizer.

O Globo

Petróleo fecha em queda em meio a temores de desaceleração econômica global

Os contratos futuros de petróleo fecharam em queda nesta segunda-feira, 22, em meio a temores renovados de que uma desaceleração econômica global prejudique a demanda pelo produto. Do lado da oferta, segue no radar o avanço das discussões para reavivar o acordo nuclear com o Irã. O petróleo WTI para outubro, contrato mais líquido, fechou em queda de 0,09% (US$ 0,08), a US$ 90,36 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Já o Brent, na Intercontinental Exchange (ICE), para o mesmo mês caiu 0,25% (US$ 0,24), a US$ 96,48 o barril.

O Estado de S.Paulo