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Sem acordo com o governo federal para estender por mais 30 anos o prazo de concessão da usina de Porto Primavera, que vence em 2028, o governo do Estado de São Paulo decidiu dar prosseguimento ao processo de privatização da Companhia Energética de São Paulo (Cesp), cujo principal ativo é a hidrelétrica no rio Paraná.

Fonte: Valor Econômico

O cenário político conturbado e as incertezas sobre a permanência do governo atual não tiraram o foco da Eletrobras do seu plano de reestruturação e de desinvestimentos. No entanto, o presidente da estatal, Wilson Ferreira Junior, admitiu que os valores de seus ativos podem ser pressionados, fazendo com que a companhia possa não concluir as transações nos preços que poderia atingir em uma situação mais estável.

 

Fonte: Valor Econômico

A nova versão do plano de desinvestimentos apresentada pela Petrobras e aprovada pelo Tribunal de Contas da União (TCU) prevê que a estatal divulgue ao mercado todos os atos relativos aos processos de venda de ativos, desde a publicação do inteiro teor do “teaser” (alerta de venda disparado para os potenciais interessados) até a conclusão do projeto. De acordo com acórdão do TCU sobre o tema, a nova versão do plano definiu que a publicidade passa a ser regra para os projetos de venda de ativos, ao contrário do modelo anterior, que determinava o estrito sigilo do processo.

 

Fonte: Valor Econômico

Caberá ao Supremo Tribunal Federal (STF) decidir sobre a conclusão da venda das participações da Petrobras nos campos de Baúna, na Bacia de Santos, e de Tartaruga Verde, na Bacia de Campos. A transação, fechada por US$ 1,5 bilhão, está parada desde novembro devido a uma liminar concedida pela Justiça Federal de Sergipe.

 

Fonte: Valor Econômico

Questionada pelo Tribunal de Contas da União (TCU), a Petrobras trabalha para ajustar os procedimentos para dar continuidade ao seu programa de venda de ativos. A empresa pretende publicar, a partir de agora, editais públicos para os novos processos de venda de ativos, mas sem eliminar a modalidade carta­convite usada até então. Está previsto para hoje, em Brasília, o julgamento do TCU sobre o programa de venda de ativos da estatal.

 

Fonte: Valor Econômico

A Petrobras assinou acordo de venda de US$ 2,225 bilhões em participações em campos de petróleo nas áreas de Iara e Lapa e duas termelétricas na Bahia para a francesa Total. A estatal, porém, levará ao menos 30 dias para receber o montante de US$ 1,675 bilhão, equivalente a 75% da operação. A conclusão do negócio depende da manifestação dos sócios da Petrobras na área de Iara. Eles podem exercer o direito de preferência para adquirir a fatia da petroleira.

 

Fonte: O Globo

As distribuidoras de energia querem realizar leilão para vender sobras contratuais diretamente aos consumidores livres e comercializadoras interessadas. A possibilidade surgiu com a Lei 13.360 de 2016, de conversão da Medida Provisória (MP) 735, que alterou o Artigo 4 da Lei 9.074. Na regra anterior, as distribuidoras só podiam liquidar as sobras no mercado de curto prazo. Elas ficavam impedidas de fechar contratos de longo prazo e dependiam da movimentação do preço de liquidação das diferenças (PLD).

Fonte: Valor Econômico

Em menos de uma hora de votação, a Assembleia Legislativa do Rio aprovou por 41 a 28 votos o projeto que autoriza a privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae). Foi o primeiro passo do governo do Estado para cumprir as exigências do Ministério da Fazenda no plano de recuperação fiscal fluminense e serve como sinalização à União de que o Palácio Guanabara está fazendo sua parte.

 

Fonte: Valor Econômico

O projeto que autoriza a privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) ­ conseguiu a proeza de unir parlamentares estaduais dos mais diferentes matizes ideológicos contra a venda da empresa controlada pelo Estado.

 

Fonte: Valor Econômico

A Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, está à venda. Segundo informações obtidas pelo ‘Estado’, as empresas que compõem o bloco de controle da Norte Energia, concessionária que administra a usina, já contrataram o Bradesco BBI para buscar potenciais investidores no Brasil e no exterior. A operação também contará com um banco internacional para tocar as negociações de venda da terceira maior hidrelétrica do mundo, atrás apenas da chinesa Three Gorges e de Itaipu Binacional.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Alavancados financeiramente ou com dificuldades operacionais – em alguns casos as duas coisas -, grupos portuários foram ao mercado no último ano em busca de parceiro para o negócio ou para venda integral dos ativos. Mas, por motivos diferentes, nada foi consumado até agora. Preço alto, queda de carga e insegurança jurídica explicam por que alguns deles chegaram, inclusive, a suspender o processo.

 

Fonte: Valor Econômico

O presidente executivo da Oi, Marco Schroeder, disse ontem que qualquer possível venda de ativos da operadora no Brasil só aconteceria daqui a dois ou três anos, após o equacionamento da dívida da empresa, hoje superior a R$ 65 bilhões. Falando após sua palestra na feira de telecomunicações Futurecom, o executivo frisou que no momento não há negociação em curso para a companhia desmobilizar ativos no país, mas já existem conversas iniciais ­ sem proposta firme ­ a respeito da venda de participações da companhia em operadoras da África e da Ásia.

 

Fonte: Valor Econômico

O Grupo Cosan, do empresário Rubens Ometto Silveira Mello, tem interesse em olhar gasodutos que estão sendo colocados à venda pela Petrobrás. No entanto, há dificuldades, neste momento, de o negócio avançar. No modelo proposto pela estatal, a venda estaria atrelada às refinarias. A Cosan não tem interesse em ter refinarias e só olharia o negócio, se vendido separadamente. Sócia da Raízen em parceria com a Shell e controladora da Comgás e Rumo ALL, a Cosan quer crescer em infraestrutura.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Depois de oferecer sem sucesso suas térmicas ao mercado, a Petrobras decidiu mudar de estratégia para vender os ativos. A ideia agora é agrupar todas as unidades em uma única empresa, para oferecer depois uma participação a outro investidor. A estatal tem hoje 20 usinas térmicas, com uma capacidade instalada de 6.239 megawatts (MW), de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Um dos principais pilares do plano de negócios da Petrobras, o programa de venda de ativos foi intensificado pela nova administração da estatal, na tentativa de levantar recursos para a acelerar a desalavancagem da companhia até 2018. Ontem, a petroleira anunciou uma nova meta nesse projeto, de US$ 19,5 bilhões para os próximos dois anos, e sinalizou ao mercado que pretende sair integralmente de setores como o de gás liquefeito de petróleo (GLP), biocombustíveis, fertilizantes e até petroquímica.

 

Fonte: Valor Econômico