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Tag : Transmissão


Os grandes consumidores de energia conseguiram uma decisão liminar que pode cortar pela metade o montante das indenizações bilionárias por ativos antigos de transmissão, em mais um revés para o governo e as companhias transmissoras. Caso a decisão seja mantida, a Eletrobras deve ser fortemente atingida. Dos R$ 62 bilhões que totalizam as indenizações, a estatal tem direito a receber cerca de R$ 30 bilhões, que já foram lançados no balanço de 2016 ­ e foram motivo do lucro apurado.

 

Fonte: Valor Econômico

A Agência Nacional de Energia Elétrica aprovou o edital do primeiro leilão de transmissão de 2017, nº 005/2016, destinado à contratação de projetos de transmissão de energia elétrica em 16 estados. O certame marcado para 24 de abril na sede da BM&FBovespa vai licitar 35 lotes de empreendimentos, em vez dos 34 previstos inicialmente, com investimento total estimado em R$ 13,162 bilhões.

 

Fonte: Canal Energia

A EDP Energias do Brasil está com um balanço ajustado para voltar a avaliar possibilidades de crescimento, com foco nas áreas de transmissão e geração solar distribuída, nas quais a companhia passou a investir no ano passado, disse ontem o presidente Miguel Setas, em entrevista coletiva sobre os resultados da companhia em 2016.

 

Fonte: Valor Econômico

O valor total da indenização a ser paga pelas instalações de transmissão existentes em maio de 2000 será de R$ 62,2 bilhões. O custo será pago em oito anos a partir de 2017 por consumidores livre e cativos. O impacto médio para os consumidores das concessionárias de distribuição em 2017 é calculado em 7,17% (variação de 1,13% a 11,45%), considerando o valor de R$ 10,8 bilhões pagos esse ano. O efeito é parcial, já que a tarifa de transmissão é apenas um item de custo da fatura de energia. O valor previsto pela Aneel ao abrir audiência pública no ano passado era de R$ 65 bilhões.

 

Fonte: Canal Energia

Depois de cinco anos, a estatal colombiana Interconexión Eléctrica (ISA) voltou a investir no segmento de transmissão de energia no Brasil, acreditando no compromisso do governo de pagar as indenizações bilionárias devidas à Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep), da qual o grupo é controlador.

 

Fonte: Valor Econômico

Pela regra atual, as usinas a biomassa que produzem até 30 MW médios têm direito a descontos de, no mínimo, 50% nas tarifas de uso dos sistemas de distribuição e transmissão, que, na prática, são o “aluguel” da rede. Quando a produção da usina supera 30 MW médios, a térmica perde o direito ao desconto e é obrigada a pagar as tarifas cheias.

 

Fonte: Valor Econômico

Quase todas as empresas do setor de transmissão estão com seus programas de substituição e reforços em linhas e subestações atrasados, disse o diretor-presidente da Cteep, Reynaldo Passanezi, durante o Encontro de Altos Executivos do Setor Elétrico, realizado pela Associação Brasileira de Companhias de Energia Elétrica (ABCE) dia 1º de dezembro em São Paulo. Segundo o executivo, o setor tem operado com um prejuízo operacional de R$ 800 milhões ano, ante uma necessidade de investimentos em reforços e manutenção da ordem de R$ 7 bilhões anuais.

 

Fonte: Canal Energia

de leilões de linhas de
transmissão, o governo comemorou
ontem a licitação
da maioria dos lotes ofertados.
Dos 24 trechos colocados em disputa, 21, ou quase 90%, foram arrematados pela iniciativa privada e três
não tiveram propostas. Com exceção de cinco lotes, conquistados pelo preço mínimo, os demais tiveram deságios que chegaram a 28%. As linhas leiloadas exigirão investimentos de R$ 11,6 bilhões durante a construção.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

As condições mais atrativas colocadas para o leilão de transmissão de amanhã devem garantir que a maior parte dos 24 lotes ofertados tenha interessados, mas dificilmente o governo vai conseguir contratar os quase R$ 13 bilhões em investimentos almejados.

Fonte: Valor Econômico

A elevação da receita anual permitida (RAP) do leilão de transmissão de 28 de outubro foi bem recebida por especialistas. A questão do financiamento, porém, pode ser um obstáculo para a disputa. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) elevou ontem a RAP máxima do leilão em 13,3%, para R$ 2,6 bilhões.

 

Fonte: Valor Econômico

As restrições físicas do sistema de transmissão de energia brasileiro são o principal obstáculo para a expansão da energia eólica no país, de acordo com a avaliação da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). Para a entidade, é preciso que o governo busque formas para viabilizar o escoamento da energia dos futuros parques, que serão contratados nos próximos leilões.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo está refazendo os estudos de planejamento do setor elétrico para identificar os projetos de geração e transmissão contratados em leilões anteriores e que não deverão sair do papel. Com base nesses números, o ministério de Minas e Energia (MME) terá uma ideia melhor do volume que poderá ser contratado nos leilões de energia de reserva (LER) deste ano.

 

Fonte: Valor Econômico

Os problemas da espanhola Abengoa, que paralisou obras de linhas de transmissão no Brasil em novembro passado em meio a uma crise financeira, podem trazer problemas para o sistema elétrico brasileiro até 2020, de acordo com estudo do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e da estatal Empresa de Pesquisa Energética (EPE). Os entraves já começariam a aparecer a partir de agosto deste ano.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

A remuneração da indenização pelos investimentos não amortizados em ativos antigos de transmissão de energia cuja concessão foi renovada no âmbito da Medida Provisória 579/2012 só terá início em 2017, mas seu efeito será imediato para Eletrobras e Transmissão Paulista (Cteep), principais beneficiadas pela portaria sobre o assunto publicada na sexta-­feira pelo Ministério de Minas e Energia (MME).

 

Fonte: Valor Econômico

A Portaria 120/2016 publicada pelo ministério de Minas e Energia nesta sexta-feira, 22 de abril, determinou que os valores homologados pela Agência Nacional de Energia Elétrica relativos aos ativos de transmissão não depreciados existentes em 31 de maio de 2000 passem a compor a Base de Remuneração Regulatória das transmissoras. A portaria também determina que o seu custo de capital seja adicionado para as suas Receitas Anuais Permitidas.

 

Fonte: Canal Energia