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Tag : Telecomunicações


A receita líquida de serviços de telecomunicações somou R$ 134,6 bilhões no Brasil no ano passado, recuo de 2,67% frente aos R$ 138,3 bilhões de 2015. Estão incluídos serviços de telefonia fixa e celular, banda larga e TV paga. Só em impostos, os usuários pagaram R$ 64 bilhões em 2016, volume 6% maior que um ano antes, segundo levantamento da consultoria Teleco para a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil).

 

Fonte: Valor Econômico

A reação do mercado ao novo plano de recuperação da Oi, aprovado por maioria no conselho de administração na quarta-­feira, deixou claro o que interessados na tele e credores falaram o dia todo: é uma proposta de termos bons para o acionista, e ruins para o credor. A dívida financeira é cortada de R$ 48 bilhões para R$ 25 bilhões. E os credores assumem já 25% do capital da companhia.

 

Fonte: Valor Econômico

Se for aprovado um novo marco regulatório para telecomunicações, a conversão dos contratos das concessionárias de telefonia fixa para autorização não será automática. As empresas vão avaliar se compensa para elas a mudança. Considerando­se que o Projeto de Lei 79/2016 seja aprovado, só depois disso é que a Anatel vai contratar duas consultorias que irão propor uma metodologia de cálculo dos bens e os próprios preços. Serão elaboradas as metas de investimento em banda larga nas áreas carentes de infraestrutura de comunicação. A partir daí, as concessionárias farão suas próprias contas para tomar a decisão. Mas as conversas já estão em curso.

 

Fonte: Valor Econômico

As concessionárias de telefonia fixa estão acenando com um investimento anual em torno de R$ 30 bilhões e criação de 80 mil a 100 mil novos empregos num período de quatro anos, num setor que hoje emprega 500 mil pessoas. Com base no investimento médio anual de R$ 25 bilhões na área de telecomunicações, a promessa é de adicionar 20% ao montante, de R$ 4 bilhões a R$ 5 bilhões por ano.

 

Fonte: Valor Econômico

O setor de telefonia passou por transformações importantes em 2016, mas arrastou para 2017 velhos problemas. A reforma da Lei Geral de Telecomunicações (LGT) ainda não foi aprovada e a recuperação judicial da Oi ainda tem um longo caminho a percorrer. Ainda assim, o cenário é mais amistoso, segundo analistas.

 

Fonte: Valor Econômico

Tô nem aí

22/12/2016

Apesar de a Oi protagonizar o maior processo de recuperação judicial da história do País desde junho, muitos consumidores ainda não têm conhecimento da crise enfrentada pela tele. Pesquisa qualitativa feita com clientes da companhia e da concorrência mostrou que 29% dos entrevistados desconheciam a situação financeira da operadora.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

A interconexão é uma prática comum no setor. A Lei nº 9.472, de 1997, determina que cabe aos interessados negociar livremente os termos da interconexão. A Anatel deve ter acesso aos termos do contrato e pode arbitrar as condições para a interconexão. De acordo com a decisão da 6ª Vara Federal, no entanto, reconhecer uma dívida e determinar o pagamento estaria além dos poderes e atribuições da agência.

 

Fonte: Valor Econômico

O presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Juarez Quadros, disse que a aprovação de um novo marco regulatório para o setor de telecomunicações é uma condição necessária para atrair investimentos, sobretudo para a Oi.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Na dúvida sobre a possibilidade de uma “saída de mercado” para salvar a Oi da falência, o governo prepara uma “solução de emergência”, que prevê a edição de uma medida provisória para permitir uma intervenção completa na operadora.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Em recuperação judicial, a Oi está sendo cobiçada por oito grupos de investidores estrangeiros que pelo menos desde maio conversam com o governo federal sobre o futuro da companhia. No momento, as conversas estão mais avançadas com o empresário egípcio Naguib Sawiris. A dívida declarada da Oi é de R$ 65,4 bilhões. De acordo com fontes governamentais, o grupo que ficar com a operadora terá também de assumir o passivo.

 

Fonte: Valor Econômico

O setor de telecomunicações deve apresentar um recuo de 12,6% no patamar de investimentos no Brasil este ano. As grandes operadoras devem aportar perto de R$ 25 bilhões, abaixo dos R$ 28,6 bilhões de 2015, segundo a Associação da Indústria Eletroeletrônica (Abinee). Por trás do recuo está a piora dos resultados, que as operadoras esperam que possa ser revertida com a atualização do marco regulatório.

 

Fonte: Valor Econômico

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apresentou na noite de ontem o cálculo de créditos que tem a receber da Oi, operadora em processo de recuperação judicial desde junho. Em nota, a agência informou que tem a receber um montante de R$ 20,2 bilhões envolvendo multas administrativas (R$ 14,6 bilhões), créditos tributários (R$ 4,5 bilhões) e dívidas de outras naturezas (R$ 1,08 bilhão).

 

Fonte: Valor Econômico

A única constante na vida é a mudança ­ que o digam os executivos das empresas brasileiras de telecomunicações. Nos últimos 12 meses, as quatro maiores empresas do setor no país trocaram seus presidentes. Enquanto o cenário de consolidação se desenha, as operadoras substituem executivos e ajustam estratégias.

 

Fonte: Valor Econômico

Vincent Bolloré reforçou seu controle sobre a Vivendi ao aumentar sua participação na companhia de mídia, sediada em Paris, para mais de 20% pela primeira vez. Com isso, o bilionário francês passar a deter 20,4% da empresa, em comparação com os poucos mais de 15% anteriores.

 

Fonte: Valor Econômico

O Senado deu ontem o aval para o governo nomear Juarez Quadros à presidência da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Sem enfrentar qualquer resistência, o engenheiro eletricista que foi ministro das Comunicações no governo Fernando Henrique Cardoso teve sua indicação aprovada na sabatina da Comissão de Serviços de Infraestrutura e em votação no plenário da Casa.

 

Fonte: Valor Econômico