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Tag : projetos


A Aneel abriu processos com termos de intimação para 46 projetos de energia eólica e solar, para iniciar o processo de revogação da outorga destes. Os projetos, que somam 1,15 gigawatts (GW), estão com atrasos significativos na execução. Esses são os mesmos projetos que são candidatos ao leilão de descontratação que o Ministério de Minas e Energia (MME) planeja realizar.

 

Fonte: Valor Econômico

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lança, na próxima semana, um programa de compartilhamento de garantias em financiamentos de projetos de infraestrutura. O objetivo é facilitar e dar mais agilidade à liberação de recursos para as empresas responsáveis pelas obras. A executiva explicou que esse compartilhamento será válido para a fase de execução das obras.

Fonte: O Globo

 O presidente do Comitê de Investimentos do Fundo de Investimento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-­FGTS), Marco Aurélio de Queiroz, disse ontem que deve divulgar até 31 de maio o resultado da oferta pública de R$ 7 bilhões para investimento em projetos de infraestrutura. Devem ser contratados até 15 empreendimentos. Foi iniciada a análise das 34 propostas recebidas com projetos em áreas como energia, saneamento, portos, rodovias e ferrovias.

 

Fonte: Valor Econômico

No mesmo dia em que foi divulgado o tombo da economia brasileira, o governo anunciou a segunda rodada de concessões e privatizações do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). O pacote traz 68 projetos nas áreas de energia, portos, ferrovia, rodovias e saneamento. Ao todo, o governo prevê investimentos de R$ 45,3 bilhões nos setores de infraestrutura e a criação de 215 mil empregos diretos e indiretos.

 

Fonte: O Globo

A Neoenergia, controlada pela espanhola Iberdrola (39%), a Previ (49,01%) e o Banco do Brasil (11,99%), vai se concentrar em 2017 na finalização de obras de geração e pretende manter, ou até aumentar ligeiramente, o patamar de investimentos em distribuição, que alcançou R$ 2,3 bilhões no ano passado. Para fazer frente aos investimentos em 2017, a companhia planeja fazer captações junto ao BNDES e outros bancos e avalia a possibilidade de vender ativos.

 

Fonte: Valor Econômico

A presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Silvia Bastos Marques, afirmou que instituição deve lançar na sexta-­feira os seis primeiros editais para saneamento, destinados a Estados do Norte e Nordeste. Segundo ela, houve um processo de seleção e 20 consultorias foram pré-­qualificadas para participar dos pregões eletrônicos que vão definir as empresas que farão os estudos para as concessões.

 

Fonte: Valor Econômico

Falta de helipontos em capitais como São Paulo e Rio, céu congestionado de helicópteros, aeroportos com dificuldade de atender a demanda da aviação executiva, além de uma frota de jatos que não parava de crescer. Este cenário mudou completamente desde 2014 por fatores que vão da retração econômica a financiamentos restritivos do BNDES, incluindo um endurecimento nas regras da Receita Federal para o leasing das aeronaves. A situação da infraestrutura aeroportuária, que era considerada inadequada há dois anos, passou a ser suficiente para atender a uma demanda em queda

 

Fonte: Valor Econômico

A gigante energética franco­belga Engie (antiga GDF­Suez) planeja faturar cerca de R$ 1 bilhão por ano com serviços de energia no Brasil nos próximos anos. A área de serviços de energia incluem projetos de geração distribuída ­ principalmente a partir de fonte solar fotovoltaica ­ eficiência energética e tecnologia. Atualmente esse segmento gera um faturamento de R$ 200 milhões para o grupo no Brasil. A ideia de ampliar a atuação na área de serviços faz parte do reposicionamento da companhia francesa, iniciado este ano.

 

Fonte: Valor Econômico

O mercado brasileiro de projetos de energia eólica atual é insuficiente para a capacidade instalada total das seis fabricantes de turbinas eólicas localizadas no país, na avaliação do presidente da fabricante dinamarquesa Vestas no Brasil, Rogério Zampronha. Segundo ele, considerando a capacidade instalada de todos os fabricantes situados no país, há uma ociosidade de quase 75%.

 

Fonte: Valor Econômico

Os projetos de geração de energia eólica e solar nos Estados Rio Grande do Norte, Bahia e Rio Grande do Sul ficarão de fora do leilão de energia de reserva (LER) marcado para dezembro, por falta de margem de escoamento. Isso quer dizer que, por falta de linhas de transmissão que possam levar a energia até os centros de consumo, o leilão contará com oferta ­ e competitividade ­ menor, o que pode ter efeitos no preço médio final da disputa.

 

Fonte: Valor Econômico

A Petrobras está desenvolvendo um novo modelo de negócios para implantação de projetos de sistemas submarinos na camada pré-­sal, com potencial de redução de custos em todo ciclo de vida do projeto de 30%. A iniciativa, segundo a gerente-­executiva de Sistemas Submarinos da Petrobras, Cristina Pinho, prevê o trabalho em parceria com o fornecedor desde o desenho do projeto até o fim da sua operação.

 

Fonte: Valor Econômico

Com isso, há possibilidade de se obter recursos a custos mais baixos e atrair mais investidores estrangeiros, que correriam menos risco cambial. O presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Luiz Augusto Barroso, apresentou a proposta e citou o Chile, que chegou a contratar energia solar com o menor valor do mundo neste ano, como referência. Segundo ele, os contratos em dólar permitiram empréstimos a 1,5% ao ano.

 

Fonte: O Globo

O lançamento da primeira etapa das concessões de infraestrutura do governo Michel Temer frustrou parte da iniciativa privada que esperava um programa mais robusto em número de ativos. Em vez da extensa lista de projetos que compunham o Programa de Investimentos em Logística (PIL), o Planalto preferiu priorizar as licitações que, julga, têm mais chances de serem bem-­sucedidas. 

 

Fonte: Valor Econômico

O Brasil deverá desenvolver projetos de infraestrutura junto com os Estados Unidos, afirmou ontem o embaixador do país em Washington, Sergio Amaral. “Nós podemos fazer mais em infraestrutura. Essa é uma área em que os investimentos americanos são bem-vindos”, disse ele, durante debate no centro de estudos Wilson Center, em Washington.

 

Fonte: Valor Econômico