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Tag : privatização


O governo de São Paulo, controlador da Cesp, está negociando com a União a utilização de um dispositivo da Lei 9.074/95 (Lei das Privatizações) para antecipar a renovação da concessão da usina de Porto Primavera ­- que vence em 2028. O objetivo é aumentar o valor da estatal no processo de privatização, garantindo que a quarta tentativa de venda seja bem-­sucedida. A decisão final, porém, depende de uma avaliação financeira do modelo do negócio.

 

Fonte: Valor Econômico

A privatização contribui no curto prazo para abater dívida pública e ao longo do tempo para elevar a produtividade, o que ajudará a nos libertar do anêmico crescimento do PIB per capita de 0,7% ao ano entre 1980 e 2015. Para a realização do potencial de aumento de produtividade é importante que não se repitam os erros do passado. Sempre que possível, as privatizações devem envolver ofertas públicas de vendas de ações.

 

Fonte: Valor Econômico

O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil pretende apresentar, possivelmente em abril, uma proposta ao Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) de mais dez concessões de aeroportos. A ideia é dar continuidade ao processo gradual de privatização de ativos no setor.

 

Fonte: Valor Econômico

A Infraero começou um processo para privatizar seus terminais de carga por dez anos, mas só uma empresa apareceu na concorrência para o primeiro deles, no aeroporto de Goiânia (GO). Para vencer a disputa, a PAC Logística, que opera em Santa Catarina, deu um lance 0,4% acima do mínimo exigido. Com isso, vai poder administrar o terminal do aeroporto goiano pagando um aluguel de R$ 251 mil por mês (o mínimo era R$ 250 mil) após três meses operação.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

A privatização de pelo menos 13 das empresas de saneamento de 17 Estados inscritos no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) pode render aos caixas dos governos estaduais de R$ 20,56 bilhões a R$ 35,67 bilhões. A projeção consta do relatório “Saneamento Básico no Brasil -­ Uma Revolução se Aproxima?”, divulgado nesta semana para investidores nacionais e estrangeiros pelo banco BTG Pactual.

 

Fonte: Valor Econômico

Mesmo lucrativa, a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) ainda carrega “esqueletos” financeiros que precisariam ser equacionados num provável processo de privatização, essencial para destravar a ajuda financeira da União ao Rio de Janeiro. O mais recente balancete disponível no site da Prece -­ entidade fechada de previdência privada da empresa pública de saneamento -­ indica “déficit técnico acumulado” de R$ 166,8 milhões em novembro do ano passado.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo busca uma solução legal para manter nas mãos da Infraero os aeroportos considerados o “filé” do setor: Santos Dumont e Congonhas. A ideia é delegar à estatal os dois terminais, mas a questão esbarra na política: há pressão dos tucanos que estão de olho nas eleições de 2018 e querem privatizar esses terminais. Caso a Infraero vire concessionária de fato, o governo teria de indenizá-la.

 

Fonte: O Globo

A presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Silvia Bastos Marques, afirmou que instituição deve lançar na sexta-­feira os seis primeiros editais para saneamento, destinados a Estados do Norte e Nordeste. Segundo ela, houve um processo de seleção e 20 consultorias foram pré-­qualificadas para participar dos pregões eletrônicos que vão definir as empresas que farão os estudos para as concessões.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo federal delimitou que ativos os Estados vão ter de privatizar para ter acesso ao novo regime de recuperação fiscal, cujo principal benefício é a suspensão do pagamento das dívidas com a União por até três anos. Os Estados em dificuldades financeiras terão de aprovar nas assembleias legislativas leis autorizando a privatização de empresas dos setores financeiros, de energia e de saneamento. Os recursos obtidos deverão ser destinados para a quitação de dívidas.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Após o governo estadual ter anunciado que pretende privatizar a Cedae, o prefeito Marcelo Crivella decidiu articular com colegas da Região Metropolitana uma estratégia para os municípios participarem do processo de venda da companhia de água e esgoto. Ciente de que 78% da receita da empresa saem do Rio, ele convidou oito prefeitos para um almoço, ontem, no Palácio da Cidade, em Botafogo. De acordo com participantes da reunião, o prefeito do Rio não opinou se é favorável ou contrário à venda da Cedae.

 

Fonte: O Globo

Países que conseguiram melhorar o planejamento e usaram parcerias com a iniciativa privada conseguiram evoluir mais rapidamente na melhoria do saneamento, aponta levantamento feito pela CNI (Confederação Nacional da Indústria). O trabalho analisou dados sobre pelo menos oito países nos quais houve melhorias em indicadores que compõe o saneamento, entre eles coleta de esgoto, implantação de rede de abastecimento de água ou redução de perdas.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

Mesmo com as tentativas da oposição ao governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) de usar o regimento interno da Alerj para adiar o início dos debates sobre o projeto de lei que pede autorização para privatizar a Cedae, o presidente da casa, Jorge Picciani (PMDB), anunciou ontem que pretende levar a medida à votação na terça-feira.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Se privatizarem todas as suas estatais, os Estados do Rio de Janeiro, Minas Gerais e Rio Grande do Sul conseguirão abater quase 50% de sua dívida com a União. Nove estatais valiam R$ 34 bi em 2015 e débito com bancos atingia R$ 70 bi, calcula levantamento feito pela agência de classificação de risco Fitch Ratings.

 

Fonte: Valor Econômico

O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, vai pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) liminar para antecipar os efeitos do termo de compromisso assinado ontem com a União. Ao mesmo tempo, o presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani (PMDB), se comprometeu a aprovar a privatização da Cedae em, no máximo, uma semana, segundo fontes credenciadas que participaram das negociações.

 

Fonte: Valor Econômico