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Tag : Pré-Sal


A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) pretende iniciar um debate sobre uma nova mudança na lei de partilha do pré-sal. Sacramentado o fim da exclusividade da Petrobras na operação das áreas leiloadas sob esse regime, a indústria fluminense propõe que áreas com vocação para o pós-sal, situadas dentro do polígono do pré-sal, possam ser licitadas sob o regime de concessão.

 

Fonte: Valor Econômico

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) aprovou ontem a inclusão de mais uma área do pré­-sal na 4ª rodada de partilha, prevista para o ano que vem. Um bloco ao sul do prospecto de Uirapuru se somará, na licitação, à própria área de Uirapuru, Três Marias e Saturno, na Bacia de Santos, e mais quatro blocos exploratórios situados na Bacia de Campos.

 

Fonte: Valor Econômico

A Petrobras já sinalizou ao governo que pretende exercer o direito de preferência pela operação de algumas, mas não todas, as áreas do pré­sal da segunda e terceira rodadas de partilha, em outubro. A informação foi dada ontem pelo ministro de Minas e Energia, Fernando Coelho Filho, que vê com otimismo o interesse das grandes petroleiras globais pelas duas licitações, que, juntas, exigirão um bônus mínimo de assinatura de R$ 7,75 bilhões.

 

Fonte: Valor Econômico

Pela primeira vez em 11 anos, o governo vai leiloar blocos com potencial de reservas no pré-sal sob o regime de concessão, que não impõe participação estatal no contrato. As áreas fazem parte da lista de oferta da 14ª rodada de licitações da ANP, prevista para o segundo semestre.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

A 14ª rodada de licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP), prevista para o segundo semestre, deve incluir seis blocos com potencial de reservas de pré-sal em regime de concessão, afirmou ontem o diretor-geral da ANP, Décio Oddone, em evento realizado em Houston.

 

Fonte: O Globo

O governo decidiu realizar no mesmo dia os dois leilões do pré-sal previstos para 2017, nos quais oferecerá oito áreas para exploração de petróleo. Com um dos leilões, o governo espera arrecadar R$ 4,35 bilhões. O outro ainda não teve os valores definidos, mas a expectativa é que a oferta de áreas petrolíferas renda ao Tesouro entre R$ 7,5 bilhões e R$ 8 bilhões em 2017. Os leilões do pré-sal serão realizados no dia 27 de outubro.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) fixou em R$ 4,35 bilhões o bônus de assinatura total das quatro áreas do pré­-sal que serão ofertadas este ano na terceira rodada de partilha. De acordo com resolução, publicada ontem, que autoriza a realização da licitação, a Petrobras terá até 30 dias para manifestar seu direito de preferência em entrar em cada uma das áreas como operadora.

 

Fonte: Valor Econômico

Após complexas discussões sobre o novo modelo de conteúdo local para a indústria do petróleo e gás, o governo finalmente reduziu as exigências impostas às empresas operadoras de petróleo para as licitações da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para a 14ª Rodada e 3ª Rodada do Pré­-Sal.

 

Fonte: Valor Econômico

Petroleiras internacionais têm demonstrado interesse em investir no pré­-sal brasileiro. Em março, durante evento do setor em Houston, nos Estados Unidos, a Petrobras teve contato com grandes companhias que manifestaram disposição no assunto, disse Pedro Parente, presidente da estatal, após participar de evento promovido pelo “Financial Times”, na tarde de ontem em São Paulo.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo aumentou em cerca de R$ 4 bilhões as suas expectativas de arrecadação com os leilões de áreas de petróleo e gás deste ano, depois de incluir a terceira rodada de partilha do pré­-sal no calendário de licitações do ano. . O secretário-­executivo do MME destacou, ainda, que a série de leilões previstos pelo governo até 2017 no setor petrolífero deve render à União uma arrecadação potencial de R$ 24 bilhões.

Fonte: Valor Econômico

As principais empresas de petróleo do mundo já iniciaram uma maratona de encontros na Petrobras de olho nos próximos quatro leilões de pré-sal que o governo brasileiro pretende fazer até 2019. É que todos querem se unir à estatal e formar consórcios para explorar uma das áreas de maior potencial do mundo. Em Brasília, a expectativa é grande com os certames. De acordo com fontes, espera-se uma arrecadação de até R$ 24 bilhões, dos quais cerca de R$ 8,5 bilhões só neste ano.

 

 

Fonte: O Globo

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) tem quatro áreas do pré­ sal para ofertar na 3ª rodada de partilha, em novembro. O diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Felipe Kury, confirmou ontem o que o cardápio do leilão inclui Pau Brasil, Peroba, Saturno e Alto de Cabo Frio­ as duas últimas áreas adjacentes e que serão leiloadas separadamente.

 

Fonte: Valor Econômico

A Petrobras pretende recorrer ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) contra a decisão da 20ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), que confirmou decisão na primeira instância e manteve em vigor um contrato de afretamento de sonda entre a estatal e a Diamond Offshore. O contrato prevê o pagamento de taxa diária de US$ 450 mil pelo consórcio liderado pela Petrobras à companhia de perfuração americana.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo pretende oferecer ao mercado três novas áreas no pré-sal na 3ª rodada de leilões sob o sistema de partilha, previsto para novembro. A Agência Nacional de Petróleo (ANP) já encaminhou uma lista com sugestões de novos blocos para o Ministério de Minas e Energia.

Fonte: Valor Econômico