LeftRight

Tag : PPI


Na tentativa de acelerar as concessões de infraestrutura, que frequentemente esbarram em problemas nos órgãos de controle antes de serem leiloadas, o governo resolveu apostar numa espécie de “blindagem” dos projetos. Uma equipe de nove auditores da Controladoria Geral da União (CGU) foi deslocada para o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) com a incumbência de fazer uma devassa nos estudos de viabilidade, minutas de editais e de contratos antes de sua apresentação oficial ao mercado.

 

Fonte: Valor Econômico

O sucesso do leilão de aeroportos tira pressão de cima do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que já começava a enfrentar críticas por sua suposta lentidão. Mas o que vem pela frente ­ rodovias com demanda relativamente baixa, distribuidoras de energia deficitárias e uma ferrovia que cruza a região amazônica ­ não será tão fácil de atrair interessados na iniciativa privada.

 

Fonte: Valor Econômico

No mesmo dia em que foi divulgado o tombo da economia brasileira, o governo anunciou a segunda rodada de concessões e privatizações do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). O pacote traz 68 projetos nas áreas de energia, portos, ferrovia, rodovias e saneamento. Ao todo, o governo prevê investimentos de R$ 45,3 bilhões nos setores de infraestrutura e a criação de 215 mil empregos diretos e indiretos.

 

Fonte: O Globo

A maioria dos empreendimentos e iniciativas já havia sido objeto de anúncios anteriores e nunca saiu do papel. Com um cronograma ambicioso, tentando destravar tudo o que foi listado ontem até o fim de 2018, a carteira do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) foi reforçada com 70 projetos. As áreas de saneamento e energia tiveram destaque.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo anunciou ontem um pacote de concessões com estimativa de R$ 45 bilhões em investimentos. Menos de um terço do valor, no entanto, se refere a projetos novos. A maioria dos empreendimentos, como a renovação antecipada de concessões de ferrovias e a privatização da BR-­101, já havia sido objeto de anúncios e nunca saiu do papel.

 

Fonte: Valor Econômico

A presidente do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques, disse ontem que 18 estados aderiram ao programa de concessão dos serviços de saneamento da instituição. Segundo ela, já foram fechados acordos com todos os estados do Nordeste, da região Norte (exceto Roraima), além de Rio, Santa Catarina e Paraná.

 

Fonte: O Globo

09 de novembro. Venilton Tadini, presidente-executivo da Abdib, e Ralph Lima Terra, vice-presidente executivo da Abdib, participam de reunião em Brasília com o secretário do Programa de Parceria de Investimentos (PPI), Wellington Moreira Franco, com o senador Roberto Muniz, e com representantes da Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto.


Oito governadores encaminharam carta ao BNDES nas últimas semanas com interesse em incluir empresas estaduais de saneamento no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI). Eles se somam a Rio, Pará e Rondônia, os primeiros a aderir ao projeto. No banco, a previsão é que, além desses 11 estados, outros sete deverão se manifestar em breve. O interesse cresceu porque os governadores entenderam que o PPI não é um programa de privatização, já que o controle permanece com o Estado e apenas parte do serviço é transferida à iniciativa privada. A motivação mostra como o tema ainda é um tabu para os gestores públicos do país.

 
 Fonte: O Globo

A nova lei que regula as Parcerias Público-Privadas pode ajudar a impulsionar os projetos de infraestrutura. Ela visa ampliar as oportunidades de investimento e emprego e estimular o desenvolvimento tecnológico e industrial, em linha com as metas de desenvolvimento social e econômico do país e um compromisso de reforço à transparência e governança.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo reduziu em 29% o valor combinado das outorgas mínimas do leilão dos quatro aeroportos, de R$ 4,11 bilhões para R$ 2,91 bilhões. A mudança é resultado do novo modelo de concessão adotado pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), em que o vencedor deverá pagar à vista 25% da outorga e o ágio (prêmio sobre a outorga), em vez de ao longo da concessão. Com a concentração dos desembolsos na largada, os valores caíram.

 

Fonte: Valor Econômico

O Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil vai priorizar a concessão de rodovias na próxima rodada do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), disse o ministro da pasta, Maurício Quintella, em entrevista ao Valor. A primeira etapa do programa trouxe apenas dois projetos rodoviários de uma lista de 11 concessões e arrendamentos no setor de transportes, o que frustrou o mercado.

 

Fonte: Valor Econômico

O Ministério de Minas e Energia trabalha com a expectativa de levar a leilão o primeiro lote de áreas de mineração, incluídas no Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), no primeiro trimestre do ano que vem, disse ao Valor Vicente Lôbo, secretário de Geologia, Mineração e Transformação Mineral do ministério. “Estamos trabalhando para fazer o leilão do primeiro lote no fim do primeiro trimestre de 2017. Aí esperamos ter mais lotes para ofertar e entrar em rotina [de novas ofertas] para continuar fomentando o setor”, disse Lôbo.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo pretende tirar do papel algumas obras pontuais em ferrovias para atacar ‘gargalos’ logísticos – como o Ferroanel de São Paulo – com recursos das taxas de outorga que as atuais concessionárias de linhas férreas pagarão para renovar antecipadamente seus contratos. Em vez de recolhê-las ao Tesouro, essas empresas realizarão obras em outras ferrovias, selecionadas pelo governo.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

As concessões de transportes que estão no Programa de Parcerias em Investimentos (PPI) não terão cláusulas de “proteção cambial” ­ ou seja, não terão tarifas atreladas à variação cambial ­, disse o ministro dos Transportes, Maurício Quintella. Segundo ele, a prática, adotada na Colômbia e no Peru, foi sugerida ao Brasil por alguns empresários da área de infraestrutura para atrair mais interessados aos leilões.

 

Fonte: Valor Econômico