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Tag : Oi


Em recuperação judicial, a Oi viu o seu total de ativos mantidos para a venda encolher de R$ 7,68 bilhões em 2015 para R$ 5,4 bilhões no ano passado. Boa parte dessa retração de 30% se deve a um imbróglio herdado da Portugal Telecom (PT). Em 2014, quando a Oi adquiriu os ativos portugueses e africanos da PT, passou a deter participação indireta de 25% na angolana Unitel.

 

Fonte: Valor Econômico

O “plano de contingenciamento” dos serviços da TIM, para ser implementado no caso de colapso operacional da Oi, é o mais aguardado dentre aqueles que estão sendo apresentados essa semana na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Informações da área técnica do órgão regulador indicam que a operadora é a mais dependente da concorrente que passa por dificuldade financeira.

 

Fonte: Valor Econômico

Ainda há tempo para um acordo entre controladores e credores da Oi, avisa o homem em Brasília responsável por acompanhar cada capítulo da crise financeira vivida pela maior operadora de telefonia do país. Por isso, a intervenção do governo não é um mecanismo para ser usado imediatamente. “Ela é um evento hipotético. O instrumento deve estar pronto e implementável, mas é hipotético”, disse o secretário de telecomunicações, André Borges.

 

Fonte: Valor Econômico

Credores da Oi e alguns investidores interessados em aportar recursos na maior empresa de telefonia fixa do país, passaram a acreditar, nos últimos dias, que o melhor caminho para salvá-­la seja uma intervenção que afaste os atuais controladores e coloque o governo no comando do processo de recuperação judicial.

 

Fonte: Valor Econômico

A medida provisória em reta final de elaboração no governo para o drama da Oi também abre um amplo leque de possibilidades de intervenção do governo na iniciativa privada. O texto preliminar da MP, que ainda passa por ajustes no Palácio do Planalto, pode ainda afetar uma extensa lista de atividades empresariais. A ideia básica do governo era estender o mecanismo de intervenção dos contratos de concessão (caso da telefonia fixa), como já prevê a Lei Geral de Telecomunicações, para serviços públicos operados pelo regime de autorização (celular e banda larga), buscando focar no caso da Oi.

 

Fonte: Valor Econômico

A medida provisória em reta final de elaboração no governo para resolver a crise da Oi prevê a possibilidade de até 36 meses de intervenção na operadora. O interventor terá “plenos poderes” sobre as operações da empresa e a “prerrogativa exclusiva de convocar a assembleia geral nos casos em que julgar conveniente”.

 

Fonte: Valor Econômico

O Conselho da Anatel pretende abrir processo para cassar a concessão de telefonia fixa da Oi. Já há consenso entre os conselheiros a favor da instauração do procedimento de caducidade, depois que eles analisaram dados da área técnica que apontam a falta de capacidade de investimento da empresa. A previsão é de que o debate seja feito pela Anatel nos próximos dias, mas, se aberto o processo, ele deve levar alguns meses até a decisão final. 

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

O novo plano de recuperação da Oi foi considerado tímido e insuficiente pelo governo. Por isso, a possibilidade de intervenção na operadora de telefonia continua sendo bastante forte, segundo autoridades do setor.

 

Fonte: Valor Econômico

A capacidade de a Oi gerar novos recursos para abastecer seu caixa deverá ficar entre R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões este ano, estima Marco Schroeder, presidente da operadora. A companhia terminou o ano passado com um montante acumulado de R$ 7,8 bilhões em caixa, mas vai usar parte de suas reservas para pagar credores caso seu plano de recuperação judicial seja aprovado na assembleia de credores que deve acontecer em abril ou maio.

 

Fonte: Valor Econômico

A reação do mercado ao novo plano de recuperação da Oi, aprovado por maioria no conselho de administração na quarta-­feira, deixou claro o que interessados na tele e credores falaram o dia todo: é uma proposta de termos bons para o acionista, e ruins para o credor. A dívida financeira é cortada de R$ 48 bilhões para R$ 25 bilhões. E os credores assumem já 25% do capital da companhia.

 

Fonte: Valor Econômico

O novo plano de recuperação que a Oi vai levar à Justiça reduziria a dívida financeira dos atuais R$ 48,2 bilhões para cerca de R$ 25 bilhões. O valor equivale a 3,9 vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de 2016.

 

Fonte: Valor Econômico

A Oi apresentou prejuízo líquido de R$ 7,1 bilhões em 2016, como resultado, principalmente, de uma baixa contábil (registrada no quarto trimestre) de R$ 2,8 bilhões de créditos tributários sobre prejuízo fiscal acumulado, ampliando em 7,1% as perdas de R$ 6,45 bilhões de 2015.

 

Fonte: Valor Econômico

A estratégia jurídica desenhada pelo segundo maior acionista individual da Oi, o fundo Société Mondiale, para a assembleia de credores da operadora vai passar pelo questionamento da legitimidade dos votos contrários ao plano de recuperação judicial da companhia.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo teria de indenizar as concessionárias de telefonia fixa em quase R$ 20 bilhões, se os contratos fossem transformados hoje em autorizações. Esse é o valor residual, que não foi depreciado ou amortizado desde a privatização das empresas do Sistema Telebras, em 1997. A maior indenização, de R$ 8 bilhões, seria para a Oi em recuperação judicial. Em seguida está a Telefônica / Vivo, com R$ 7,86 bilhões.

 

Fonte: Valor Econômico