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Tag : Oi


Nas discussões mantidas com os detentores de bônus externos para apresentar um novo plano de recuperação judicial, a Oi ofereceu aos “bondholders” os mesmos R$ 6,7 bilhões em títulos novos que constavam da proposta anterior, no entanto, com cupom entre 9% e 10%, ante os 6% previstos anteriormente.

 
Fonte: Valor Econômico

O processo de recuperação judicial da Oi completa um ano em junho e não há sinal de que a empresa e seus principais credores estejam próximos de encontrar uma solução. Pelos dados atualizados ontem pelo administrador judicial, são R$ 64 bilhões em dívidas com 55 mil credores que aguardam a solução do caso. Trata­se da maior recuperação judicial em andamento no país e, por causa de seu tamanho e complexidade, foi necessário que o juízo da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro prorrogasse por mais 180 dias a proteção da empresa contra execuções por seus credores.

 

Fonte: Valor Econômico

A Oi pretende fazer um aumento de capital de cerca de US$ 2 bilhões até setembro. Embora não comente valores, o presidente da Oi, Marco Schroeder, afirmou que a empresa mantém conversas com acionistas e credores internacionais (bondholders) dispostos a injetar mais recursos na tele, em processo de recuperação judicial desde o ano passado, com dívidas de R$ 65,4 bilhões.

 

Fonte: O Globo

A operadora Oi reduziu seu prejuízo líquido consolidado em 89% no primeiro trimestre deste ano, para R$ 200 milhões, ante perda de R$ 1,84 bilhão em igual período de 2016. “Houve uma grande evolução no operacional e na despesa financeira, que caiu bastante”, disse o presidente da Oi, Marco Schroeder. Ele lembra que, no quarto trimestre de 2016, o prejuízo era de R$ 3,3 bilhões.

 

Fonte: Valor Econômico

A medida provisória anunciada na semana passada pela Anatel que vai permitir à Oi negociar cerca de R$ 15 bilhões em passivos com órgãos públicos terá um efeito positivo nas conversações da operadora com outros credores, disse Marco Schroeder, CEO da companhia. A MP é vista pelo executivo como um avanço na solução do impasse administrativo e judicial gerado, principalmente, pela cobrança de multas administrativas aplicadas pela Anatel.

 

Fonte: Valor Econômico

Em recuperação judicial, a Oi viu o seu total de ativos mantidos para a venda encolher de R$ 7,68 bilhões em 2015 para R$ 5,4 bilhões no ano passado. Boa parte dessa retração de 30% se deve a um imbróglio herdado da Portugal Telecom (PT). Em 2014, quando a Oi adquiriu os ativos portugueses e africanos da PT, passou a deter participação indireta de 25% na angolana Unitel.

 

Fonte: Valor Econômico

O “plano de contingenciamento” dos serviços da TIM, para ser implementado no caso de colapso operacional da Oi, é o mais aguardado dentre aqueles que estão sendo apresentados essa semana na Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Informações da área técnica do órgão regulador indicam que a operadora é a mais dependente da concorrente que passa por dificuldade financeira.

 

Fonte: Valor Econômico

Ainda há tempo para um acordo entre controladores e credores da Oi, avisa o homem em Brasília responsável por acompanhar cada capítulo da crise financeira vivida pela maior operadora de telefonia do país. Por isso, a intervenção do governo não é um mecanismo para ser usado imediatamente. “Ela é um evento hipotético. O instrumento deve estar pronto e implementável, mas é hipotético”, disse o secretário de telecomunicações, André Borges.

 

Fonte: Valor Econômico

Credores da Oi e alguns investidores interessados em aportar recursos na maior empresa de telefonia fixa do país, passaram a acreditar, nos últimos dias, que o melhor caminho para salvá-­la seja uma intervenção que afaste os atuais controladores e coloque o governo no comando do processo de recuperação judicial.

 

Fonte: Valor Econômico

A medida provisória em reta final de elaboração no governo para o drama da Oi também abre um amplo leque de possibilidades de intervenção do governo na iniciativa privada. O texto preliminar da MP, que ainda passa por ajustes no Palácio do Planalto, pode ainda afetar uma extensa lista de atividades empresariais. A ideia básica do governo era estender o mecanismo de intervenção dos contratos de concessão (caso da telefonia fixa), como já prevê a Lei Geral de Telecomunicações, para serviços públicos operados pelo regime de autorização (celular e banda larga), buscando focar no caso da Oi.

 

Fonte: Valor Econômico

A medida provisória em reta final de elaboração no governo para resolver a crise da Oi prevê a possibilidade de até 36 meses de intervenção na operadora. O interventor terá “plenos poderes” sobre as operações da empresa e a “prerrogativa exclusiva de convocar a assembleia geral nos casos em que julgar conveniente”.

 

Fonte: Valor Econômico

O Conselho da Anatel pretende abrir processo para cassar a concessão de telefonia fixa da Oi. Já há consenso entre os conselheiros a favor da instauração do procedimento de caducidade, depois que eles analisaram dados da área técnica que apontam a falta de capacidade de investimento da empresa. A previsão é de que o debate seja feito pela Anatel nos próximos dias, mas, se aberto o processo, ele deve levar alguns meses até a decisão final. 

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

O novo plano de recuperação da Oi foi considerado tímido e insuficiente pelo governo. Por isso, a possibilidade de intervenção na operadora de telefonia continua sendo bastante forte, segundo autoridades do setor.

 

Fonte: Valor Econômico

A capacidade de a Oi gerar novos recursos para abastecer seu caixa deverá ficar entre R$ 1,5 bilhão a R$ 2 bilhões este ano, estima Marco Schroeder, presidente da operadora. A companhia terminou o ano passado com um montante acumulado de R$ 7,8 bilhões em caixa, mas vai usar parte de suas reservas para pagar credores caso seu plano de recuperação judicial seja aprovado na assembleia de credores que deve acontecer em abril ou maio.

 

Fonte: Valor Econômico