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Tag : Leilões


A Eletrobras e suas subsidiárias voltarão a participar de leilões de geração e transmissão de energia a partir do próximo ano e poderão, inclusive, em alguns casos, atuar como majoritária, afirmou ontem Wilson Ferreira Júnior, presidente da estatal, em evento de comemoração dos 60 anos de Furnas.

 

Fonte: O Globo

O presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., disse ontem que a empresa quer retomar a participação ativa em leilões a partir de 2018. Segundo o executivo, ainda é cedo para saber o tipo de participação da estatal, mas adiantou que “não faz sentido entrar sozinho, do ponto de vista empresarial”, o que significa que a empresa terá sócios.

 

Fonte: Valor Econômico

O sucesso das próximas rodadas de licitação de óleo e gás pode destravar investimentos de cerca de US$ 6 bilhões (R$ 18,6 bilhões) até 2019. Um estudo da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo (ABESPetro), em parceria com a consultoria Accenture, mostra que o aumento das atividades, sobretudo em exploração, pode ajudar a indústria petrolífera a recuperar, nos próximos três anos, os empregos perdidos no setor nos últimos anos.

 

Fonte: Valor Econômico

A aparente sobra estrutural de energia no sistema e o baixo risco de racionamento para os próximos anos não contemplam a queda de produtividade de grandes hidrelétricas ­ provocada por efeitos climáticos, como escassez de chuvas ­ e o acionamento de termelétricas para suportar o atendimento à rede. O problema foi diagnosticado em estudo que será apresentado hoje à Empresa de Pesquisa Energética (EPE).

Fonte: Valor Econômico

Em meio à previsão de aumento nos investimentos globais em óleo e gás, o governo pretende adotar um calendário de leilões anuais de áreas exploratórias, um pleito antigo das petroleiras. Este ano, a expectativa é voltar a atrair as grandes multinacionais com a oferta de várias áreas no pré-sal, após o fim da operação única da Petrobras no regime de partilha.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo federal estuda a possibilidade de realizar dois leilões de áreas do pré-sal, sob o regime de partilha de produção, este ano. A previsão anterior era realizar apenas um leilão do tipo em 2017. O objetivo da medida, estima-se, seria estimular o aumento de investimentos no país. 

 

Fonte: Valor Econômico

O setor sucroalcooleiro elevará neste ano sua capacidade de cogeração de energia elétrica, mas a um ritmo menor do que no passado, refletindo a falta de leilões direcionados para atrair o segmento nos últimos anos, segundo representantes do setor.

 

Fonte: Valor Econômico

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) publicou ontem, no “Diário Oficial da União”, resolução que autoriza a realização de estudos para a 14ª rodada de licitações de blocos para exploração e produção de petróleo e gás natural e para a 2ª rodada de licitações sob o regime de partilha de produção. O texto autoriza a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) a desenvolver as pesquisas.

 

Fonte: Valor Econômico

A aprovação, pela Câmara dos Deputados, da lei que desobriga a Petrobrás de atuar em todos os campos de exploração do pré-sal e ser sua operadora única vai reforçar um processo de atração de investimentos privados que já deu seus primeiros passos, avaliou o secretário de Petróleo, Gás e Combustíveis renováveis do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix. “O humor já mudou para melhor”, disse. Porém, para que o momento não se perca, é necessário completar a nova regulamentação do setor e, evidentemente, oferecer negócios.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

O atraso em obras de transmissão e a falta de apetite do investidor nos últimos leilões de concessão começam a barrar investimentos bilionários na área de geração de energia elétrica. Nesta semana, uma nota técnica do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) revelou que, em alguns Estados do País, a rede de transmissão não tem mais capacidade para escoar eletricidade de novos projetos. Ou seja, investimentos previstos para esses locais terão de ser adiados até que novas linhas sejam licitadas.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

O governo está refazendo os estudos de planejamento do setor elétrico para identificar os projetos de geração e transmissão contratados em leilões anteriores e que não deverão sair do papel. Com base nesses números, o ministério de Minas e Energia (MME) terá uma ideia melhor do volume que poderá ser contratado nos leilões de energia de reserva (LER) deste ano.

 

Fonte: Valor Econômico

Sob novo comando, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) está fazendo um mapeamento detalhado de mais de uma centena de áreas nos portos organizados que podem ser transferidas rapidamente para administração do setor privado. São armazéns, píeres de atracação e pequenos terminais espalhados por quase toda a costa brasileira. Essa infraestrutura tem ficado a cargo das próprias autoridades portuárias, na maioria dos casos, ou sob responsabilidade de empresas que operam as áreas em caráter precário

 

Fonte: Valor Econômico

Para viabilizar a entrada de empresas menores, algumas ações estão em curso. Uma delas é diminuir o aporte de capital no início dos contratos, com duplicações de rodovias inteiras em até cinco anos. Essa exigência ­ uma das cláusulas pétreas do modelo adotado por Dilma ­ foi eliminada e as obras passarão a ser executadas por gatilho, ou seja, conforme evoluir a demanda. Outra flexibilização ocorrerá no pagamento dos aeroportos, com cinco anos de carência na outorga ­ os investimentos obrigatórios se concentram na fase inicial dos contrato.

 

Fonte: Valor Econômico – trecho de reportagem

Empresários interessados em disputar os próximos leilões de infraestrutura veem com bons olhos a revisão dos projetos prometida pelo governo interino. O entendimento é que é preferível esperar mais tempo -­ ainda que os projetos tenham de voltar ao Tribunal de Contas da União (TCU) -­ a correr o risco de leilões vazios.

 

Fonte: Valor Econômico