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Tag : leilão


O governo federal deve realizar até 30 de setembro um leilão para oferecer a investidores as concessões de hidrelétricas já em operação. A estimativa é arrecadar até R$ 12 bilhões por meio da cobrança de bônus de outorga. O governo conta com os recursos para cumprir a meta fiscal deste ano, de déficit de R$ 139 bilhões.

 

Fonte: O Globo

A Eletrobras deve participar do leilão de descontratação de reserva que deve acontecer nos próximos meses, principalmente com projetos de Furnas, disse na sexta-­feira Wilson Ferreira Jr., presidente da estatal, depois de participar de evento com investidores e analistas promovido pela Apimec. No mesmo dia, o presidente Michel Temer publicou um decreto estabelecendo as diretrizes para a realização da disputa.

 

Fonte: Valor Econômico

O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) tem quatro áreas do pré­ sal para ofertar na 3ª rodada de partilha, em novembro. O diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Felipe Kury, confirmou ontem o que o cardápio do leilão inclui Pau Brasil, Peroba, Saturno e Alto de Cabo Frio­ as duas últimas áreas adjacentes e que serão leiloadas separadamente.

 

Fonte: Valor Econômico

Um consórcio formado pela Petróleo Sabba, com 60%, e pela Petrobrás Distribuidora, com 40%, arrematou os terminais STM04 e STM05 do Porto de Santarém. Em um dos casos, houve disputa acirrada. O leilão foi “extremamente bem-sucedido”, comemorou o ministro dos Transportes, Maurício Quintella.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

O governo vai revogar o leilão de uma área no porto de Santos (SP) para movimentação de celulose e papel, vencido pela Marimex em 2015. A revogação será feita via portaria a ser assinada pelo ministro dos Transportes, Maurício Quintella, nos próximos dias.

 

Fonte: Valor Econômico

Uma semana após o leilão de aeroportos, o governo federal se prepara para a segunda investida no setor de transportes. Vão a leilão na quinta­-feira, dia 23, dois terminais no porto de Santarém (PA) para movimentação de granéis líquidos – como gasolina, diesel, querosene e etanol.

 

Fonte: Valor Econômico

A Abdib considerou o resultado do leilão de concessão de quatro aeroportos na esfera federal  bastante satisfatório. A licitação resultou na atração de novos grupos investidores para o setor de infraestrutura brasileiro, com visão de longo prazo e abrindo perspectivas para a modernização e para a expansão da infraestrutura.


Foi motivo de comemoração para o governo o fato de a concorrência ter sido dominada por gigantes mundiais da operação. Multinacionais que há tempos o governo queria atrair, como a Fraport, e que, dado ao seu portfólio mundial, conseguem eventualmente trabalhar com margens menores ­ algo muito difícil para as brasileiras do setor. Apenas a Zurich já está no país: é sócia da brasileira CCR no aeroporto de Confins.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo comemorou com estardalhaço o resultado de venda dos quatro aeroportos federais, em evento realizado ontem em São Paulo, na BM&FBovespa. “Sucesso o leilão dos aeroportos de Fortaleza, Porto Alegre, Salvador e Florianópolis. Reconquistamos a credibilidade no cenário internacional”, escreveu o presidente Michel Temer em seu twitter.

 

Fonte: Valor Econômico

O sucesso do leilão de aeroportos tira pressão de cima do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), que já começava a enfrentar críticas por sua suposta lentidão. Mas o que vem pela frente ­ rodovias com demanda relativamente baixa, distribuidoras de energia deficitárias e uma ferrovia que cruza a região amazônica ­ não será tão fácil de atrair interessados na iniciativa privada.

 

Fonte: Valor Econômico

A alemã Fraport e a francesa Vinci, maiores destaques do leilão de ontem, terão que assinar cheques de aproximadamente € 200 milhões cada para pagar a parcela à vista de outorga dos aeroportos arrematados. As duas operadoras devem ter visto no certame a oportunidade de fazer uma “degustação” de Brasil para avaliar passos mais ousados no futuro.

 

Fonte: Valor Econômico

Esse foi o primeiro leilão de aeroportos sem a presença de empresas brasileiras nos consórcios, mas pode ser por pouco tempo. A Primav, veículo de investimentos da família dona do grupo construtor CR Almeida, estuda a possibilidade de investir no setor, junto com a alemã Fraport, que arrematou os aeroportos de Fortaleza e Porto Alegre. Além disso, grupos nacionais devem se beneficiar da demanda futura a ser gerada pelo leilão.

 

Fonte: Valor Econômico

O Estado apurou que, no total, foram apresentadas oito propostas. Um dos aeroportos recebeu três propostas; outros dois receberam duas propostas cada; e um aeroporto recebeu apenas uma proposta. Isso significa que todos os aeroportos receberam lances das empresas. Na disputa, que representará investimentos de R$ 6 bilhões, estão grandes nomes internacionais, como a francesa Vinci Airport e a alemã Fraport. Os grupos nacionais, como Pátria, Vinci Partners e CCR, desistiram do certame.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Os quatro aeroportos oferecidos à iniciativa privada – Salvador, Fortaleza, Florianópolis e Porto Alegre – receberam propostas de consórcios ou de empresas. Os envelopes entregues ontem serão abertos na quinta-feira, em sessão pública na BM&F Bovespa.

 

Fonte: Valor Econômico

A lista de candidatos às concessões é ampla. Entre as operadoras estrangeiras de aeroportos, estão as espanholas AviAlliance, Aena e OHL, a suíça Zurich, a argentina Corporación América, a alemã Fraport e a francesa Vinci. Do lado brasileiro, surgem grandes fundos, como Pátria e Vinci Partners, a empresa de infraestrutura CCR e algumas construtoras, como a CR Almeida.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo