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Tag : investimento


O governo estuda editar uma medida provisória que vai alongar o prazo para que as concessionárias que venceram os leilões de rodovia no governo Dilma Rousseff concluam suas obras de duplicação. No mesmo texto, deverá estar o programa de concessão de rodovias para manutenção. Nos contratos, o prazo para duplicar o trecho concedido é de cinco anos. Mas, por causa da retração econômica e da falta de financiamento do BNDES e, em alguns casos, da Lava Jato, as concessionárias não conseguirão cumprir esse prazo.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Depois dos aeroportos, o governo estuda editar uma medida provisória (MP) para favorecer concessionários das rodovias, que teriam prazo maior para investir. Segundo uma fonte da equipe econômica, a medida provisória permitirá o reescalonamento dos investimentos para aliviar o fluxo de caixa dos concessionários. As exigências dos contratos, porém, seriam mantidas e teriam de ser executadas.

Fonte: O Globo

Enquanto as rodovias licitadas em 2013 e 2014 tiveram frustrada a tentativa de incluir na Medida Provisória das Concessões a extensão do prazo para investir na duplicação das estradas, os portos conseguiram uma vitória na direção oposta. O Decreto 9.048, publicado na semana passada, permite a revisão do cronograma de investimentos por motivo “superveniente”, desde que seja mantida a equação econômico­-financeira original.

 

Fonte: Valor Econômico

O prazo de concessão passa de 25 anos, prorrogáveis por outros 25, para 35 anos, prorrogáveis por mais 35 anos. A renovação dos contratos prevê novos investimentos como contrapartida. Essas alterações valem para contratos firmados a partir de 1993. Para os anteriores, haverá novas licitações. Se até então somente a área do arrendamento no porto poderia ser expandida, a partir de agora, o governo poderá autorizar a expansão para área contígua, desde que dentro do porto público e atendendo a critérios técnicos.

 

Fonte: O Globo

Em função da crise fiscal e do elevado déficit de serviços públicos que assolam não só o Brasil como vários vizinhos da América Latina, o Banco Mundial aconselha os governos a simplesmente “gastar corretamente e com as coisas certas”. Em outras palavras, recomenda que se canalize o dinheiro disponível para as principais deficiências ­ saneamento e transporte ­, e que se incentive o investimento privado.

 

Fonte: Valor Econômico

A Cteep projeta que conseguirá reduzir a necessidade de investimentos nos lotes que arrematou no último leilão de transmissão em algo entre 20% a 25%. O motivo é a perspectiva de obter sinergias, pois os lotes estão em sua área de atuação, bem como a aplicação de soluções técnicas específicas e customizadas. A transmissora disse ter entrado no certame com todos os contratos já negociados e que por isso conseguiu oferecer os deságios apresentados.

Fonte: Canal Energia

Os três Estados do Nordeste comandados pelo PT (Ceará, Bahia e Piauí) foram os que mais investiram no ano passado, aponta um estudo da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Cada um deles destinou cerca de 11% da suas receitas ­ o dobro da média nacional ­ para o chamado “gasto de qualidade”. Na comparação com 2014, os Estados reduziram os investimentos em R$ 34,8 bilhões, queda de 53,4% em termos reais. No mesmo período, a queda na receita corrente líquida foi de 5,6%.

 

Fonte: Valor Econômico

 


Sem perder de vista a rentabilidade, algumas das principais vencedoras do leilão de transmissão realizado segunda­-feira esperam investir montantes significativamente menores do que aqueles previstos pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). No total, foram licitados 31 dos 35 lotes ofertados, somando R$ 12,7 bilhões em investimentos, segundo os cálculos do regulador.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo conseguiu garantir ontem investimentos de R$ 12,7 bilhões em linhas de transmissão de energia nos próximos anos, com o repasse para a iniciativa privada de 31 dos 35 lotes colocados em leilão, num total de mais de 7 mil km. As obras devem durar de 36 a 60 meses. O resultado revelou um forte apetite dos investidores (nacionais e estrangeiros) pelo setor, que vinha de uma série de fracassos nas concessões de transmissão.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

As operadoras de telecomunicações investiram R$ 28 bilhões em 2016, principalmente em infraestrutura, ampliação de cobertura de rede e melhoria da qualidade de serviços, informa a Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil). O valor é 6,97% inferior aos R$ 30,1 bilhões registrados um ano antes e o menor volume desde 2013.

 

Fonte: Valor Econômico

Após superar a marca de 900 mil clientes, em 2016, a CEG, distribuidora de gás canalizado controlada pela espanhola Gas Natural Fenosa, pretende aumentar os investimentos este ano em 5,4%, para R$ 271,3 milhões.

 

Fonte: Valor Econômico

O ritmo de investimento do governo federal, dos estados e das empresas de saneamento nos últimos anos está aquém do necessário para atingir a meta de universalização dos sistemas de água e esgoto até 2033, como previsto no Plano Nacional de Saneamento Básico. Segundo estudo da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental (Abes), o objetivo seria alcançado se o país investisse cerca de R$ 15 bilhões ao ano. Entre 2014 e 2016, a verba anual destinada a obras nessas áreas ficou em torno de R$ 9 bilhões, de acordo com a Abes.

 
Fonte: O Globo

O governo federal já tem em mãos propostas para estimular a retomada de obras em concessões de rodovias feitas nos últimos três anos que estão empacadas. A regra é similar à discutida para aeroportos: reavaliações podem ser feitas, desde que os consórcios mudem, em um esforço claro para bloquear as empresas envolvidas na Operação Lava-Jato.

 

Fonte:O Globo

O volume investido pelas estatais federais e pela União encolheu com força nos últimos três anos, puxado especialmente pela redução das despesas da Petrobras. Em 2013, os gastos com investimentos do governo federal e das estatais do setor produtivo totalizaram R$ 173,3 bilhões, o equivalente a 3,25% do PIB, bem acima dos R$ 118,8 bilhões, ou 1,9% do PIB, registrados em 2016.

 

Fonte: Valor Econômico

O Ministério de Transporte da China investirá em 2017 cerca de 800 bilhões de iuanes (US$ 117 bilhões) na construção de 8.600 quilômetros de ferrovia para ampliar a rede ferroviária do país, informou nesta segunda-feira a agência oficial de notícias “Xinhua”. O vice-ministro de Transporte, Yang Yudong, afirmou que o gigante asiático gastará 3,5 trilhões de iuanes (US$ 509 bilhões) na realização de 35 projetos ferroviários durante seu 13º plano quinquenal (2016-2020), segundo a agência estatal. O orçamento atribuído para 2017 pelo Escritório Nacional de Ferrovias para a melhora da rede ferroviária é o mesmo que o utilizado em 2016, ano em que China atingiu 124 mil quilômetros de ferrovia, dos quais 22 mil são de alta velocidade. Em 2020, o país asiático terá aumentado a extensão de sua rede de alta velocidade para 30 mil quilômetros, conectando mais de 80% das grandes cidades do país, como Pequim, Xangai, Cantão e Tianjin entre outras.

 

Fonte: Agência EFE