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Tag : hidrelétricas


O governo federal deve realizar até 30 de setembro um leilão para oferecer a investidores as concessões de hidrelétricas já em operação. A estimativa é arrecadar até R$ 12 bilhões por meio da cobrança de bônus de outorga. O governo conta com os recursos para cumprir a meta fiscal deste ano, de déficit de R$ 139 bilhões.

 

Fonte: O Globo

O governo federal não tem interesse em negociar com a estatal de energia elétrica de Minas Gerais, Cemig, uma nova proposta da empresa para tentar resolver uma disputa em torno do controle sobre três hidrelétricas no Estado. A afirmação é de uma autoridade do governo que acompanha o caso. As usinas de Jaguara, Miranda e São Simão respondem por 40% (ou 3,2 GW/h) da capacidade de geração da Cemig, sem contar o potencial das empresas coligadas a ela.

 

Fonte: Valor Econômico

O plano foi comunicado pelo presidente da estatal mineira, Bernardo Salomão, a dirigentes de sindicatos que representam trabalhadores da empresa em reunião ocorrida na sede da companhia em Belo Horizonte na quinta-­feira. As usinas são Jaguara, Miranda, São Simão e Volta Grande, cujos contratos de concessão já venceram.

Fonte: Valor Econômico

Os agentes interessados em participar do próximo leilão de hidrelétricas existentes poderão escolher entre duas opções de propostas: ou o maior valor de bonificação pela outorga (modalidade que gerou uma arrecadação de R$ 17 bilhões em 2015); ou pelo menor valor para o MWh vendido. A Portaria nº 51 com as novas diretrizes para esse tipo de leilão foi publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira, 16 de fevereiro, pelo Ministério de Minas e Energia (MME).

 

Fonte: Canal Energia

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) prevê leve recuperação do nível dos reservatórios das hidrelétricas do Nordeste no fim deste mês. Apesar disso, o volume continua baixo, em termos históricos, para o período do ano. O índice de armazenamento das usinas da região NE, atualmente de 17% da capacidade, deverá fechar o mês com 18,7%.

 

Fonte: Valor Econômico

O processo está em consulta pública, e ainda não foi definido o que acontecerá com os contratos das usina, mas, a princípio, a regra vigente determina que empresas terão que adequar os contratos de venda de energia com a nova realidade das suas garantias físicas. 

 

Fonte: Valor Econômico

A revisão ordinária da garantia física das hidrelétricas deve resultar em uma redução de 1.408,6 MW médios, ou 2,5% da energia disponível no Sistema Interligado Nacional. Ou seja, o SIN passará a contar com 56.016 MWmed, ante 57.424 MWmed atualmente, segundo nota técnica da Empresa de Pesquisa Energética, que foi disponibilizada dentro da consulta pública sobre o assunto. Dia 22 de novembro acontece a quinta reunião ampla com os agentes do setor sobre revisão da garantia física.

 

Fonte: Canal Energia

A Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) está em busca de um sócio privado para tentar manter o controle sobre três hidrelétricas que estão no centro de uma discórdia que já dura quatro anos com a União. A empresa tem conversado com grupos estrangeiros, entre eles da Itália e China, disse ao Valor o secretário de Planejamento de Minas, Helvécio Magalhães, que é membro do conselho de administração da Cemig.

 

Fonte: Valor Econômico

Uma emenda acrescentada à Medida Provisória (MP) 735, que deve ser colocado em votação hoje na Câmara, pode resolver uma disputa que vem se arrastando entre a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e as concessionárias das grandes hidrelétricas da região Norte, referente aos atrasos da conclusão desses projetos.

 

Fonte: Valor Econômico

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, fez ontem uma defesa da construção de hidrelétricas com grandes reservatórios. Os projetos de usinas baseadas em reservatórios de grande porte estão sendo abandonados por conta do impacto ambiental. A defesa desses projetos aponta uma mudança da diretoria da Aneel, que adota uma posição técnica em relação ao planejamento do setor elétrico e sua matriz energética.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

O governo resolveu retomar a discussão sobre a construção de hidrelétricas que provocam maiores impactos socioambientais por incluírem a formação de grandes reservatórios de água. Os projetos desse tipo passaram a ser engavetados há mais de dez anos para dar lugar às usinas a fio d’água. Neste caso, são as usinas que geram energia apenas com o fluxo de água natural do rio, sem ocorrer o armazenamento para a produção de eletricidade durante a estiagem.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo federal pode negociar diretamente com a Cemig a renovação do contrato de três hidrelétricas da estatal mineira cuja concessão venceu ou está próxima do vencimento. A proposta partiu da própria companhia, mas só ocorrerá se houver respaldo na lei.

 

Fonte: Valor Econômico

A privatização do que sobrou da Companhia Energética de São Paulo (Cesp) ­ três hidrelétricas ­ voltou à tona na última semana, mas o governo do Estado de São Paulo deve enfrentar desafios para concluir a operação, como o vencimento próximo das concessões e o potencial efeito das disputas judiciais da companhia.

 

Fonte: Valor Econômico