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Tag : Gás Natural


A produção nacional de petróleo caiu 1,6% em janeiro, na comparação com dezembro, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP). Ao todo, foram produzidos, em média, 2,687 milhões de barris diários no mês, o que representa crescimento de 14,2% em relação a janeiro de 2016. A produção de gás natural totalizou 109,9 milhões de metros cúbicos diários em janeiro, queda de 1,6% em relação a dezembro. Na comparação anual, houve aumento de 13,1%.

 

Fonte: Valor Econômico

Após meses de divergências internas, o governo definiu ontem as novas regras de conteúdo local nos próximos leilões de petróleo e gás. As exigências de nacionalização dos bens e serviços usados pelo setor foram reduzidas praticamente à metade quando comparadas às atuais, adotadas pelo governo Dilma Rousseff.

 

Fonte: Valor Econômico
 

Associações da iniciativa privada que se debruçam sobre como deve ser o modelo de negócios do setor de gás natural têm discordâncias sobre a criação de um órgão de controle do segmento. O governo estabeleceu um grupo de estudos para discutir o mercado, após a Petrobras anunciar que não irá se responsabilizar por toda produção e todo o transporte de gás até as distribuidoras. Associações que formam o grupo ficaram incumbidas de formular uma proposta.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

O consumo de gás natural, no Brasil, caiu 7,9% em novembro do ano passado, na comparação com igual período em 2015, informou ontem a Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás). Segundo levantamento estatístico da entidade, foram comercializados no mês retrasado, em média, 68,72 milhões de metros cúbicos de gás por dia, a maior média mensal de 2016, que representa uma alta de 5,6% em relação a outubro.

 

Fonte: Valor Econômico

As empresas que produzem, distribuem e consomem gás natural vão pressionar o governo neste ano para acelerar o processo de mudança das normas do setor, segundo especialistas da área. O setor aguarda a publicação de uma resolução com as diretrizes que darão a base para a regulamentação —o texto é fruto de discussões entre governo e empresas.

 

Fonte: Folha de S. Paulo – Mercado Aberto

Entre as distribuidoras de gás natural em São Paulo, a percepção é que o plano de investimentos apresentado pelo governo paulista, no horizonte até 2029, é “agressivo” e que, para ser viabilizado, precisa de sinais regulatórios positivos. As companhias pedem previsibilidade sobre a renovação das concessões, que se encerram ao fim da próxima década, e questionam também as mudanças propostas pelo órgão regulador na metodologia de valoração da base de ativos da concessão. 

 

Fonte: Valor Econômico (trecho de reportagem)

As três distribuidoras de gás canalizado de São Paulo – Comgás, Gas Natural São Paulo Sul e Gas Brasiliano – terão de investir R$ 12,8 bilhões até 2029, para atender aos compromissos de expansão das redes de distribuição. O plano estratégico foi apresentado pelo governo paulista, que vê potencial para dobrar o número de municípios atendidos e triplicar o número de consumidores até o fim da próxima década.

 

Fonte: Valor Econômico

O mercado livre de energia vê se avizinhar a perspectiva de acessar um novo combustível que poderá auxiliar em sua expansão, o gás natural. Por meio da consulta pública Gás Para Crescer, cujas contribuições foram recebidas até 7 de novembro, a meta do governo é a de delinear as novas diretrizes do setor no país ante a redução de participação da Petrobras nesse setor.

 

Fonte: Canal Energia

21 de novembro. O coordenador do Comitê de Petróleo e Gás Natural da Abdib, Marcos Cintra, e o gerente de Comitês Temáticos da Abdib, José Maria Garcia, participam de reunião com gestores do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC), em Brasília, para debater sugestões da entidade sobre as novas regras de conteúdo nacional que valerão para os leilões de blocos para exploração e prospecção de petróleo e gás em 2017.


O grupo franco­belga Engie (ex­ GDF Suez) está acompanhando de perto as discussões em torno das mudanças regulatórias do setor de gás natural no Brasil. A multinacional mapeia com atenção as oportunidades de aquisição de ativos no país, em meio ao movimento de desinvestimentos da Petrobras, mas ainda aguarda o avanço das regras da indústria, debatido no âmbito do Gás Para Crescer, no Ministério de Minas e Energia, antes de fechar eventuais negócios.

 

Fonte: Valor Econômico

A gigante energética franco­belga Engie (antiga GDF­Suez) planeja faturar cerca de R$ 1 bilhão por ano com serviços de energia no Brasil nos próximos anos. A área de serviços de energia incluem projetos de geração distribuída ­ principalmente a partir de fonte solar fotovoltaica ­ eficiência energética e tecnologia. Atualmente esse segmento gera um faturamento de R$ 200 milhões para o grupo no Brasil. A ideia de ampliar a atuação na área de serviços faz parte do reposicionamento da companhia francesa, iniciado este ano.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo prepara um pacote de medidas positivas para divulgar às companhias petroleiras no fim deste ano e no primeiro semestre de 2017. De olho nos bilhões de dólares que as grandes produtoras de petróleo e gás com atuação global prometem investir no Brasil, uma das propostas é estabelecer um calendário de leilões, que devem acontecer pelo menos uma vez ao ano. O governo também quer definir o ritmo de exploração do pré-sal.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

A mudança na lei do pré-sal vai mudar o mapa de atuação das empresas de petróleo e gás no país, com reflexos em outras áreas, como os campos no pós-sal em alto mar, da Bacia de Campos ao Nordeste, além de áreas em terra. Segundo petroleiras e consultores, a alteração na legislação que retira da Petrobras a obrigatoriedade de entrar em todas as áreas sob o regime de partilha deve vir acompanhada de uma nova política de conteúdo local. Nos bastidores, petroleiras comemoraram a aprovação do projeto na Câmara pois afirmam ter interesse em atuar como operadoras, sem depender da Petrobras em todos os campos.

 

Fonte: O Globo

A aprovação, pela Câmara dos Deputados, da lei que desobriga a Petrobrás de atuar em todos os campos de exploração do pré-sal e ser sua operadora única vai reforçar um processo de atração de investimentos privados que já deu seus primeiros passos, avaliou o secretário de Petróleo, Gás e Combustíveis renováveis do Ministério de Minas e Energia, Márcio Félix. “O humor já mudou para melhor”, disse. Porém, para que o momento não se perca, é necessário completar a nova regulamentação do setor e, evidentemente, oferecer negócios.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

A indústria brasileira de petróleo pode ver dobrar sua participação nos investimentos globais em exploração e produção (E&P) se forem tomadas as medidas corretas neste momento de transição pelo qual o setor e o país passam, afirmou ontem presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), Jorge Camargo. Segundo ele, a fatia do Brasil nos investimentos globais em E&P, atualmente em 5,8%, poderia chegar a até 10%.

 

Fonte: O Globo