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Tag : financiamento


O mercado de capitais foi uma das poucas fontes de financiamento a ganhar participação no saldo de dívida das empresas ao longo do ano passado e, segundo especialistas, tem todas as condições de repetir o protagonismo em 2017. Na composição do funding corporativo, a fatia de títulos de crédito emitidos no mercado local não só cresceu como, de modo surpreendente, superou a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) pela primeira vez em pelo menos dez anos.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo paulista está tentando remanejar recursos de outras obras para o Rodoanel Norte e a linha 4-amarela do metrô. Iniciado em 2013, o novo trecho em construção do Rodoanel teve o cronograma atrasado duas vezes, e a atual previsão de entrega é março de 2018. Já a expansão da linha 4, retardada pela troca do consórcio construtor, pode demorar mais de dois anos. O Estado quer remanejar para essas obras R$ 1,3 bilhão – recurso de empréstimos do Banco Mundial e do Banco Interamericano de Desenvolvimento. Como as operações de crédito têm o governo federal como fiador, a troca precisa do sinal verde de Brasília. A decisão está marcada para esta quinta (23), em reunião com representantes dos ministérios do Planejamento, Fazenda e Banco Central.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

O Brasil está iniciando um novo modelo para o financiamento das concessões de infraestrutura, após a falência do modelo que prevaleceu na última década. Este novo modelo – mais próximo do padrão internacional – requer ajustes em instrumentos contratuais, em políticas de crédito e de garantias, e na modelagem dos projetos pelo poder concedente para sua operacionalização.
 
Fonte: Valor Econômico

O total de recursos para financiar projetos de saneamento básico em 2017 é mais que o dobro do volume do ano passado na Caixa Econômica e no BNDES –são ao menos R$ 5,8 bilhões a mais. O valor saltou de R$ 3,5 bilhões, em 2016, para R$ 9 bilhões neste ano no programa voltado à área da Caixa. No BNDES, a previsão é de R$ 1 bilhão para operações de crédito diretas –em 2016, foram R$ 672 milhões. Além disso, há uma linha direcionada a saneamento e recursos hídricos, “sem limite de orçamento”, disse o banco.

 

Fonte: Folha de S. Paulo

A nova política do BNDES, que reduzirá o alcance de grandes empresas a empréstimos subsidiados, terá repercussão nas políticas de dividendos de uma parcela importante das principais empresas de capital aberto do Brasil. A limitação de distribuição de dividendos acima do mínimo legal de 25% faz parte da nova política operacional do banco de fomento, e valerá para os casos em que a empresa receber uma parcela de mais de 50% do financiamento atrelada à Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP).

 

Fonte: Valor Econômico

O BNDES confirmou ontem que poderá financiar até 40% dos investimentos em novas concessões de aeroportos, em taxa de juros de longo prazo (TJLP). Outros 40% também poderão ser financiados por meio de debêntures de infraestrutura. O detalhamento das condições de financiamento para concessões de aeroportos deverão ser divulgadas hoje pela instituição.

 

Fonte: Valor Econômico

Existem, atualmente, mais de dez fundos ativos em infraestrutura, outros sendo constituídos e alguns recém-chegados ao país como o Hamilton Lane e o australiano Macquarie que, como divulgado pela imprensa, estão se preparando para aplicar no setor. “A grande questão é saber o quanto estas estruturas serão capazes de alavancar para os projetos de infraestrutura que são empreendimentos de capital intensivo, longo prazo de maturação, normalmente em ambiente regulado com previsibilidade de fluxo de caixa”, diz Luiz Claudio Campos, sócio líder de infraestrutura e transações corporativas da consultoria internacional EY.

 

Fonte: Valor Econômico

As debêntures de infraestrutura poderão responder por entre 10% a 20% do financiamento das concessões a serem licitadas. O apetite privado existirá com projetos que apresentem bom retorno, boa qualidade e governança corporativa que reduza riscos e reduza eventuais conflitos entre partes interessadas, como construtores e acionistas.

 

Fonte: Valor Econômico

O Banco do Nordeste (BNB) pretende ampliar de R$ 14 bilhões para cerca de R$ 16 bilhões a disponibilidade de recursos para empréstimos provenientes de Fundo Nacional de Financiamento do Nordeste (FNE) no próximo ano. O objetivo é aumentar a participação do banco no financiamento a obras de infraestrutura sanitária, energia solar e expansão de banda larga em cidades pequenas.

Fonte: Valor Econômico

Presidentes de diversas companhias do setor de infraestrutura participaram do seminário Soluções para a Expansão da Infraestrutura no Brasil, organizado pela Abdib e Amcham dia 21 de outubro em São Paulo. Na presença de 800 pessoas e os ministros Dyogo Oliveira (Planejamento), Henrique Meirelles (fazenda), Eliseu Padilha (Casa Civil) e José Serra (Relações Exteriores), foram claros em alertar – em sintonia e em alguns pontos em uníssono – que aumentar o nível de investimento em infraestrutura dos atuais 2,1% do PIB para 5,0% do PIB exigirá a equalização de diversos riscos e entraves existentes na condução dos projetos.


Com menor participação do BNDES, o sucesso das próximas rodadas de concessões em infraestrutura dependerá da capacidade que elas terão para atrair o mercado de capitais. Um desafio e tanto, considerados o apetite dos investidores por títulos públicos, as incertezas regulatórias e financeiras e a necessidade de mudança da cultura de elaboração e execução de empreendimentos.

 

Fonte: Valor Econômico

As debêntures de infraestrutura poderão responder por 10% a 20% das concessões a serem licitadas. O apetite privado deve ser a resposta a projetos que apresentem bom retorno, boa qualidade e governança corporativa que mitiguem riscos e reduzam eventuais conflitos entre partes interessadas, como construtores e acionistas.

 

Fonte: Valor Econômico

“Estamos conscientes da importância do BNDES no financiamento de infraestrutura, 40% do desembolso do banco no ano passado foi nesse segmento. Também temos consciência de os recursos em TJLP são escassos e precisam ser muito bem utilizados, por isso a adoção da estratégia”, afirmou a executiva em evento de promovido pela Abdib e Amcham.

Fonte: Valor Online