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Tag : Energia Elétrica


O governo está trabalhando para realizar no mínimo um leilão de geração de energia ainda neste ano, disse ontem o ministro Fernando Coelho Filho, do Ministério de Minas e Energia (MME), depois de participar do Fórum Brasil de Investimentos 2017. “A expansão da matriz se dará baseada nas renováveis e acontecerá ainda neste ano”, disse o ministro, indicando a possibilidade de realização de um leilão de energia de reserva (LER) para contratar projetos das fontes eólica e solar. O último leilão do tipo aconteceu em 2015, e contratou menos do que o esperado pela indústria local.

 

Fonte: Valor Econômico

O esforço do governo em promover ampla reforma do setor elétrico poderá ser desperdiçado se as propostas de ajuste na legislação não forem enviadas logo ao Congresso para serem aprovadas ainda em 2017. O alerta foi feito ontem por entidades e pelo Ministério de Minas e Energia. Representantes do setor consideram que o governo ­ apesar de enfrentar grave crise política ­ ainda conta com apoio suficiente para fazer passar as mudanças no Legislativo.

 

Fonte: Valor Econômico

Consumidores de todo o país pagaram R$ 3,7 bilhões a mais nas contas de luz cobradas no período de julho de 2009 a junho de 2016, segundo cálculos preliminares da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em valores atualizados até fevereiro. O órgão regulador encontrou irregularidades no pagamento de encargos para subsídio de geração de energia elétrica nos sistemas isolados da Eletrobras Amazonas Energia.

 

Fonte: O Globo

O agravamento da crise hidrológica do sistema elétrico pode antecipar para o primeiro semestre a configuração da bandeira tarifária vermelha, que inclui um custo extra de R$ 3 por 100 quilowatts­hora (kWh), para bancar o acionamento de termelétricas de custo mais elevado.

 

Fonte: Valor Econômico

Todos os dias, um volume de energia suficiente para iluminar todo o Estado de Santa Catarina e seus 7 milhões de habitantes é roubado da geração elétrica nacional. São mais de 15 milhões de megawatts de energia que, por hora, escorrem pelos cabos das ligações clandestinas, os famosos “gatos”, que só em 2015 geraram prejuízo superior a R$ 8 bilhões.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo

Dois fatores relativos ao setor elétrico têm potencial para formar uma “combinação explosiva” para a elevação dos preços de energia no mercado de curto prazo e dos contratos no mercado livre a partir de maio.

 

Fonte: Valor Econômico

A Cemig está investindo em uma nova rede de transmissão simultânea de energia elétrica e dados em banda larga, por meio de cabos condutores especiais que utilizam fibra óptica em seu interior.

 

Fonte: Valor Econômico

O governo vai mudar a fórmula usada para calcular o risco de faltar energia a partir de maio, o que deve aumentar os preços no mercado livre, no qual grandes consumidores escolhem de quem comprar energia. O que poderia parecer apenas uma questão técnica do setor elétrico vai pesar no bolso do consumidor. Antes mesmo da mudança, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) já anunciou que a bandeira amarela será acionada em março, o que significa cobrança extra de R$ 2 a cada cem quilowatts/hora (Kw/h), em razão do uso de termelétricas do Nordeste.

 

Fonte: O Globo

As distribuidoras de energia querem realizar leilão para vender sobras contratuais diretamente aos consumidores livres e comercializadoras interessadas. A possibilidade surgiu com a Lei 13.360 de 2016, de conversão da Medida Provisória (MP) 735, que alterou o Artigo 4 da Lei 9.074. Na regra anterior, as distribuidoras só podiam liquidar as sobras no mercado de curto prazo. Elas ficavam impedidas de fechar contratos de longo prazo e dependiam da movimentação do preço de liquidação das diferenças (PLD).

Fonte: Valor Econômico

O sistema brasileiro alcançou na segunda-­feira à tarde pico de demanda de 85.699 megawatts (MW), de acordo com informações divulgadas pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O volume foi apenas 9 MW abaixo do recorde de demanda máxima instantânea na rede elétrica brasileira, de 85.708 MW, registrada em 5 de fevereiro de 2014.

 

Fonte: Valor Econômico

Após três anos seguidos de queda no consumo de energia, as indústrias do país começam a dar sinais de recuperação. Além do crescimento do consumo do segmento em dezembro de 2016, dados coletados pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) indicam que a classe industrial mantém a trajetória de alta nos dois primeiros meses de 2017. Os destaques foram os setores de mineração e veículos.

 

Fonte: Valor Econômico

O setor sucroalcooleiro elevará neste ano sua capacidade de cogeração de energia elétrica, mas a um ritmo menor do que no passado, refletindo a falta de leilões direcionados para atrair o segmento nos últimos anos, segundo representantes do setor.

 

Fonte: Valor Econômico

Ainda longe dos mercados europeu e americano no campo das redes inteligentes, o Brasil precisa de investimentos pujantes para modernizar as suas redes de distribuição. De acordo com o presidente da Enel no Brasil, Carlo Zorzoli, as redes nacionais têm uma filosofia antiga e sem tecnologia, o que pode gerar prejuízo no curto prazo.

 

Fonte: Canal Energia

A italiana Enel prevê quase dobrar seu parque gerador no Brasil, dos atuais 1,5 mil megawatts (MW) para 2,85 mil MW até o fim de 2018. Esse total será alcançado por meio de projetos, principalmente de fontes eólica e solar, que arremataram contratos em leilões recentes e estão em fase construção. O investimento previsto, a maior parte com recursos próprios, segundo a empresa, é de US$ 2,3 bilhões. Do total, US$ 1 bilhão vai para construção de quatro parques solares no Piauí e Bahia.

 

Fonte: Valor Econômico

A redução do tamanho dos subsídios do setor elétrico é uma questão difícil e antipática, mas necessária, avalia o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa. Para ele, o tema é espinhoso como a PEC do Teto, que vai limitar o crescimento dos gastos do governo nos próximos anos. “É uma questão que precisamos enfrentar. O acúmulo de benefícios localizados se tornou insuportável
para a economia”, afirmou Pedrosa.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo