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Tag : energia


O sistema de distribuição de energia elétrica do país ficou disponível em 99,82% do tempo em 2016, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O índice de duração de interrupção de energia (DEC) do país no ano passado foi de 15,82 horas, uma redução de 15% em relação ao índice de 2015, de 18,6 horas. Trata-­se de uma média calculada entre todas as distribuidoras do país.

 

Fonte: Valor Econômico

O presidente da ABB no Brasil, Rafael Paniagua, disse que as encomendas subiram 36% nos últimos três meses de 2016 na comparação anual, refletindo justamente a procura por equipamentos nessa área do setor elétrico. Com isso, a fabricante, especializada em tecnologias de energia e automação, fechou o ano com faturamento de R$ 2,1 bilhões no país, queda de um dígito na comparação com o resultado de 2015. Desse montante, cerca de 20% correspondeu a ganhos com exportação de equipamentos.

 

Fonte: Valor Econômico

O pagamento de indenizações por ativos antigos de transmissão ainda precisa ser regulamentado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), mas a autarquia adotou ontem, no primeiro reajuste tarifário do ano, uma decisão que já mostrou os efeitos práticos dos desembolsos.

 

Fonte: Valor Econômico

A Comissão de Ciência e Tecnologia aprovou ontem projeto de Cristovam Buarque que destina parte dos recursos da indústria do petróleo e de empresas do setor elétrico para pesquisa e desenvolvimento de fontes alternativas de energia. A proposta segue agora para análise da Comissão de Assuntos Econômicos.

 

Fonte: Jornal do Senado

O sucesso do leilão da Celg Distribuição (Celg D), vencido ontem pela Enel, pode ser considerado uma vitória para o governo de Michel Temer, mas também destacou os desafios que a Eletrobras terá na privatização das outras seis distribuidoras do grupo. 

 

Fonte: Valor Econômico

As condições mais atrativas colocadas para o leilão de transmissão de amanhã devem garantir que a maior parte dos 24 lotes ofertados tenha interessados, mas dificilmente o governo vai conseguir contratar os quase R$ 13 bilhões em investimentos almejados.

Fonte: Valor Econômico

Ao mesmo tempo em que vem sentindo os impactos negativos do câmbio sobre seu faturamento em moeda estrangeira, a WEG anunciou mais uma aquisição no mercado externo, que reflete sua aposta no segmento de energia renovável. A empresa informou ontem o mercado que passará a deter o negócio de turbinas eólicas “utility­scale” da Northern Power Systems (NPS), nos Estados Unidos.

Fonte: Valor Econômico

State Grid e China Three Gorges fizeram fortes investimentos em geração, transmissão e distribuição de energia e já se consolidaram líderes no setor elétrico brasileiro. Amanhã, Brasil e China assinam memorando de entendimentos que viabiliza a criação do Fundo de Investimento para a Expansão da Capacidade Produtiva.

 

Fonte: Valor Econômico

O banco ampliou, de até 70% para até 80%, a participação no financiamento de projetos de energia solar, em taxa de juros de longo prazo (TJLP). Foram mantidos os limites de 80% para projetos de eficiência energética e de 70% para empreendimentos de energia eólica, biomassa cogeração e pequenas centrais hidrelétricas.

 

Fonte: Valor Econômico

Após a definição do cenário político brasileiro, a gigante russa de energia nuclear Rosatom vê espaço para que o governo e o Congresso avancem na proposta de abertura do setor de energia nuclear para empresas privadas. Com US$ 110 bilhões em encomendas fora da Rússia nos próximos dez anos, a companhia, que está construindo 44 reatores nucleares no mundo, vê oportunidades avançadas na Argentina e na Bolívia, onde foi contratada para projetar e construir um centro de pesquisa de energia nuclear, no qual o governo local investirá US$ 300 milhões (o equivalente a quase R$ 1 bilhão).

 

Fonte: Valor Econômico

A GE iniciou neste ano as atividades de dois centros de operação e manutenção (O&M) de parques eólicos, no Rio Grande do Sul e em Pernambuco, e vai inaugurar em breve um outro centro, no Piauí. A empresa, que já tinha duas bases do tipo na Bahia e Rio Grande do Norte, ainda pretende construir uma unidade semelhante no Maranhão, em 2017.

 

Fonte: Valor Econômico

A produção de eletricidade a partir da fonte eólica alcançou 21.626 GWh em 2015, equivalente a um aumento de 77,1% em relação ao ano anterior, quando atingiu 12.210 GWh, superando a geração nuclear. No ano passado, a potência instalada para geração eólica expandiu 56% e a solar, 40%. Os dados constam do Balanço Energético Nacional 2016, com base em dados de 2015. A capacidade total instalada de geração no Brasil alcançou 140.858 MW no período.

 

Fonte: Canal Energia

A combinação de fatores que incluem a previsão de chuvas abaixo da média histórica, a queda do nível dos reservatórios hidrelétricos, o possível aumento da geração termelétrica e o crescimento do consumo de energia até o fim do ano pode provocar o retorno da bandeira tarifária de cor amarela. 

 

Fonte: Valor Econômico

A francesa Schneider Electric, especializada em gestão de energia e automação, enxerga na eficiência energética e nas redes inteligentes, conhecidas como “smart grid”, potencial para crescimento de negócios no Brasil, onde completa, em 2017, 70 anos de atuação. Segundo o presidente da companhia no país, Cleber Morais, a possibilidade de reduzir o consumo e, sobretudo, os custos do clientes é o principal caminho para ganhar mercado no Brasil.

 

Fonte: Valor Econômico